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UMA TERRÍVEL DESCRIÇÃO Aula 6: Amós 1 -3 Texto Áureo: Amós 3. 3 Profetas Menores Revista Atitude – 4 T 2017
PRA COMEÇAR • • A situação de Israel e das nações vizinhas e invasoras está complicada: não há justiça. Não há profeta digno de ser usado para falar ao povo. Mesmo em situação tão desfavorável espiritualmente, o Senhor falará, por meio daquele que ajuda a carregar o fardo, na cidade ou no campo, mas comprometido com aquele que é justo.
O PROFETA AMÓS E OS POVOS NÃO ATINGIDOS (cap. 12) De Tecoa, terra desértica e afastada, é • • levantado Amós, um profeta em caráter emergencial. Agropecuarista, humilde, profetiza nos reinados de Jeroboão II e Uzias, em meados do séc. VIII a. C. Contemporâneo de Isaías e Oseias, que viveram alguns anos a mais. Seu nome significa “Deus levou”, indicando seu propósito.
O PROFETA AMÓS E OS POVOS NÃO ATINGIDOS (cap. 12) Sua profecia gira em torno de Israel, • • Judá (por ter cometido pecados semelhantes a seu irmão) e as outras nações, por usarem de violência contra Israel era próspera na época, mas Deus atingiria o povo escolhido pois eram piores do que os pagãos, por suas riquezas aumentarem com usurpações.
O PROFETA AMÓS E OS POVOS NÃO ATINGIDOS (cap. 12) A forma denunciada (“por três. . . Por • • • quatro transgressões”) comprova a progressão dos pecados cometidos por todos. Deus poderia ter destruído cada nação tão logo tivesse pecado, mas não o fez por contemporizar. Quando Deus diz “chega”, é porque tiveram oportunidades e as desprezaram.
OS POVOS PORTADOREs DA revelação divina (cap. 1 -2) • • As nações são punidas pelos pecados cometidos contra as leis da natureza, da consciência e do sentimento natural. Judá e Israel são castigados por pecarem contra a vontade de Deus. Damasco, Síria (1. 3 -5): Dá conta da atrocidade de Hazael e seu filho Ben-Hadade contra Israel sob Jeú e Jeoacaz (2 Rs. 10. 32 -33, 13. 3 -7). O juízo vem com envio dos sírios para Quir (2 Rs. 16. 9) por Tiglate-Pileser, anos depois.
OS POVOS PORTADOREs DA revelação divina (cap. 1 -2) • • Gaza (1. 6 -8): Inclui a Filístia menos Gate, talvez por já ter sido destruída por Uzias (2 Cr. 26. 6). Levaram o povo ao cativeiro, vendido e expatriado (Jl. 3. 4 -8, 2 Cr. 28. 18, 21. 16). Tiro (1. 9 -12): Toda a Fenícia é uma referência aos filisteus. Prisioneiros de guerra vendidos a qualquer nação. Havia uma aliança entre o rei Hirão, de Tiro, e Davi e Salomão. Nunca guerrearam, não eram inimigos. O juízo vem quando são incendiados pelos caldeus, a mando de Nabucodonozor.
OS POVOS PORTADOREs DA revelação divina (cap. 1 -2) • • Amom (1. 13 -15): Atacaram Gileade (1 Sm. 11. 1) e invadiram Judá com os caldeus (2 Rs. 24. 2). Chegaram a abrir o ventre de grávidas. A sua vez de ser objeto do invasor chegará (Jr. 49. 3). Moabe (2. 1 -3): Queimou os ossos do rei de Edom até virar cal. Possível referência à guerra entre Israel, Judá e Edom contra os moabitas (2 Rs. 3. 26 -27). Vingativos, por causa desse exibicionismo, seriam destruídos em Queriote (Is. 15. 1, Jr. 48. 24, 41, 45) e não seriam mais uma nação.
OS POVOS PORTADOREs DA revelação divina (cap. 1 -2) • • Judá (2. 4 -5): O irmão do Reino do Sul, também próspero, é lembrado. A situação espiritual era tão grave que um terremoto era uma clara resposta natural do juízo de Deus à soberba de Uzias (2 Cr. 26. 1623). O historiador Flavio Josefo fala da tragédia, que teria sido mais devastadora do que as comuns ocorrências na região. Tanto que Zacarias relembra o caso 200 anos depois (Zc. 14. 4, 5). Tinham a Lei do Senhor, mas a rejeitaram. A tolerância divina estava com seus dias contados.
SEUS ERROS DIANTE DE DEUS (Am. Cap. 2. 6 -cap. 3) • • A vida fácil estava debilitando moralmente o povo (2. 6 -8). O alvo das denúncias são senhores de escravos, juízes que aceitavam suborno, comerciantes, camponeses ricos e sacerdotes. O pecado de desprezar o pobre é lembrado várias vezes no livro, o que leva a uma peculiaridade: denunciados e ameaçados não são os mesmos. A crítica profética não recai sobre pessoas, mas sobre as estruturas da sociedade.
SEUS ERROS DIANTE DE DEUS (Am. Cap. 2. 6 -cap. 3) • • A religião havia sido pervertida (3. 3) porque desvalorizara a particular escolha do Deus que é sobre todas as nações. Israel tornou-se um lugar de confusões, e a imprudência levou-os ao desconhecimento exacerbado do que lhes fora ensinado (v. 10), preferindo o pecado e a maldade. E, como consequência, sua infeliz destruição (v. 15).


