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“Quem então é como Eu? Que ele o anuncie; que ele declare e exponha diante de Mim o que aconteceu desde que estabeleci Meu antigo povo, e o que ainda está para vir; que todos eles predigam as coisas futuras e o que irá acontecer”. Isaías 44: 7
v Saber como a tendência para se conformar com as expectativas do mundo tem sido tão devastadora na história do povo de Deus. v Sentir o desejo de ser firme na fidelidade e lealdade a Deus, como ocorreu com Sadraque, Mesaque e Abede. Nego. v Identificar-se com a condição pecaminosa do povo de Deus, apresentando a Ele outras pessoas através da oração de intercessão.
A verdadeira adoração não deve ser condicionada ao templo ou mesmo ao sábado e também não é apenas alguém dizer que segue o Senhor, mas, um estilo de vida consagrado constante e diário, fechando a porta para as influências do mundo.
A salvação é pela graça, mas, nossas palavras, obras e pensamentos são importantes também. Então, como podemos harmonizar esta questão?
v No episódio de Miquéias 6: 1 -8, Deus deixa claro que os sacrifícios eram didáticos e não um fim em si mesmo, a prática da justiça, fidelidade e humildade é o que Deus requer de nós.
v Os pensamentos e ações revelam a realidade da nossa experiência com Deus, obras não salvam, mas, são reflexos de nossa situação.
v Nada menos do que a morte de Cristo poderia resolver o problema trazido pelo pecado.
Aprendendo com a postura do profeta Isaías diante do seu chamado, como seriam nossos cultos se cada ador tivesse uma atitude de reconhecimento de sua pecaminosidade e o senso da própria necessidade de Graça?
v Deus chamou Isaías numa época em que Judá, apesar de frequentar o templo e revelar fervor religioso, começa a declinar espiritualmente, seguindo o exemplo de Israel.
v A experiência de Isaías nos revela que a proximidade da glória de Deus, o sendo de sua presença, faz com que a nossa pecaminosidade seja notada e a necessidade da graça percebida.
v Em nossos cultos deveriam a música, a liturgia, a oração e a pregação trabalharem juntas, de modo que, a cada momento, nos conduzissem à fé, ao arrependimento, à pureza, e à disposição de clamar: “Eis-me aqui. Envia-me!”.
Podemos errar mesmo quando ofertamos ou jejuamos?
v Deus está mais interessado na nossa maneira de tratar os outros, especialmente os fracos e desamparados entre nós, do que em todos os tipos de rituais religiosos, mesmo os que Ele instituiu.
v Alguns se sentem orgulhosos e superiores pela maneira que adoram, ofertando ou mesmo jejuando, mas, a igreja é para pecadores, e se tivéssemos que esperar até que fôssemos perfeitos, antes de adorar ao Senhor, então, nenhum de nós iria adorá-lo.
v Alguns tipos de jejuns são apenas uma exibição inútil. São sintomas da hipocrisia, que cobiça os privilégios da obediência, enquanto detesta suas responsabilidades. A abnegação, motivada pelo amor a Deus, serve aos que estão em necessidade. O coração precisa estar envolvido na oferta.
A nossa falta de percepção do quanto valemos pode influenciar o quê ou como adoramos?
v O profeta Isaías, no capítulo 44, ridiculariza os que criam em ídolos feitos com as próprias mãos, deuses fabricados por eles mesmos, e em seguida se prostram para adorar essas coisas que de fato, não tem nenhum valor, não trazem esperança alguma.
v Pensar nestes ídolos nos parece ridículo e insensato, porém, não estamos em perigo de fazer algo semelhante, dedicando a vida, o tempo e a energia em coisas que, no fim, não tem valor, coisas que não podem atender às necessidades mais profundas do ser, e que certamente não poderão nos redimir da sepultura, no fim do tempo?
v O Senhor é Criador e Redentor e somente Ele pode nos salvar, portanto, somente Ele é digno de nossa adoração e louvor. Devemos adorá-lo de coração, Ele deve ser o primeiro e único Deus em cada dia de nossa existência.
Sermos zelosos com a casa de Deus, aparentemente reverentes e defensores da boa conduta na liturgia, não prova que somos realmente espirituais.
v No reino de Judá, o reino do Sul, apesar de muitos altos e baixos, havia a manifestação externa de piedade e adoração, mas, que não eram aceitáveis ao Senhor, porque não eram compatíveis com o interior.
v As pessoas daquele tempo acreditavam que, simplesmente pelo fato de ir ao templo do Senhor e adorar ali, estavam seguras, salvas, e estavam fazendo tudo que era necessário.
v Com toda a luz que recebemos como Adventistas do Sétimo Dia, não estamos em perigo de cometer o mesmo erro daquelas pessoas?
1. Rituais oferecidos a Deus, sem uma atitude de dependência, humildade e amor, não são aceitos porque Ele percebe a hipocrisia ou sinceridade de seus adores. 2. O senso de nossa pecaminosidade, em contraste com a glória de Deus, nos faz entender Seu poder Criador e Redentor e quem realmentende isso atende Seu chamado para servir.
3. Justiça, misericórdia e serviço humilde são as marcas de um verdadeiro ador. 4. Quando realmente sentirmos a presença de Deus, pediremos como Isaías, pureza de coração. Então, poderemos aceitar Seu chamado para andar humildemente com Ele, servindo a todos que Ele colocar em nosso caminho, com a devida justiça e compassiva misericórdia.
- Resumo: Pr. Adilson Gonçalves – Departamental MIPES da ACP. - Slides Apresentação: Departamento de Escola Sabatina da USB.


