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PODER E TECNOLOGIA – CAP. 25 A POSSE DE TECNOLOGIA SEMPRE SIGNIFICOU PARA OS PODER E TECNOLOGIA – CAP. 25 A POSSE DE TECNOLOGIA SEMPRE SIGNIFICOU PARA OS DIFERENTES POVOS A EXPANSÃO DE SEUS INTERESSES ECONÔMICOS, MILITARES E ATÉ TECNOLÓGICOS SOBRE OUTROS TERRITÓRIOS.

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PODER E TECNOLOGIA Número de usuários da Internet PODER E TECNOLOGIA Número de usuários da Internet

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PODER E TECNOLOGIA Aldeia Global Conceito criado pelo sociólogo canadense Marshall Mcluhan. A noção PODER E TECNOLOGIA Aldeia Global Conceito criado pelo sociólogo canadense Marshall Mcluhan. A noção principal é de um mundo interligado com ideias comuns difundidas e criadas, voltadas para o bem comum dos homens e do planeta.

PODER E TECNOLOGIA Recursos x tecnologia Deter recursos naturais é um privelégio, contudo, mesmo PODER E TECNOLOGIA Recursos x tecnologia Deter recursos naturais é um privelégio, contudo, mesmo um recurso importante pode não beneficiar a população do país onde se situa. Potência – País que controla boa parte da tecnologia utilizada no planeta ou, ainda, quando mantém diversos países sob sua dependência

PODER E TECNOLOGIA A Doutrina Bush e o “Eixo do Mal” • Após o PODER E TECNOLOGIA A Doutrina Bush e o “Eixo do Mal” • Após o atentado de 11 de setembro os EUA criaram a Doutrina Bush baseada na “Guerra contra o Terror”. • Alguns países foram colocados numa lista intitulada “Eixo do Mal” (Iraque, Irã e Coréia do Norte). • A Doutrina Bush definiu novas ações militares do EUA, endossando a chamada guerra preventiva.

PODER E TECNOLOGIA A invasão do Iraque • Foi iniciada em março de 2003, PODER E TECNOLOGIA A invasão do Iraque • Foi iniciada em março de 2003, sem a anuência do Conselho de Segurança da ONU (França, Russia e China não aprovaram). • O principal argumento dos EUA para invadir o país era que este possui armas de destruição em massa. • Os reais interesses dos EUA na invasão do Iraque estão relacionados a fatores econômicos.

PODER E TECNOLOGIA A Coréia do Norte no Eixo do Mal • Em 2002 PODER E TECNOLOGIA A Coréia do Norte no Eixo do Mal • Em 2002 , o país foi colocado no “Eixo do Mal” pois os EUA alegaram que seu programa nuclear é considerado um perigo para o Ocidente e seus aliados. • King Jong Il retirou o país do Tratado de não proliferação de armas nucleares (TNP) e reativou seu programa nuclear fazendo testes nucleares e testando mísses.

PODER E TECNOLOGIA O Irã e o seu programa nuclear • Desde 1979, com PODER E TECNOLOGIA O Irã e o seu programa nuclear • Desde 1979, com a Revolução Islâmica que criou o governo teocrático no Irã, as relações deste país com os EUA estremeceram. • A constituição do Irã prevê duas lideranças: o presidente e o líder supremo (responsável pelas questões de segurança do país). • Em 2005 foi eleito como presidente Mahmoud Ahmadinejad, que insiste em manter o programa nuclear, alegando ter finalidade pacífica o enriquecimento de urânio

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PODER E TECNOLOGIA Israel – forte investidor em tecnologia bélica e nas forças armadas. PODER E TECNOLOGIA Israel – forte investidor em tecnologia bélica e nas forças armadas. • Em 1948 a ONU criou o estado de Israel e delimitou o território para a criação do estado da Palestina. • Os Judeus não respeitaram as resoluções que defendiam o Estado Palestino intensificando cada vez mais os conflitos entre Árabes e Judeus.

PODER E TECNOLOGIA Israel – forte investidor em tecnologia bélica e nas forças armadas. PODER E TECNOLOGIA Israel – forte investidor em tecnologia bélica e nas forças armadas. • A economia de Israel é muito dependente da exportação de produtos básicos, seus recursos naturais são escassos, o clima do país é desértico o que torna o país vulnerável. • Israel se impos no Oriente Médio militarmente. Produz e estoca bombas nucleares e não assinou o Tratado Internacional de não Proliferação de Armas Atômicas.

PODER E TECNOLOGIA O poder das corporações globais Corporações globais ou transnacionais : empresas PODER E TECNOLOGIA O poder das corporações globais Corporações globais ou transnacionais : empresas que possuem, pelo menos, 10% da participação nos negócios em filiais localizadas em território estrangeiro. No mundo existem mais de 60 mil conglomerados mundiais que empregam mais de 54 milhões de pessoas. São responsáveis por dois terços de todo comércio internacional.

PODER E TECNOLOGIA O poder das corporações globais Através de uma extensa rede de PODER E TECNOLOGIA O poder das corporações globais Através de uma extensa rede de filiais espalhadas pelo mundo, as corporações globais geram lucros e os remetem para suas sedes, beneficiando com isso a economia dos seus respectivos países. Por outro lado, os países pobres tem apresentado uma “deterioração dos termos de troca”, ou seja, a diminuição dos valores de suas produções no setores secundário e terciário.

PODER E TECNOLOGIA O poder paralelo – narcotráfico e atividades ilícitas A rapidez, o PODER E TECNOLOGIA O poder paralelo – narcotráfico e atividades ilícitas A rapidez, o anonimato, a eficiência, a falta de controle e a grande segurança do mundo financeiro dão uma forte proteção para todos os tipos de redes ilegais. Redes ilegais – prostituição, pedofilia, corrupção, tráfico de armas, tráfico de entorpecentes, contrabando, máfias, terrorismo e lavagem de dinheiro.

PODER E TECNOLOGIA O poder paralelo – narcotráfico e atividades ilícitas Lavagem de dinheiro PODER E TECNOLOGIA O poder paralelo – narcotráfico e atividades ilícitas Lavagem de dinheiro – Dar fachada de dignidade a dinheiro de origem ilegal. Paraísos fiscais – praças financeiras onde o sigilo bancário é protegido por lei. Só o narcotráfico movimenta cerca de 400 bilhões de dólares por ano , valor equivalente ao PIB de países como a Suiça ou Bélgica.

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PODER E TECNOLOGIA O poder paralelo – narcotráfico e atividades ilícitas Colômbia – Maior PODER E TECNOLOGIA O poder paralelo – narcotráfico e atividades ilícitas Colômbia – Maior produtora de cocaina do mundo, país cuja aproximadamente metade do território é controlado pelas FARC, acusadas de se financiarem com a venda de cocaina. Na Colômbia, os indígenas consomem a folha de coca como alimento e os poderosos grupos criminosos utilizam para a fabricação da cocaina, exportada para os EUA e Europa.

PODER E TECNOLOGIA O poder da mídia A maioria dos meios de comunicação estão PODER E TECNOLOGIA O poder da mídia A maioria dos meios de comunicação estão comprometidos com o poder econômico e com a manipulação da mídia conduzida por ele. Os meios de comunicação tradicionais estão em crise no mundo todo. Hoje, o consumidor da comunicação não admite a informação de mão única, através da Internet, é cada vez mais questionador e formulador de notícias e tendências.

PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira O dinheiro é o único produto que, atualmente, tem PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira O dinheiro é o único produto que, atualmente, tem liberdade de entrada e saída nos países com rapidez, através das infovias. Existem países que, literalmente, vivem de investimentos como a Suiça. O sistema financeiro vive hoje de investimentos, empréstimos e aplicações na Bolsa de Valores.

PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira O capital financeiro tem amplo domínio e influência nas PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira O capital financeiro tem amplo domínio e influência nas sociedades de todo mundo e toma decisões em nome do governo. Ele não reconhece fronteiras e circula com muita rapidez pelo globo, por intermédio das conquistas tecnológicas e dos recursos eletrônicos. O capital especulativo é o dinheiro aplicado no mercado financeiro, é um investimento volátil. O país que tem a maior parte de suas reservas cambiais composta pelo capital especulativo volátil está em constante risco.

PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A crise mexicana (1994) O México acumulou déficits enormes PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A crise mexicana (1994) O México acumulou déficits enormes devido ao alto valor de sua moeda e dificuldade de exportação o que gerou uma fuga de capitais e o país ficou sem reserva cambial. Os EUA emprestaram dinheiro ao México e transferiram centenas de empresas maquiladoras para a fronteira norte do país fazendo com que as exportações e a entrada de dólares do capital produtivo aumentasse.

PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A crise Argentina (2001) A criação, na década de PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A crise Argentina (2001) A criação, na década de 90, da paridade entre o peso e o dólar foi o principal fator para a crise. O peso valorizado aumentou as importações e os gastos internacionais e dificultou as exportações gerando déficit na balança comercial e falência de empresas nacionais.

PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A crise asiática (1997) O desenvolvimento econômico e produtivo PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A crise asiática (1997) O desenvolvimento econômico e produtivo dos Tigres Aiáticos, patrocinado pelo Japão, transformou essa região em plataforma de exportação atraindo os investimentos especulativos que aproveitaram os privilégios econômicos dos governos autoritários e corruptos. No final dos anos 80 descobriu-se que vários regimes políticos fraudavam as contas e balanços nacionais o que gerou, nos anos 90, uma grande fuga de capitais.

PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A primeira crise econômica mundial do século XXI Também PODER E TECNOLOGIA Dominação financeira A primeira crise econômica mundial do século XXI Também chamada de crise da desregulamentação dos mercados ou crise do Neoliberalismo. Teve iníco em 2008, a facilidade de crédito e o menor rigor para contratação de empréstimos levou milhares de pessoas a se endividarem muito para adquirir um imóvel ou para trocar o antigo por outro o que gerou dívidas que afetaram todo sistema financeiro mundial.

CULTURA DE MASSA INDUSTRIA CULTURAL – CAP 26 E 27 CULTURA DE MASSA INDUSTRIA CULTURAL – CAP 26 E 27

A CONSOLIDAÇÃO E O FORTALECIMENTO DOS ESTADOS NACIONAIS, QUE PASSARAM A SER DEFINIDOS PELA A CONSOLIDAÇÃO E O FORTALECIMENTO DOS ESTADOS NACIONAIS, QUE PASSARAM A SER DEFINIDOS PELA UNIDADE DE LÍNGUA E RELIGIÃO E PELA UNIDADE TERRITORIAL OU POLÍTICA, LEVOU A IDÉIA DE NAÇÃO. INTELECTUAIS EUROPEUS FORMULARAM A NOÇÃO DE “ESPÍRITO DE UM POVO” EXPRIMIDO NAS ARTES E NAS TRADIÇÕES NACIONAIS ESSAS SOCIEDADES SOB FORMAS DE ESTADOS NACIONAIS ERAM CAPITALISTAS E, COMO TAIS, DIVIDIDAS EM CLASSES SOCIAIS

TRADIÇÃO NACIONAL = FOLCLORE CULTURA E ARTE POPULAR MITOS, LENDAS E RITOS DANÇAS, MUSICAS TRADIÇÃO NACIONAL = FOLCLORE CULTURA E ARTE POPULAR MITOS, LENDAS E RITOS DANÇAS, MUSICAS REGIONAIS • ARTE OU CULTURA ERUDITA = ELITE INTELECTUAIS E ARTISTAS DA CLASSE DOMINANTE DA SOCIEDADE ARTE CONSUMIDA POR UM PÚBLICO LETRADO

CONTEXTO HISTÓRICO SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Þ DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE INDUSTRIAL. Þ DESLOCAMENTO POPULACIONAL • CONTEXTO HISTÓRICO SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Þ DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE INDUSTRIAL. Þ DESLOCAMENTO POPULACIONAL • ÁREA RURAL PARA A ÁREA URBANA. • OBS – NESSE CONTEXTO, A MAIORIA DOS TRABALHADORES DEIXAVA PARA TRÁS SUA CULTURA E SUA ARTE (DENOMINADA DE FOLCLORE PELOS INTELECTUAIS).

ESCOLA DE FRANKFURT MENTALIDADE MARXISTA ESSES INTELECTUAIS CULTIVAVAM A CONHECIDA TEORIA CRITICA DA SOCIEDADE. ESCOLA DE FRANKFURT MENTALIDADE MARXISTA ESSES INTELECTUAIS CULTIVAVAM A CONHECIDA TEORIA CRITICA DA SOCIEDADE. ESTA CORRENTE FILOSÓFICA FOI RESPONSÁVEL PELA DISSEMINAÇÃO DE EXPRESSÕES COMO INDUSTRIA CULTURA OU CULTURA DE MASSAS. WALTER BENJAMIN - JURGEN HABERMAS MAX HORKHEIMER

WALTER BENJAMIN WALTER BENJAMIN

A EXPRESSÃO CULTURA DE MASSA CRIADA COM UM OBJETIVO ESPECÍFICO: ÞATINGIR A MASSA POPULAR, A EXPRESSÃO CULTURA DE MASSA CRIADA COM UM OBJETIVO ESPECÍFICO: ÞATINGIR A MASSA POPULAR, TRANSCENDENDO ASSIM, TODA E QUALQUER DISTINÇÃO DE NATUREZA: • ÉTICA • SOCIAL • ETÁRIA • SEXUAL

INDUSTRIA CULTURAL E CULTURA DE MASSA 01 – CONCEITO A PARTIR DA SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIA CULTURAL E CULTURA DE MASSA 01 – CONCEITO A PARTIR DA SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (XIX), AS ARTES USUFRUEM UMA FASE DE PRODUÇÃO AUTÔNOMA. TORNAM-SE DEPENDENTES DAS NECESSIDADES DE MERCADOS. A) OS BENS CULTURAIS SÃO PRODUZIDOS COMO MERCADORIA. B) A INDUSTRIA CULTURAL CRIA A ILUSÃO DE FELICIDADE NO PRESENTE E ELIMINA A DIMENSÃO CRÍTICA. C) IMPORTANTE – A INDÚSTRIA CULTURAL OCUPA O ESPAÇO DE LAZER DO TRABALHADOR SEM LHE DAR TEMPO PARA PENSAR SOBRE AS CONDIÇÕES DE EXPLORAÇÃO EM QUE VIVE.

CRÍTICAS DEVEMOS SABER QUE A PROPAGANDA RESSALTA A MAGIA DA MERCADORIA. NA INDUSTRIA CULTURAL, CRÍTICAS DEVEMOS SABER QUE A PROPAGANDA RESSALTA A MAGIA DA MERCADORIA. NA INDUSTRIA CULTURAL, O CONSUMIDOR É TRATADO COMO REI, MAS NÃO O É, NA REALIDADE ELE É SIMPLESMENTE OBJETO DELA. OS PRODUTOS SÃO ADAPTADOS AO CONSUMO DAS MASSAS (QUE EM GRANDE PARTE TORNA-SE ESCRAVO DELA, DETERMINANDO O SEU CONSUMO).

WALTER BENJAMIN (ESCOLA DE FRANKFURT) FILÓSOFO, CRÍTICO, LITERÁRIO, ALEMÃO, JUDEU BASES NO MARXISMO ANALISA WALTER BENJAMIN (ESCOLA DE FRANKFURT) FILÓSOFO, CRÍTICO, LITERÁRIO, ALEMÃO, JUDEU BASES NO MARXISMO ANALISA A ARTE NA ÉPOCA DA “CÓPIA” A PRINCÍPIO ERA OTIMISTA “IMAGINAVA QUE A REPRODUÇÃO DAS OBRAS DE ARTE (PELO LIVRO, PELAS GRÁFICAS, PELA FOTOGRAFIA, PELO RÁDIO E CINEMA) PERMITIRIA À MAIORIA DAS PESSOAS O ACESSO A CRIAÇÕES QUE, ATÉ ENTÃO, APENAS UNS POUCOS PODIAM CONHECER. NA REALIDADE, BENJAMIN PREGAVA A DEMOCRATIZAÇÃO DA CULTURA E DAS ARTES. EXEMPLO:

A BÍBLIA MARTINHO LUTERO TRADUZIU A BÍBLIA RESULTOU DA REVOLTA EM REVOLTA DAS MASSAS A BÍBLIA MARTINHO LUTERO TRADUZIU A BÍBLIA RESULTOU DA REVOLTA EM REVOLTA DAS MASSAS – PERCEBERAM QUE SEUS GOVERNANTES NÃO SEGUIAM OS ENSINAMENTOS

QUEDA DO PENSAMENTO DE BENJAMIN A CULTURA FOI SUBMETIDA ÀS REGRAS DO MERCADO CAPITALISTA QUEDA DO PENSAMENTO DE BENJAMIN A CULTURA FOI SUBMETIDA ÀS REGRAS DO MERCADO CAPITALISTA – PRODUTOS CULTURAIS FABRICADOS EM SÉRIE AS OBRAS DE ARTE SÃO MERCADORIAS, COMO TUDO QUE EXISTE NO CAPITALISMO. VISAM LUCRO VIROU COISA BANAL, LEVE, ENTRETENIMENTO E DIVERSÃO PARA AS HORAS DE LAZER

ATENÇÃO ÞA INDÚSTRIA CULTURAL VENDE CULTURA. PARA VENDÊ-LA DEVE SEDUZIR E AGRADAR O CONSUMIDOR. ATENÇÃO ÞA INDÚSTRIA CULTURAL VENDE CULTURA. PARA VENDÊ-LA DEVE SEDUZIR E AGRADAR O CONSUMIDOR. PARA SEDUZÍLO E AGRADÁ-LO, NÃO DEVE CHOCÁ-LO, PROVOCÁ-LO, FAZÊ-LO PENSAR, FAZÊ-LO TER INFORMAÇÕES NOVAS QUE PERTURBEM, MAS DEVE DESENVOLVERLHE, COM NOVA APARÊNCIA, O QUE ELE SABE, JÁ VIU, JÁ FEZ. MARILENA CHAUÍ

SEGUNDO HORKHEIMER DEVIDO A MASSIFICAÇÃO CULTURAL, AS ARTES PERDERAM ALGUMAS DE SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS SEGUNDO HORKHEIMER DEVIDO A MASSIFICAÇÃO CULTURAL, AS ARTES PERDERAM ALGUMAS DE SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E TORNARAM-SE: • CONSUMISTAS • REPETITIVAS • MODISTA • DISSIMULADORAS DA REALIDADE

CARLOS DRUMOND DE ANDRADE EU, ETIQUETA MEU BLUSÃO TRAZ LEMBRETE DE BEBIDA QUE JAMAIS CARLOS DRUMOND DE ANDRADE EU, ETIQUETA MEU BLUSÃO TRAZ LEMBRETE DE BEBIDA QUE JAMAIS PUS NA BOCA NESTA VIDA. MEU LENÇO, MEU RELÓGIO, MEU CHAVEIRO, MINHA GRAVATA E CINTO E ESCOVA E PENTE, MEU COPO, MINHA XÍCARA, MINHA TOALHA DE BANHO E SABONETE, MEU ISSO, MEU AQUILO, DESDE A CABEÇA AO BICO DOS SAPATOS, SÃO MENSAGENS, LETRAS FALANTES, GRITOS VISUAIS, ORDENS DE USO, ABUSO, REINCIDÊNCIA, COSTUME, HÁBITO, PREMÊNCIA, INDISPENSABILIDADE.

E FAZEM DE MIM HOMEM ANUNCIO-ITINERANTE, ESCRAVO DA MATÉRIA ANUNCIADA. NÃO SOU – VÊ E FAZEM DE MIM HOMEM ANUNCIO-ITINERANTE, ESCRAVO DA MATÉRIA ANUNCIADA. NÃO SOU – VÊ LÁ – ANUNCIO CONTRATADO. EU É QUE MIMOSAMENTE PAGO PARA ANUNCIAR, PARA VENDER EM BARES, FESTAS, PRÁIAS, PISCINAS E BEM À VISTA EXIBO ESTA ETIQUETA GLOBAL NO CORPO QUE DESISTE DE SER VESTE E SANDÁLIA DE UMA ESSÊNCIA TÃO VIVA INDEPENDENTE QUE MODA OU SUBORNO ALGUM A COMPROMETE. HOJE SOU COSTURADO, SOU TECIDO, SOU GRAVADO DE FORMA UNIVERSAL, SAIO DA ESTAMPARIA, NÃO DE CASA,

DA VITRINA ME TIRAM, RECOLOCAM, OBJETO PULSANTE, MAS OBJETO QUE SE OFERECE COMO SIGNO DA VITRINA ME TIRAM, RECOLOCAM, OBJETO PULSANTE, MAS OBJETO QUE SE OFERECE COMO SIGNO DE OUTROS OBJETOS ESTÁTICOS, TARIFADOS. POR ME OSTENTAR ASSIM, TÃO ORGULHOSO DE SER NÃO EU, MAS ARTIGO INDUSTRIAL

O POEMA FAZ REFERÊNCIA DIRETA AO CONCEITO DE CULTURA DE MASSA UMA FORMA DE O POEMA FAZ REFERÊNCIA DIRETA AO CONCEITO DE CULTURA DE MASSA UMA FORMA DE CONTROLE DA CONSCIÊNCIA PELO EMPREGO DE MEIOS COMO: CINEMA RÁDIO IMPRENSA

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO E CULTURA DE MASSA FORMA DE APRESENTAÇÃO DE UM DETERMINADO PRODUTO ARTÍSTICO – COMUNICAÇÃO E CULTURA DE MASSA FORMA DE APRESENTAÇÃO DE UM DETERMINADO PRODUTO ARTÍSTICO – IDÉIA DE ESTÉTICA, TÉCNICA.

INDUSTRIA CULTURAL LIGADA AO EFEITO, AO CONSUMO, OU SEJA, AO VALOR DA OBRA DE INDUSTRIA CULTURAL LIGADA AO EFEITO, AO CONSUMO, OU SEJA, AO VALOR DA OBRA DE ARTE QUE SE TRANSFORMOU NUM BEM DE CONSUMO. A INDUSTRIA CULTURAL PORPORCIONA AO HOMEM NECESSIDADES, FAZENDO COM QUE ELE COMPRE AQUILO QUE NÃO PRECISA, COM O DINHEIRO QUE ELE NÃO TEM, FAZENDO-O CONSUMIR INSESANTEMENTE, DEVIDO AO PROGRESSO TÉCNICO E CIENTÍFICO QUE SÃO CONTROLADOS PELA MESMA (INDUSTRIA CULTURAL). POR ESSA RAZÃO, NÃO É ESPECÍFICO DE UMA OU OUTRA CLASSE: ENCONTRA-SE ENTRE POBRES E RICOS. É UM FENÔMENO DERIVADO DO CONSUMISMO

HISTÓRIA DA ÁFRICA COLONIAL HISTÓRIA DA ÁFRICA COLONIAL

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11. 645, DE Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11. 645, DE 10 MARÇO DE 2008. Altera a Lei n o 9. 394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10. 639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o O art. 26 -A da Lei n o 9. 394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 26 -A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. § 1 o O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. § 2 o Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras. ” (NR) Art. 2 o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 10 de março de 2008; 187 o da Independência e 120 o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Fernando Haddad

Imagens sobre África Imagens sobre África

Cena do filme Madagascar em que a África está como habitat natural de várias Cena do filme Madagascar em que a África está como habitat natural de várias espécies animais e o único ser humano africano que aparece é um guia turístico que perde a liderança para a velhinha “brava” de Nova Iorque. Os animais têm caráter humano e a “sociedade” dos animais da África aparece como tribal, supersticiosa, com um líder desequilibrado. Os personagens principais, vindos do Zoológico de Nova Iorque ensinam aos habitantes naturais da África a desvalorizarem a violência e a valorizarem a amizade e os salvam resolvendo os seus problemas de forma diplomática e não “supersticiosa”.

A Savana A Savana

A miséria e a fome A miséria e a fome

A imagem tradicional sobre a África pré-colonial: um modo de vida tribal das populações A imagem tradicional sobre a África pré-colonial: um modo de vida tribal das populações autóctones

DJENNÉ-MALI 1906 – Vista do conjunto. O centro da vila é dominado por ruínas DJENNÉ-MALI 1906 – Vista do conjunto. O centro da vila é dominado por ruínas e a antiga mesquita. As ruínas são do Império Mali, que existiu das décadas de 1230 à 1600. Foi descrito pelos viajantes árabes como um Estado rico e suntuoso durante o seu apogeu, e certamente foi um importante centro comercial da África Moderna. No seu auge, compreendeu os territórios que hoje correspondem ao Mali, Senegal, Gâmbia, Guiné Bissau e Burkina Faso.

Marrocos faz parte da região conhecida como Magrebe, em que a população é majoritariamente Marrocos faz parte da região conhecida como Magrebe, em que a população é majoritariamente muçulmana e árabe.

Aproximadamente 75% da população do Sudão está ligada ao Islã, enquanto que entre 15 Aproximadamente 75% da população do Sudão está ligada ao Islã, enquanto que entre 15 -20% veneram deuses indígenas, e 5% da população é cristã. É um país considerado árabe e faz parte da Liga Árabe desde 1956.

Máscaras Africanas Máscaras Africanas

"Les demoiselles D 'Avignon" - Pablo Picasso Os rostos das mulheres à direita fazem referência às máscaras africanas.

O Imperialismo O Imperialismo "Se pudesse, anexaria os planetas. " Cecil Rhodes, inglês.

Justificativas europeias para a colonização: - Crise Econômica Europeia 1876 -1892 - Nacionalismo - Justificativas europeias para a colonização: - Crise Econômica Europeia 1876 -1892 - Nacionalismo - O “fardo do homem branco” - Cristianismo evangelista - Darwinismo Social

Benefícios econômicos e políticos do Imperialismo para a Europa: - Novos mercados consumidores. - Benefícios econômicos e políticos do Imperialismo para a Europa: - Novos mercados consumidores. - Fornecimento de matéria-prima e bens agrícolas baratos. - Mão de obra barata. - Exportação de capitais. - Escoamento da população européia. - Exploração de riquezas naturais ainda inexploradas. - Aumento do prestígio nacional.

Leopoldo II, rei da Bélgica, foi proprietário da região que hoje corresponde à República Leopoldo II, rei da Bélgica, foi proprietário da região que hoje corresponde à República Democrática do Congo durante o tempo em que foi chamado de “Estado Livre do Congo”.

As populações autóctones foram mutiladas no “Estado Livre do Congo” (atual República Democrática do As populações autóctones foram mutiladas no “Estado Livre do Congo” (atual República Democrática do Congo) por não atingirem as metas da produção de borracha no final de século XIX e início do XX.

RESISTÊNCIAS AO COLONIALISMO RESISTÊNCIAS AO COLONIALISMO

Prestei atenção à vossa mensagem sem encontrar razão para vos obedecer. Preferiria morrer. Se Prestei atenção à vossa mensagem sem encontrar razão para vos obedecer. Preferiria morrer. Se for amizade que você deseja, então eu estou pronto para ela, hoje e sempre; mas para ser seu súdito, isto eu não posso ser. Se for guerra você deseja, então eu estou pronto, mas nunca para ser seu súdito. Não caio a vossos pés, pois sois uma criatura de Deus como eu (. . . ). Sou sultão aqui na minha terra. Vós sois sultão lá na sua. No entanto, vede, não vos digo que me deveis obedecer, pois sei sois um homem livre. Quanto a mim, não irei à vossa presença; se sois bastante forte, vinde vós me procurar. Réplica Machemba, dos. Yao, ao comandante de chefe alemão Hermann vos Wissmann, em 1880

A proposta para o país Ashanti, na presente situação, colocarse sob a proteção de A proposta para o país Ashanti, na presente situação, colocarse sob a proteção de Sua Majestade a Rainha e Imperatriz da Índia foi objeto de exame aprofundado, mas me permitam dizer que chegamos à seguinte conclusão: meu reino, o Ashanti, jamais aderirá a tal política. O país Ashanti deve continuar a manter, como até agora, laços de amizades com todos os brancos. Não é por ufanismo que escrevo isto, mas tendo clareza do significado das palavras (. . . ). A causa Ashanti progride, e nenhum Ashanti tem a menor razão para se reocupar com o futuro ou para acreditar, por um só instante, que as hostilidades passadas tenham prejudicado a nossa causa. Declaração Premph rei dos. Ashanti, sobre ofertadeproteção de I, a britânica em 1891

Estou vendo como os brancos penetram cada vez mais na África; em todas as Estou vendo como os brancos penetram cada vez mais na África; em todas as partes do meu país as companhias estão em ação (. . . ) É preciso que meu país também adote estas reformas, e estou plenamente disposto a propiciá-las (. . . ) Também gostaria de ver boas estradas e boas ferrovias (. . . ). Mas meus antepassados eram makombe e makombe quero continuar a ser. Makombe Hanga, chefe dos Barué (Moçambique central), em 1895.

Estes homens da cor de cabrito esfolado que hoje aplaudis entrarão nas vossas aldeias Estes homens da cor de cabrito esfolado que hoje aplaudis entrarão nas vossas aldeias com o barulho das suas armas e o chicote do comprimento da jibóia. Chamarão pessoa por pessoa, registando-vos em papéis que (. . . ) vos aprisionarão. Os nomes que vêem dos vossos antepassados esquecidos morrerão por todo o sempre, porque dar-vos-ão os nomes que bem lhes aprouver, chamando-vos merda e vocês agradecendo. Exigir-vos-ão papéis até na retrete, como se não bastasse a palavra, a palavra que vem dos nossos antepassados, a palavra que impôs a ordem nestas terras sem ordem, a palavra que tirou crianças dos ventres das vossas mães e mulheres. O papel com rabiscos norteará a vossa vida e a vossa morte, filhos das trevas. Ngungunhanhe Ungulani Ba Ka Khosa, Ualalapi, Associação Escritores dos Moçambicanos, 2ª edição, p. 118

INDEPENDÊNCIAS (1950 -1980) INDEPENDÊNCIAS (1950 -1980)

Um dos aspectos fundamentais da negritude é a afirmação de si, após a longa Um dos aspectos fundamentais da negritude é a afirmação de si, após a longa noite de alienação, como aquele que sai de um pesadelo e apalpa o corpo todo para se reconhecer a si próprio, como o prisioneiro libertado que exclama bem alto: 'Estou livre!', embora ninguém lhe pergunte nada. Joseph Kizer bo, História da África Negra, Viseu, 1980

ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DE CORRUPÇÃO ÍNDICE DE PERCEPÇÃO DE CORRUPÇÃO

Idi Amin, ditador de Uganda de 1971 a 1979, ordenou a expulsão de 90 Idi Amin, ditador de Uganda de 1971 a 1979, ordenou a expulsão de 90 mil asiáticos, a maioria comerciantes indianos e paquistaneses, e de vários judeus.

Mobutu Sese Seko foi o presidente do antigo Zaire entre 1965 e 1997. Enquanto Mobutu Sese Seko foi o presidente do antigo Zaire entre 1965 e 1997. Enquanto a maioria da população vivia no limite da pobreza e a dívida externa do país chegava a atingir os 12 milhões de dólares, a fortuna pessoal de Mobutu, quase toda no estrangeiro, subia para índices estimados hoje em cerca de 7000 milhões de dólares.

Heranças africanas Heranças africanas

Religiosidade Africana A prática das religiões africanas eram extremamente proibidas no Brasil, eram consideradas Religiosidade Africana A prática das religiões africanas eram extremamente proibidas no Brasil, eram consideradas bruxaria, a igreja católica fazia questão de pregar apenas o culto cristão; Por isso cultuavam suas divindades secretamente; Identificavam suas divindades com nomes de santos católicos.

Candomblé e Umbanda O candomblé foi trazido pelos iorubas, originários da Nigéria e pelos Candomblé e Umbanda O candomblé foi trazido pelos iorubas, originários da Nigéria e pelos jejes, da costa de Daomé; Os bantus, que vieram do sudoeste africano e correspondiam a maior população, também praticavam o candomblé, mas fizeram adaptações a sua cultura particular.

Umbanda Incorpora práticas do candomblé, do catolicismo e do espiritismo; Consideram que o universo Umbanda Incorpora práticas do candomblé, do catolicismo e do espiritismo; Consideram que o universo está povoado por entidades que se comunicam através de uma pessoa: o guia; Se apresentam como pombagira, caboclo e preto-velho.

Candomblé Cerimônia realizada com batuques de atabaques, cantos em ioruba ou nagô que variam Candomblé Cerimônia realizada com batuques de atabaques, cantos em ioruba ou nagô que variam de acordo com o orixá; Realizadas em terreiros; Ritos dirigidos a um pai/mãe de santo (babalorixá ou iabalorixá); São feitas oferendas e consultas espirituais através do jogo de búzios;

Arte Afro - Brasileira Desde que eram escravos, os “afro brasileiros” já possuíam uma Arte Afro - Brasileira Desde que eram escravos, os “afro brasileiros” já possuíam uma infinidade de aspectos próprios, como por exemplo, a cultura, a religião e a arte. Capoeira, Expressão Artística Afro Brasileira Arte Marcial Algumas Esculturas Africanas

Arte Afro - Brasileira Baseada nas histórias, crenças, lendas e na filosofia africana. Basicamente Arte Afro - Brasileira Baseada nas histórias, crenças, lendas e na filosofia africana. Basicamente feito com elementos da Natureza. Máscara de Madeira Igbo-Ukwu: arte africana em bronze

Arte Afro - Brasileira Tambores Da Esquerda para direita: Viola, Médio e Gunga (ou Arte Afro - Brasileira Tambores Da Esquerda para direita: Viola, Médio e Gunga (ou Berra-Boi).

A dança afro-brasileira compõe-se de um conjunto de diferentes danças e dramatizações, que apresentam A dança afro-brasileira compõe-se de um conjunto de diferentes danças e dramatizações, que apresentam em comum a raiz negra africana. Recriada no Brasil, nas diferentes épocas e regiões, essa herança foi ganhando novos significados e expressões. Na sua origem, algumas delas eram realizadas para recordar ou relatar aos mais jovens, fatos históricos marcantes. Ao reforçar tradições e fundamentos da sua cultura, as danças tornavam-se um importante meio de autoafirmação do grupo familiar ou social.

Dança afrobrasileira Dança afrobrasileira

Outras danças, entretanto, nasceram como meio de expressão e diversão, relacionando ao corpo, emoções Outras danças, entretanto, nasceram como meio de expressão e diversão, relacionando ao corpo, emoções e atitudes das pessoas daquele grupo. Eram também uma forma de valorização diante do grupo ou de si mesmos. Revelavam a intensidade do axé (energia) de cada um, de seu poder e capacidade de atuação.

Tambor de Crioula Tambor de Crioula

Tambor de Crioula Tambor de Crioula

Maculele Maculele

MUSICA AFROBRASILEIRA MUSICA AFROBRASILEIRA

Os povos africanos deixaram como herança muitos instrumentos musicais que são usados até hoje Os povos africanos deixaram como herança muitos instrumentos musicais que são usados até hoje em diferentes tipos de música e também nas religiões afro-brasileiras, como a umbanda e o candomblé. Muitos dos instrumentos de origem africana são de percussão: Atabaques e Ganzá Atabaques,

Ganzá, um tipo de chocalho Ganzá, um tipo de chocalho

Dos estilos musicais afrobrasileiros temos afoxé, jongo, lundu, maracatu, maxixe, samba, congada, MPB, samba Dos estilos musicais afrobrasileiros temos afoxé, jongo, lundu, maracatu, maxixe, samba, congada, MPB, samba reggae, axé, gafieira, dança de salão samba pagode. Caxixi

Alimentação Alimentação

Culinária africana Culinária africana

A cultura africana chegou ao Brasil com os povos escravizados trazidos da África durante A cultura africana chegou ao Brasil com os povos escravizados trazidos da África durante o longo período em que durou o tráfico negreiro transatlântico.

 Os africanos, como os povos dos restantes continentes, receberam “frutos” de todo o Os africanos, como os povos dos restantes continentes, receberam “frutos” de todo o mundo, que incorporaram na sua dieta, assim como as próprias técnicas culinárias.

O Acarajé é um prato muito famoso em todo o mundo. O Acarajé é um prato muito famoso em todo o mundo.

Lei 10. 609/2003 No dia 9 de janeiro de 2003 foi decretada pelo Presidente Lei 10. 609/2003 No dia 9 de janeiro de 2003 foi decretada pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei 10. 639 que torna obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileiras nas escolas brasileiras, tem como um dos objetivos o combate ao racismo e a discriminação. Dentro da mesma Lei, o calendário escolar incluiu o dia 20 de novembro como o “Dia Nacional da Consciência Negra”

Alguns Afro – Brasileiros Conhecidos Entre os mais famosos estão: Pelé, Daiane dos Santos, Alguns Afro – Brasileiros Conhecidos Entre os mais famosos estão: Pelé, Daiane dos Santos, Agnaldo Timóteo, Vanessa da Mata, Marcelo D 2, Gilberto Gil, Tobias Barreto, Cafu, entre muitos outros. Vanessa da Mata Pelé Gilberto Gil