Скачать презентацию Workshop de Avaliadores Cgcre 09 11 2015 Seleção e Скачать презентацию Workshop de Avaliadores Cgcre 09 11 2015 Seleção e

d52b4709235f494a96f34f6763d6f551.ppt

  • Количество слайдов: 142

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Seleção e Uso de Materiais de Referência Janaína Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Seleção e Uso de Materiais de Referência Janaína Marques Rodrigues Divisão de Metrologia Química - Dquim

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A Ciência analítica precisa da Metrologia Laboratório X Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A Ciência analítica precisa da Metrologia Laboratório X Qualidade Controle Medições adequadas Metrologia

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A ideia do plug and play! Análises químicas Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A ideia do plug and play! Análises químicas ou biológicas não são triviais! Ferramentas metrológicas são cruciais!l! ü IMEP (IRMM) - 2010 Ocratoxina A em café verde ü 40 % dos laboratórios tiveram resultado insatisfatório

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Materiais de Referência ou Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Materiais de Referência ou

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Þ Material de Referência: material suficientemente homogêneo e Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Þ Material de Referência: material suficientemente homogêneo e estável em relação propriedades a uma ou específicas, ISO REMCO mais que é suficientemente estabelecido para o seu uso em um processo de medição. “Nome da família” Þ MRC: material de referência, caracterizado por um procedimento válido metrologicamente para uma ou mais Materiais de Referência MRC propriedades específicas, acompanhado por um certificado que estabelece o valor das propriedades, sua incerteza associada e uma declaração da rastreabilidade metrológica.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MATERIAL DE REFERÊNCIA: Notas Þ Nota 1: Termo Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MATERIAL DE REFERÊNCIA: Notas Þ Nota 1: Termo genérico; Þ Nota 2: As propriedades podem ser quantitativas ou qualitativas; Þ Nota 3: O uso pode incluir a calibração de um sistema de medição, a aplicação em um procedimento de medição, o assinalamento de valor a outro material, e o controle de qualidade; Þ Nota 4: O VIM tem uma definição análoga.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Exemplos de materiais de referência que dão suporte Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Exemplos de materiais de referência que dão suporte a propriedades qualitativas: q Carta de cores com indicação de uma ou mais cores especificadas q DNA contendo uma seqüência especificada de nucleotídeos q Urina contendo 19 -androstenediona (VIM 2012)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Um material de referência está algumas vezes Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Um material de referência está algumas vezes incorporado a um dispositivo fabricado para um fim específico. . . Ø Substância de ponto triplo conhecido numa célula de ponto triplo. Ø Vidro de densidade óptica conhecida num suporte de filtro de transmissão. Ø Esferas de granulometria uniforme colocadas sobre uma lâmina de microscópio. (VIM 2012)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MRC: Notas Þ Nota 1: O conceito de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MRC: Notas Þ Nota 1: O conceito de valor inclui uma propriedade nominal ou um atributo qualitativo, como identidade ou sequência. As incertezas destes atributos podem ser expressas como probabilidades ou níveis de confiança; Þ Nota 2: Procedimentos metrologicamente válidos para a produção e certificação de materiais de referência são dados, dentre outros, nos ISO GUIDES 34 e 35; Þ Nota 3: ISO GUIDE 31 oferece diretrizes para o conteúdo dos certificados; Þ Nota 4: O VIM tem uma definição análoga. 9

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MRC VIM ü Material de Referência Certificado: Material Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MRC VIM ü Material de Referência Certificado: Material de referência, acompanhado duma documentação emitida por uma entidade reconhecida, a qual fornece um ou mais valores de propriedades especificadas, com as incertezas e as associadas, utilizando procedimentos válidos. § 1ª Edição Luso-brasileira VIM - 2012 rastreabilidades

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 üOrganismo com Autoridade: O ISO Guia 30 denomina Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 üOrganismo com Autoridade: O ISO Guia 30 denomina este organismo como organismo certificador organismo tecnicamente competente (organização ou empresa, pública ou privada) que emite um certificado de material de referência que contém as informações detalhadas no ISO Guide 31. § ABNT ISO GUIA 30: 2000. ISO GUIDE 30: 2015 2. 3. 5 reference material producer body (organization or company, public or private) that is fully responsible for project planning and management; assignment of, and decision on property values and relevant uncertainties; authorization of property values; and issuance of a reference material certificate or other statements for the reference materials 11 it produces.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A referência para a produção e a acreditação. Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A referência para a produção e a acreditação. . . Norma: ISO 17034

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ABNT ISO Guia 34: 2012 – Requisitos gerais Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ABNT ISO Guia 34: 2012 – Requisitos gerais para a competência de produtores de materiais de referência ABNT ISO Guia ISO/TR 79: 2015 ISO Guide 80: 2014 35: 2012 Materiais Reference Guidance for the inde referência materials house preparation Princípios gerais e Examples of of quality control estatísticos para reference materials (QCMs) certificação (ISO for Guide 35: 2006 está qualitative em revisão) properties ISO Guide 30: 2015 - Reference materials - Selected terms and definitions ABNT ISO Guia 31: 2004 – Materiais de referência – Conteúdo de certificados e rótulos (ISO Guide 31: 2000 está em revisão – texto final da revisão circulado em 27/07/2015) ISO Guide 33: 2015 - Reference materials - Good practice in using reference materials

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Materiais de Referência MRC Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Materiais de Referência MRC

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Classificação dos Materiais de Referência Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Classificação dos Materiais de Referência

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 IN RA ST RE AB ILI C ER Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 IN RA ST RE AB ILI C ER A T EZ DA DE Outras classificações… SI Material de Referência Primário Material de Referência Secundário Material de Referência Interno ou de Trabalho COMPARABILIDADE (DOQ-CGCRE-016: Orientação para a Seleção e Uso de Materiais de Referência)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Material de Referência: Padrão Ø Padrão primário: Padrão Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Material de Referência: Padrão Ø Padrão primário: Padrão de medição estabelecido com auxílio dum procedimento de medição primário ou criado como um artefato, escolhido por convenção. ØPadrão secundário: Padrão de medição estabelecido por intermédio duma calibração com referência a um padrão de medição primário duma grandeza da mesma natureza. ØPadrão de referência: Padrão de medição estabelecido para a calibração de outros padrões de grandezas da mesma natureza numa dada organização ou num dado local. ØPadrão de trabalho: Padrão de medição que é utilizado rotineiramente para calibrar ou controlar instrumentos de medição ou sistemas de medição. (VIM 2012)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Tipos de Materiais de Referência (ISO GUIDE 33: Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Tipos de Materiais de Referência (ISO GUIDE 33: 2015 – 13. 1. 4)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Caracterizadas para pureza química e outras propriedades Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Caracterizadas para pureza química e outras propriedades como ponto de fusão, viscosidade e entalpia de combustão. Substâncias puras v. Freqüentemente preparadas gravimetricamente a partir de substâncias puras e usadas para fins de calibração. Substâncias padrão e misturas gasosas

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Materiais de referência em matrizes v. Caracterizados para Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Materiais de referência em matrizes v. Caracterizados para a composição de componentes químicos principais, secundários ou elementos-traço. Tais materiais podem ser preparados a partir de matrizes contendo os componentes de interesse, ou através da preparação de misturas sintéticas.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Caracterizados para propriedades tais como ponto de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Caracterizados para propriedades tais como ponto de fusão, viscosidade, e densidade óptica. Materiais de referência físico-químicos v Caracterizados para propriedades funcionais tais como sabor, odor e dureza. Este tipo inclui espécimes microscópicos caracterizados para propriedades que vão de tipo de Objetos ou artefatos fibra a espécimes microbiológicos. de referência

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Seleção de MR 22 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Seleção de MR 22

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ? Produtor de material de referência ? v Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ? Produtor de material de referência ? v Instituições acreditadas no ISO Guide 34. v Instituições signatárias do acordo de reconhecimento mútuo do CIPM. Produtor de “padrões” Produtor de soluções

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Quais são as instituições signatárias do acordo Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Quais são as instituições signatárias do acordo de reconhecimento mútuo do CIPM? INM v. Qual é o INM da Alemanha? ? ? v. Qual é o INM do Reino Unido? ? ?

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 “BAM as part of the German metrological network Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 “BAM as part of the German metrological network In accordance with Physikalisch-Technische Bundesanstalt (PTB), BAM assumes responsibilities of a national metrology institute. Development of reference procedures Production of reference materials BAM contributes to the advancement of the German system of traceability in chemical analysis. ” http: //www. bam. de/en/kompetenzbestaetigungen/index. htm#metro

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 “Welcome to our Chemical and Biological Metrology web Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 “Welcome to our Chemical and Biological Metrology web pages. Here you will find all of the useful good practice guides, resources and information about LGC’s work as the UK’s designated National Measurement Institute (NMI) for chemical and bio-measurement. ” http: //www. lgcgroup. com/our-science/national-measurement-institute/#. Vjz. Uxber. TZ 5

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Quem é signatário do acordo? Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Quem é signatário do acordo?

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Objetivos do Acordo Ø Estabelecer o grau de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Objetivos do Acordo Ø Estabelecer o grau de equivalência dos padrões nacionais de medição mantido pelos INM; Ø Prover reconhecimento mútuo dos certificados de medição e calibração emitido pelos INM; Ø Prover aos governos e outras partes com uma base técnica segura para grandes acordos relacionados com o comércio internacional, interno e assuntos regulatórios.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Seleção de MR 30 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Seleção de MR 30

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 TRATADO DO METRO (20 de maio de 1875) Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 TRATADO DO METRO (20 de maio de 1875) Campo Diplomático Campo Técnico CGPM CIPM Tratado Diplomático Promove o SI. Elege o CIPM Aprova decisões do CIPM Aloca fundos para o BIPM Coordena os Comitês Consultivos Apresenta propostas ao CGPM Dirige operações do BIPM Comitês Consultivos MRA 1999 BIPM Eletricidade e Magnetismo - 1927 Fotometria e Radiometria - 1933 Termometria - 1937 Comprimento - 1952 Tempo e Frequência - 1956 Radiação Ionizante - 1958 Unidades - 1964 Massa - 1980 Quantidade de Substância - 1993 Acústica , Ultra Som e Vibrações – 1998 Institutos Nacionais de Metrologia Mantêm e disseminam padrões nacionais Cooperam com o BIPM e promovem membros para os Comitês Consultivos

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. BIPM: www. bipm. org v. BIPM KCDB Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. BIPM: www. bipm. org v. BIPM KCDB (Key Comparison Data Base): http: //kcdb. bipm. org/appendix. C/search. asp? reset=1&met=QM

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ir para tabela CMC Brasil Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ir para tabela CMC Brasil

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. BIPM: www. bipm. org v. BIPM JCTLM Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. BIPM: www. bipm. org v. BIPM JCTLM database (Joint Committee for Traceability in Laboratory Medicine) http: //www. bipm. org/jctlm/

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 §Catálogos dos produtores Inst. Nac. de Metrologia e Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 §Catálogos dos produtores Inst. Nac. de Metrologia e Instituições designadas

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 COMAR: www. comar. bam. de (ABNT ISO GUIA Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 COMAR: www. comar. bam. de (ABNT ISO GUIA 32: 2000 – Item 6)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Atenção!!! OMAR classifica os materiais como MRC, mas Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Atenção!!! OMAR classifica os materiais como MRC, mas não há uma avalia se estes são realmente MRC. s informações do cadastro são de responsabilidade do produto (ABNT ISO GUIA 32: 2000 – Item 6)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø Inmetro: Cgcre programa piloto para acreditação de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø Inmetro: Cgcre programa piloto para acreditação de produtores de MR v. Período: Junho de 2009 a Junho de 2011 v 6 Produtores acreditados: v. Centro Tecnológico de Polímeros (Senai/CETEPO) v. Centro de Tecnologia Mineral – CETEM v. DIGICROM ANALÍTICA LTDA – EPP v. Visomes Comercial Metrológica Ltda v. Laboratório de Referências Metrológicas (LRM/IPT) v. White Martins

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O NIST, como um INM, só produz MRC! Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O NIST, como um INM, só produz MRC! ERRADO Um produtor de MR pode produzir tanto MR (não certificado), quanto MRC!

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A instituição “Exatidão Sempre” é acreditada como produtora Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A instituição “Exatidão Sempre” é acreditada como produtora de material de referência, o que significa que os 100 materiais disponíveis em seu sítio eletrônicos são MR ou MRC!!! DEPENDE Os 100 materiais disponíveis somente serão MR ou MRC se estiverem no escopo de acreditação. A instituição pode ter somente 1 MR ou MRC acreditado!!! O importante é esta deixar claro qual é o seu escopo de acreditação.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Usuário M RC DECL ARAÇ ÃO DOCU ou Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Usuário M RC DECL ARAÇ ÃO DOCU ou MENT AÇÃO ASSO CIAD A MR 46

MR (documentação) e MRC (certificado): O que é mandatório e o que é opcional! MR (documentação) e MRC (certificado): O que é mandatório e o que é opcional! Workshop de Avaliadores – Cgcre Mandatório Mandatório Nome do material de referência Mandatório Descrição do MR Recomendado Mandatório Uso pretendido Mandatório Instruções para manuseio e uso Quantidade mínima de amostra Rastreabilidade metrológica Mandatório quando aplicável Opcional Mandatório Comutatividade Mandatório quando aplicável Informação de armazenamento Mandatório Período de validade Propriedades de interesse, Valores de propriedade e incertezas associadas Mandatório Opcional Mandatório Nome e contato do produtor Identificação única MRC Certificado Título do documento MR Documentação associada Subcontratados MR 09/11/2015 Documentação associada Elemento Mandatório Métodos de medição para mensurandos Recomendado dependentes do método Métodos de medição para mensurandos independentes do método Mandatório quando aplicável Recomendado Nome e função do organismo aprovador do produtor de MR Opcional Mandatório Número de página Mandatório Versão do documento Mandatório Valores indicativos Opcional Informações sobre saúde e segurança Recomendado Aviso legal Opcional Mandatório Opcional Referência ao relatório de certificação Opcional

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Depois de ler o relatório/certificado v. Antes Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v. Depois de ler o relatório/certificado v. Antes de ler o relatório/certificado

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Usuário M RC DECL ARAÇ ÃO ou DOCU Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Usuário M RC DECL ARAÇ ÃO ou DOCU MENT AÇÃO ASSO CIAD A MR 49

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 http: //www. inmetro. gov. br/laboratorios/doc. Basicos_avaliadores. asp Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 http: //www. inmetro. gov. br/laboratorios/doc. Basicos_avaliadores. asp

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 51 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 51

Avaliadores – Cgcre Para. Workshop de 09/11/2015 utilizados? que os MR são Uso de Avaliadores – Cgcre Para. Workshop de 09/11/2015 utilizados? que os MR são Uso de MR!!! Controle de qualidade Manter escalas convencionais Validação de método MR Calibração Rastreabilidade (MRC) Atribuição de valor a outro material

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Requisitos para uso MR OU MRC 53 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Requisitos para uso MR OU MRC 53

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø ISO Guide 33: 2015 6. 2. 2. Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø ISO Guide 33: 2015 6. 2. 2. 1: The user of a CRM is responsible for assessing the suitability of the material for the intended purpose.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 http: //www. inmetro. gov. br/laboratorios/doc. Basicos_avaliadores. asp Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 http: //www. inmetro. gov. br/laboratorios/doc. Basicos_avaliadores. asp

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 Especificação da propriedade de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 Especificação da propriedade de interesse Valor de propriedade Declaração de incerteza Nível de homogeneidade especificado Nível de estabilidade especificado Declaração de rastreabilidade metrológica Instruções para uso Data de validade do certificado Controle da precisão Controle de tendência Calibração / Atribuição de escalas valor a outro convencionais MR Requerido - Requerido Requerido Requerido Requerido - Requerido Requerido - Requerido 56

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Resultado certo” possui os MRC SRM Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Resultado certo” possui os MRC SRM 3152 a (Sodium (Na) Standard Solution) e o SRM 1643 f (Trace Elements in Water). O analista Ismael utilizou no dia 10/09/2015, na quantificação do íon sódio em CERTO água mineral, o SRM 3152 a para a preparação dos pontos da curva de calibração e o SRM 1643 f como controle de qualidade.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O SRM 1643 f (Trace Elements in Water) Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O SRM 1643 f (Trace Elements in Water) acabou. O analista Ismael então decidiu ERRADO utilizar, no dia 06/11/2015, o SRM 3152 a (Sodium (Na) Standard Solution) para a preparação dos pontos da curva de calibração e como controle de qualidade na quantificação do íon sódio em água mineral.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 13. 1. 3 Not Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 13. 1. 3 Not every RM can be used for every purpose. Furthermore, a given RM can only be used for a single purpose in a specific measurement.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Uso de MRC!!! Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Uso de MRC!!!

Precisão Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 Especificação da propriedade Precisão Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 Especificação da propriedade de interesse Valor de propriedade Declaração de incerteza Nível de homogeneidade especificado Nível de estabilidade especificado Declaração de rastreabilidade metrológica Instruções para uso Data de validade do certificado Controle da precisão X ± U Requerido Desvios padrão sob condições de repetibilidade e reprodutibilidade Requerido - Estável! 61

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Total” utilizou o MRC 8313. 0006 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Total” utilizou o MRC 8313. 0006 (Etanol Hidratado Combustível) para avaliar a precisão das medições de p. H. CERTO O laboratório “ 100 %” utilizou o MR 9313. 0004 (Etanol Hidratado Combustível) para avaliar a precisão das medições de p. H. CERTO O laboratório “Análise Sempre” utilizou o controle interno de qualidade CQ 100 para avaliar a precisão das medições de p. H em CERTO análises de etanol hidratado combustível.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Resultado Certo” utilizou o MR 222 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Resultado Certo” utilizou o MR 222 para determinar a precisão das suas medições de Hg (valor de referência = (0, 037 DEPENDE ± 0, 004 mg/L) e de p. H (valor informativo = 1, 931, s = 0, 002). Por que? § Uso de valor de referência (MR) para precisão OK!!! § Uso de material com valor informativo Depende: Sutileza do ISO Guide 33

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 “indicative”, item 5. 5: Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 “indicative”, item 5. 5: Values, given as “informative”, “for information” or otherwise identified as not being covered by the statements of metrological traceability or measurement uncertainty, are considered to be unfit for use in metrological applications requiring a value assigned to the measurand, such as, calibration, or the assignment of values to other materials. These values are however useful to verify whether an RM is suitable for precision control, or other applications that do not require a property value.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 item 8. 3. 1: Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 item 8. 3. 1: For assessing measurement precision, an RM is needed with sufficient homogeneity and stability. The stability of the RM with respect to all properties of interest should at least be sufficient for the period of time that the precision checking measurements take. If necessary, specific precautions should be taken to monitor the stability of the RM used. Such precautions may consist of demonstrating the stability of the measurement process under study by other means, such as the use of a CRM, or by using an other measurement process of which the stability has been demonstrated.

Medições que requerem exatidão e Workshop de Avaliadores – Cgcre rastreabilidade 09/11/2015 ISO Guide Medições que requerem exatidão e Workshop de Avaliadores – Cgcre rastreabilidade 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 Especificação da propriedade de interesse Valor de propriedade Declaração de incerteza Nível de homogeneidade especificado Nível de estabilidade especificado Declaração de rastreabilidade metrológica Instruções para uso Data de validade do certificado Controle de tendência Calibração / Atribuição de escalas valor a outro convencionais MR Requerido Requerido Requerido Requerido Requerido Requerido X ± U ESSENCIAL

Medições que. Avaliadores – exatidão e requerem Cgcre Workshop de rastreabilidade 09/11/2015 ISO Guide Medições que. Avaliadores – exatidão e requerem Cgcre Workshop de rastreabilidade 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 Especificação da propriedade de interesse Valor de propriedade Declaração de incerteza Nível de homogeneidade especificado Nível de estabilidade especificado Declaração de rastreabilidade metrológica Instruções para uso Data de validade do certificado Controle de tendência Requerido X ± U Requerido Requerido ESSENCIAL

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Controle de qualidade 1, 4 1, 3 y Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Controle de qualidade 1, 4 1, 3 y = 1, 1635 x - 0, 0071 2 R = 0, 9998 1, 2 1, 1 1, 0 Controle razão de área 0, 9 0, 8 amostra 0, 7 0, 6 0, 5 0, 4 0, 3 0, 2 Tolueno 0, 1 Linear (Tolueno) 0, 0 0, 2 0, 4 0, 6 razão de massa 0, 8 1, 0 1, 2

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Análise Certa” utilizou o MRC ERRADO Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Análise Certa” utilizou o MRC ERRADO ERM CA 615 para determinar a exatidão das suas medições de Hg (valor certificado = (0, 037 ± 0, 004 mg/L) e de p. H (valor informativo = 1, 931, s = 0, 002). Por que? v ISO Guide 33: 2015 item 9. 1. 1: . . . For bias checking, it is essential that the reference against which the bias is checked is reliable and metrologically traceable.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 HPA em material particulado 1 2 3 4 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 HPA em material particulado 1 2 3 4 5 6 7 8 ? 9 control NIST SRM 1649 a: material de controle da CCQM-K 50 1 3 4 6 2 5 8 ? 9

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Como avaliar o resultado de medição de um Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Como avaliar o resultado de medição de um MRC? Anexo 4 www. irmm. jrc. be/reference_materials_catalogue/user_support/pages/index. aspx

Avaliadores – Cgcre ISO Workshop 33: 2015: item 9. 2. 2 Guide de 09/11/2015 Avaliadores – Cgcre ISO Workshop 33: 2015: item 9. 2. 2 Guide de 09/11/2015 valor da propriedade do MRC valor obtido na medição Þ incerteza padrão da medição incerteza padrão combinada declarada no certificado do MRC k fator de abrangência para NC = 95 %.

Exemplo: Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q Um laboratório está desenvolvendo um método Exemplo: Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q Um laboratório está desenvolvendo um método para determinar a concentração de metanol em amostras de cachaça. Na etapa de validação este laboratório utilizou o MRC 8653, produzido pelo Inmetro, para avaliar a exatidão. O valor certificado para metanol é de (8, 67 ± 0, 78) mg/100 m. L de cachaça (k = 2; NC = 95 %). O laboratório realizou medições do MRC, obtendo xmed = 8, 65 mg/100 m. L e umed = 0, 20 mg/100 m. L. 0, 02 ≤ 0, 88

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 E se. . . ≥ q ISO Guide Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 E se. . . ≥ q ISO Guide 33 Item 9. 3: “Utilizing bias data”

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø ISO Guide 33 9. 3. 2: In Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø ISO Guide 33 9. 3. 2: In testing, correction for bias is even more complicated, as the behaviour of the CRM(s) may not entirely reflect the behaviour of routine samples. In many cases, it is recommended to improve the method so that the bias is eliminated, rather than attempting to correct for it. Some standard test methods give criteria for acceptable bias. § NOTE: If the behaviour of the CRM is inadequate and the measurement procedure cannot be improved, then the CRM is not suitable for use in assessing bias for the measurement procedure under investigation.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v ISO Guide 33 9. 3. 4: If Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v ISO Guide 33 9. 3. 4: If the bias is significant, that is, d >U (d), usually attempts are made to find the cause of the bias and to reduce or eliminate it. § NOTE U (d) = k u(d), where k denotes a suitably chosen coverage factor. v ISO Guide 33 9. 3. 5: If sufficient reduction or complete elimination of the bias is not possible, the measurement result should be corrected for bias and the uncertainty associated with the bias should be included in the uncertainty evaluation. Corrections may be additive or multiplicative, depending on whether they depend on the value of the quantity to be corrected.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v ISO Guide 33 9. 3. 6: If Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v ISO Guide 33 9. 3. 6: If the observed bias is not corrected for and significant, it should be included in the uncertainty budget. A rough approximation is to add the square of the bias (i. e. d 2) to the uncertainty budget to account for the uncorrected, significant bias.

Medições que requerem exatidão e Workshop de Avaliadores – Cgcre rastreabilidade 09/11/2015 ISO Guide Medições que requerem exatidão e Workshop de Avaliadores – Cgcre rastreabilidade 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 Especificação da propriedade de interesse Valor de propriedade Declaração de incerteza Nível de homogeneidade especificado Nível de estabilidade especificado Declaração de rastreabilidade metrológica Instruções para uso Data de validade do certificado Calibração / Atribuição de escalas valor a outro convencionais MR Requerido Requerido Requerido Requerido X ± U ESSENCIAL

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 10. 1. 1: For Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ISO Guide 33: 2015 10. 1. 1: For calibration, a CRM is needed. Ø ISO Guide 33: 2015 10. 2. 3: A certain degree of quality assurance should be applied when calibrating equipment with CRMs. At minimum, the calibration should be checked with a suitable QCM, a previously used calibrant, or by some other means showing that the last calibration is in agreement with previous calibrations. ISO Guide 33 2. 7: QCM - reference material used for quality control of a measurement.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v ISO Guide 33: 2015 11. 1. 1 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v ISO Guide 33: 2015 11. 1. 1 Particularly in instrument calibration, CRMs are often used to prepare other RMs by means of mixing, dilution, or otherwise. The property value(s) for the newly prepared RM are partly based on the property value(s) of the CRM used for preparation. These applications are covered under the generic heading “assigning values to other materials”. Methods of preparation include gravimetry and volumetry.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q ISO Guide 33: 2015 11. 1. 2: Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q ISO Guide 33: 2015 11. 1. 2: If the equipment used in the preparation process is calibrated appropriately, and the environmental conditions are monitored accordingly, it is possible to obtain property values that are metrologically traceable to SI.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Rastreabilidade? ? ? O que significa? ? ? Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Rastreabilidade? ? ? O que significa? ? ? Como estabelecê-la? ? ?

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Rastreabilidade Þ Rastreabilidade metrológica: Propriedade dum resultado de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Rastreabilidade Þ Rastreabilidade metrológica: Propriedade dum resultado de medição, pela qual tal resultado pode ser relacionado a uma referência através duma cadeia ininterrupta e documentada de calibrações, cada uma contribuindo para a incerteza de medição. NOTA 1: a “referência” pode ser uma definição duma unidade de medida por meio de sua realização prática, ou um procedimento de medição que inclui a unidade de medida para uma grandeza não-ordinal, ou um padrão. § VIM 2012 – JCGM 200: 2012 84

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 SI Incerteza de medição INM Disseminação da rastreabilidade Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 SI Incerteza de medição INM Disseminação da rastreabilidade ao SI Acreditados: laboratórios e e produtores de MRC Rastreabilidade ao SI Laboratórios de campo: Calibração, ensaio e industriais Produtos e serviços Equivalência

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Resultado da medição!!! v Estabelecer a cadeia de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Resultado da medição!!! v Estabelecer a cadeia de rastreabilidade é um requerimento prioritário. Esta deve ser planejada antes da medição. A rastreabilidade não é o resultado de uma medição!

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Calibração Pureza dos padrões Preparo de soluções Validação Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Calibração Pureza dos padrões Preparo de soluções Validação do método Incerteza de medição

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A importância do uso de materiais de referência Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A importância do uso de materiais de referência certificados!!! Þ A quantificação de substâncias/espécies não é uma medição direta!

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Curva de calibração 1, 4 1, 3 y Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Curva de calibração 1, 4 1, 3 y = 1, 1635 x - 0, 0071 2 R = 0, 9998 1, 2 1, 1 1, 0 razão de área 0, 9 amostra 0, 8 0, 7 0, 6 0, 5 0, 4 0, 3 0, 2 Tolueno 0, 1 Linear (Tolueno) 0, 0 0, 2 0, 4 0, 6 razão de massa 0, 8 1, 0 1, 2

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Curva de calibração 1, 4 1, 3 y Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Curva de calibração 1, 4 1, 3 y = 1, 1635 x - 0, 0071 2 R = 0, 9998 1, 2 1, 1 1, 0 MRC: Rastreabilidade amostra razão de área 0, 9 0, 8 0, 7 0, 6 0, 5 0, 4 0, 3 0, 2 Tolueno 0, 1 Linear (Tolueno) 0, 0 0, 2 0, 4 0, 6 razão de massa 0, 8 1, 0 1, 2

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø www. eurachem. com Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø www. eurachem. com

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O MRC em matriz utilizado na validação é Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O MRC em matriz utilizado na validação é parte da cadeia de rastreabilidade?

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 9. 7 Exemplo: Fração mássica de proteína em Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 9. 7 Exemplo: Fração mássica de proteína em grãos v O preço da safra de um grão, como o trigo, depende do seu conteúdo de proteína. v A fração mássica de nitrogênio é medida no campo através de espectrometria de infravermelho próximo e a multiplicação por um fator convencional dá um resultado de medição para o mensurando definido “fração mássica de proteína na amostra de grão usando um fator convencional para converter a fração mássica de nitrogênio em fração mássica de proteína”. v As absorbâncias em vários comprimendos de onda no infravermelho, fornecem indicações altamente correlacionadas e a função de calibração é obtida por um método multivariado como a regressão parcial dos mínimos quadrados.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v A comparabilidade metrológica dos resultados entre os Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v A comparabilidade metrológica dos resultados entre os agricultores em uma região particular é importante, e na Austrália, a indústria iniciou um trabalho com o INM para produzir grãos calibradores que possuem valores de propriedade com rastreabilidade metrológica às medições no SI. v O calibrador primário selecionado foi o NIST SRM 723 d (Tris = 2 amino-2 -(hydroxymethyl)propane-1, 3 -diol) que o INM, sob as deliberações do “Ato Nacional de Medição”, reconheceu como um calibrador primário legal. v O valor de propriedade deste SRM foi estabelecido através de um método primário de medição, provendo rastreabilidade metrológica ao SI.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 9. 7. 1 Descrição da cadeia de rastreabilidade Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 9. 7. 1 Descrição da cadeia de rastreabilidade NIST SRM 723 d Coulometria (pureza) Calibrar Sistemas de medição: método de Dumas SI Distribuição para os plantadores Medir IV próximo (campo) Calibrar Grão “calibrador” de trabalho Estabelece por CI Fração mássica de proteína no Grão “calibrador” Fração mássica de proteína nos Graõs da safra IV próximo Calibrar

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Rastreabilidade do Resultado de Medição ü Aspectos que Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Rastreabilidade do Resultado de Medição ü Aspectos que devem estar sob controle para se estabelecer e demonstrar a rastreabilidade do resultado: § Pureza dos reagentes, solventes e “materiais puros” § Calibração dos equipamentos e vidrarias § Interferências no sinal da medição (ex. : cromatograma – picos) § Técnicas estatísticas apropriadas para a realização dos cálculos § Contaminações, perdas e falhas no processo de medição 98 Validação do método !!! (ISO GUIDE 35: 2006 – Item 9. 2)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MRC: RASTREABILIDADE ESSENCIAL X ± U Exemplos de Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 MRC: RASTREABILIDADE ESSENCIAL X ± U Exemplos de declaração de rastreabilidade metrológica

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A rastreabilidade a um método de medição é Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 A rastreabilidade a um método de medição é aceitável?

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Microbiologia: Rastreabilidade Ø IRMM (Institute for Reference Materials Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Microbiologia: Rastreabilidade Ø IRMM (Institute for Reference Materials and Measurements) certifica materiais de referência cuja rastreabilidade é garantida pela utilização de uma metodologia padronizada em uma comparação interlaboratorial. IRMM 354: Candida albicans (cfu) ISO 7218 Agar NA (917 168) cfu ISO 13681 Agar OGYE (912 173) cfu Ø The certified value (cfu per material sphere) is traceable by applying procedures ISO 7218 and ISO 13681.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Total” utilizou o MRC 8313. 0006 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Total” utilizou o MRC 8313. 0006 (Etanol Hidratado Combustível), para calibrar o seu medidor de p. H. O MRC é CERTO certificado, dentre outros parâmetros, para p. H. O laboratório “ 100 %” utilizou o MR 9500. 0004 (padrão puro de cafeína ) para ERRADO preparar um MRC de cafeína em metanol.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Vida” utilizou o MRC 7313. 005 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O laboratório “Vida” utilizou o MRC 7313. 005 (solução concentrada de cálcio), para preparar, através de diluições sucessivas, 5 padrões de calibração, para a quantificação CERTO de cálcio em água. O laboratório “Análise Sempre” utilizou o ERRADO controle interno de qualidade CQ 200 como padrão de calibração na análise de colesterol em soro.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ERRADO Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ERRADO

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø E os materiais de referência para propriedades Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø E os materiais de referência para propriedades qualitativas? ? ?

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q ISO Guide TR 79: 2015 2. 3. Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q ISO Guide TR 79: 2015 2. 3. 10 Identification probability No uncertainty concept exits for identity. The probability to misidentify for instance the DNA sequence of a material is often very low. To demonstrate this, the probability should be calculated that two sequencing procedures, independently performed in different laboratories, generated identical results by forward and backward sequencing. However, one has to be aware that the DNA sequence information is used to ‘identify’ the material. This identification can be based on established classification schemes, which in itself can be subject to changes. It therefore should be mentioned which classification scheme has been applied at which time.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q ISO Guide TR 79: 2015 2. 3. Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 q ISO Guide TR 79: 2015 2. 3. 11 Documentary and metrological traceability The certified identity is often based on a documentary traceability to a document linking the DNA sequence to a certain identity. Additionally, a metrological traceability exists for the confirmation step (such as dye terminator cycle sequencing or PCR measurements) carried out on the DNA sequence. Beside the metrological traceability, the traceability (trackability) to a classification scheme is of interest.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Política da Cgcre/Inmetro para Rastreabilidade Ø NIT-DICLA-030: RASTREABILIDADE Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Política da Cgcre/Inmetro para Rastreabilidade Ø NIT-DICLA-030: RASTREABILIDADE METROLÓGICA NA ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE E NO RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE AOS PRINCÍPIOS DAS BPL http: //www. inmetro. gov. br/credenciamento/organismos/doc_organismos. a sp? t. Organismo=Calib. Ensaios

8. 3. 1 Visando assegurar a – Cgcre rastreabilidade metrológica das medições Workshop de 8. 3. 1 Visando assegurar a – Cgcre rastreabilidade metrológica das medições Workshop de Avaliadores que realiza, o OAC ou a instalação de teste deve utilizar materiais de 09/11/2015 referência certificados produzidos pelas seguintes organizações: § Laboratórios integrantes do Instituto Nacional de Qualidade e Tecnologia (Inmetro); Metrologia, § Laboratórios brasileiros designados pelo Inmetro a serem signatários do acordo de reconhecimento mútuo do CIPM; § Institutos Nacionais de Metrologia de outros países que sejam signatários do Acordo de Reconhecimento Mútuo do CIPM; § Produtores de materiais de referência que sejam acreditados segundo o ISO Guide 34, pela Cgcre ou por outros Organismos de Acreditação membros da ILAC, IAAC, EA ou APLAC; § Produtores de materiais de referência cujos materiais produzidos sejam abrangidos pela base de dados JCTLM (Joint Committee for Traceability in Laboratory Medicine) voltada a laboratórios de análises clínicas e a diagnósticos in vitro.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø 8. 3. 2 Na falta de materiais Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø 8. 3. 2 Na falta de materiais de referência certificados disponíveis pelas organizações citadas em 8. 3. 1, visando assegurar a rastreabilidade metrológica, o OAC ou a instalação de teste deve adquirir materiais de referência de produtores que disponibilizem informações relevantes quanto à incerteza associada e à rastreabilidade metrológica do valor atribuído ao material de referência.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 É um exemplo para o item 8. 3. Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 É um exemplo para o item 8. 3. 2 da NIT-Dicla-030?

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 § 8. 3. 3 Caso seja necessário utilizar Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 § 8. 3. 3 Caso seja necessário utilizar materiais de referência oriundos de produtores que não atendam aos requisitos 8. 3. 1 ou 8. 3. 2, tais materiais podem ser considerados como insumos críticos e o OAC ou a instalação de teste deve demonstrar que cada material de referência atende ao propósito como requerido pelos seguintes requisitos, conforme aplicável à sua acreditação ou seu reconhecimento. - 4. 6. 2 da norma ABNT ISO/IEC 17025 - 4. 6. 2 da norma ABNT NM ISO 15189 - Seção 4 da NIT-Dicla-035 (BPL)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ABNT NBR ISO/IEC 17025 § 4. 6. 2 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 ABNT NBR ISO/IEC 17025 § 4. 6. 2 O laboratório deve garantir que os suprimentos, reagentes, materiais de consumo adquiridos que afetem a qualidade dos ensaios e/ou calibrações não sejam utilizados até que tenham sido inspecionados ou verificados de alguma outra forma, quanto ao atendimento de especificações de normas ou requisitos definidos nos métodos de ensaio e/ou calibrações em questão. Este serviços e suprimentos devem atender a requisitos especificados. Devem ser mantidos registros das ações tomadas para verificar a conformidade.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v 8. 3. 3. 1 O (s) valor Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 v 8. 3. 3. 1 O (s) valor (es) de propriedade (s) certificado (s) é (são) de responsabilidade e competência exclusiva da organização que assina o certificado do material de referência, não sendo cabível qualquer procedimento de recertificação por parte de terceiros, para revalidar o (s) valor (es) de propriedade (s) certificado (s). (Cunha et al. , 2009) q 8. 3. 3. 2 No caso de materiais de referência ou materiais de referência certificados que não sejam utilizados com a finalidade de assegurar rastreabilidade metrológica, a utilização destes por períodos superiores ao estabelecido pela organização que o produza ou o comercialize pode ser feita pelo OAC ou instalação de teste que os adquiriu, desde que seja comprovada a homogeneidade e a estabilidade do material em relação à (s) propriedade (s) relacionada (s) ao seu uso no processo de medição. (Cunha et al. , 2009)

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Usuário: A Escolha do MRC Þ O usuário Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Usuário: A Escolha do MRC Þ O usuário deve ter estabelecido quais as propriedades do MRC são relevantes para o seu processo de medição. Þ Algumas características do MRC são imprescindíveis de serem avaliadas. (ISO Guide 33: 2015 – item 13. 4) 120

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC ü Nível: O MRC deve Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC ü Nível: O MRC deve ter propriedades certificadas em um nível compatível (ou apropriado) em relação a sua utilização. Exemplo: faixa de concentração compatível. v Matriz: O MRC deve estar numa matriz o mais compatível possível em relação aquela que está sendo utilizada no procedimento de medição. Exemplo: colesterol na carne. 121

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC § Forma: O MRC deve Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC § Forma: O MRC deve estar no mesmo estado físico e forma do material que está sendo medido no processo de medição. Exemplo: sólido (Ferro em farinha). v Quantidade mínima de amostra: Sempre que o certificado do MRC especifique uma quantidade mínima que deve ser utilizada para se obter uma massa representativa de subamostra, esta deve ser seguida. 122

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC q Quantidade: A quantidade adquirida Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC q Quantidade: A quantidade adquirida do MRC deve ser suficiente para todo o processo de medição, incluindo ainda, se necessário, alguma quantidade para reserva. A aquisição de MRC de lotes diferentes para a aplicação em um mesmo processo de medição deve ser evitada. Tal requerimento é devido, por exemplo, ao risco das propriedades do material variarem de um lote para outro. Dentre estas propriedades pode ser citada a granulometria, por exemplo. Este requerimento não se aplica quando a unidade adquirida do MRC é para uso único. 123

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC Ø Estabilidade: Sempre que possível Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Características do MRC Ø Estabilidade: Sempre que possível o MRC deve ter propriedades estáveis durante todo o experimento. Três situações podem existir, a saber: • As propriedades são estáveis, e nenhuma precaução é necessária; • O valor certificado da(s) propriedade (s) pode ser influenciado pelas condições de armazenamento. Neste caso, a unidade do MRC deve ser armazenada antes e depois de ser aberta, nas condições que estão descritas no certificado; • As propriedades (que se modificam em uma taxa conhecida) em tempos específicos são definidas em um certificado fornecido com o MRC. O usuário deve obedecer as instruções para uso como fornecido no certificado ou na documentação associada. Os valores de propriedade e 124 as incertezas estabelecidas são somente válidos nestas condições.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Manuseio de MRC • ISO GUIDE 33: 2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Manuseio de MRC • ISO GUIDE 33: 2015 item 7. 3: In some cases, repackaging of the remaining material can be necessary. Otherwise, the property values stated may become invalid and the CRM unusable or unreliable. The user should follow the instruction provided by the producer in this respect. 125

Workshop de Avaliadores Cgcre Incerteza do –MRC 09/11/2015 • Incerteza: A incerteza do valor Workshop de Avaliadores Cgcre Incerteza do –MRC 09/11/2015 • Incerteza: A incerteza do valor certificado deve ser compatível com a exatidão e a confiabilidade requeridas no processo de medição. Þ Recomenda-se ao usuário não utilizar um MRC de incerteza maior do que o permitido pela finalidade pretendida. Contudo, a indisponibilidade ou o alto custo de um MRC pode compelir um usuário a recorrer ao emprego de um outro MRC de incerteza maior. Neste caso, um MRC de incerteza maior, mas ainda aceitável na propriedade certificada, pode ser preferido a um outro MRC, devido à melhor similaridade com a composição de amostras reais. Isto pode minimizar efeitos químicos ou de matriz no processo de medição, que poderiam causar erros muito maiores do que a 126 diferença entre as incertezas dos MRC.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø Comutatividade: Quando relevante, o usuário deve avaliar Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Ø Comutatividade: Quando relevante, o usuário deve avaliar se o MRC é comutável em relação ao uso pretendido. Os dados da avaliação realizada pelo produtor do MRC podem estar disponíveis auxiliando a avaliação da comutatividade do MRC pelo usuário. Neste caso, efeitos de matriz e efeitos devido a preparação da amostra devem ser avaliados.

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Comutatividade ABNT ISO Guia 34 (2012): avaliar a Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Comutatividade ABNT ISO Guia 34 (2012): avaliar a comutatividade do MR (quando apropriado) Ø Propriedade de um material de referência, demonstrada pela proximidade de concordância entre a relação entre os resultados de medição por uma quantidade determinada neste material, obtida de acordo com dois procedimentos de medição, e a relação obtida entre os resultados de medição por outros materiais especificados. (ABNT ISO Guia 34 (2012) – Item 3. 6) 128

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Þ Hubert w. Vesper, W. Gregory Miller, Gary Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Þ Hubert w. Vesper, W. Gregory Miller, Gary L. Myers. Reference Materials and Commutability. Review Article. Clin. Biochem. Rev. vol. 28 November 2007. 139 -147. v “A não comutatividade de materiais de referência é comumente atribuída a diferenças entre a matriz do material e a matriz das amostras nativas de pacientes. ” Ø “Na prática pode ser difícil distinguir se a não comutatividade de um MR é causada por efeitos de matriz ou falta de especificidade dos procedimentos de medição. ” 129

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Bio-Rad; LITA; Menarini; Sebia; Menarini: não é comutável Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Bio-Rad; LITA; Menarini; Sebia; Menarini: não é comutável para eletroforese capilar ○ Amostras de pacientes

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 132 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 132

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Resultados! v Média dos resultados de uma amostra Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Resultados! v Média dos resultados de uma amostra do EP v Medição de Bacillus cereus expressos em log CFU g -1 resultados ü ISO 7932: referência ü Compass: proporciona resultados inferiores para amostras do MRC ATCC 13061 § Amostras naturalmente contaminadas o Amostras do MRC ATCC 13061 133

Conclusões! 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre Ø Os resultados das medições pelo método Conclusões! 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre Ø Os resultados das medições pelo método Compass apresentam um desvio em relação ao método ISO de referência para as amostras do MRC ATCC 13061. v Acredita-se que este comportamento seja devido a alguns antibióticos presentes no agar utilizado no método Compass inibirem a germinação dos esporos das bactérias. A amostra artificial, não possui substâncias que impeçam ou retardem esta inibição. q A não comutatividade do MRC ATCC 13061 quando utilizado como uma amostra de EP, representa uma situação problemática, quando analisado pelo método Compass, uma vez que penaliza os laboratórios que utilizam esta técnica. 134

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O usuário deve garantir que: Os MRC sejam Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 O usuário deve garantir que: Os MRC sejam efetivamente certificados para o elemento de interesse, e que o valor não seja meramente indicativo análise crítica do certificado! Ø Exemplos!!! 135

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 136 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 136

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Problema!!! Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Problema!!!

Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 “O acesso ao Certificado de Materiais da ATCC Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 “O acesso ao Certificado de Materiais da ATCC (produtor acreditado) não tem sido conseguido por nós. Compramos as cepas certificadas e o certificado não vem junto. Fazemos a solicitação e nunca recebemos o Certificado. Não temos muitas opções de fornecedores nestes casos. A questão do uso dos materiais da ATCC está escrito nos métodos da Farmacopeia Brasileira, para nós, laboratórios oficiais, com uso obrigatório. ”

Obrigada pela atenção!!! Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Se a vida não é Obrigada pela atenção!!! Workshop de Avaliadores – Cgcre 09/11/2015 Se a vida não é um mar de rosas, é porque você está olhando para o lado errado da praia. (Rafael Silveira) Kdfroses. com Janaína Marques Rodrigues INMETRO/DIMCI/DQUIM jmrodrigues@inmetro. gov. br +55 21 2679 -9069 www. inmetro. gov. br dquim@inmetro. gov. br