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PANORAMA DO NOVO TESTAMENTO JOSENILDO OLIVEIRA Prjosenildo. wordpress. com 1
INTRODUÇÃO Testamento diathkh : aliança, pacto ou ultima vontade de uma pessoa que deve vigorar depois de sua morte. “Pois onde há testamento, necessário é que intervenha a morte do testador. ” Hebreus 9. 16 2
INTRODUÇÃO Deus profetizou por Jeremias o NT: “Estão chegando os dias, declara o Senhor, quando farei uma nova aliança comunidade de Israel e com a comunidade de Judá” (Jr 31. 31) Jesus firmou o novo pacto: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês” (Lc 22. 20) 3
INTRODUÇÃO Os apóstolos foram enviados a anunciar o novo pacto: “Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Co 3. 6) “. . . Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança. ” (Hb 9. 15) 4
INTRODUÇÃO Os apóstolos ensinaram: “Chamando "nova" essa aliança, ele tornou antiquada a primeira; e o que se torna antiquado e envelhecido está a ponto de desaparecer” (Hb 8. 13) 5
CONTEXTO HISTÓRICO 6
CRONOLOGIA 1. ANTIGO TESTAMENTO – 1500 anos – Acontecimentos desde a criação até o retorno do cativeiro babilônico. 2. PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO – 400 anos – Fatos ocorridos durante o intervalo de anos entre o AT e NT. Visão de Daniel 3. NOVO TESTAMENTO – Eventos ocorridos durante o intervalo do nascimento de Cristo até o último registo apostólico – Apocalipse. 7
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PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO 1. Babilônia - 605 AC - Política de cativeiro - Nabucodonosor – – – Três levas de escravos para babilônia 70 anos de cativeiro Muitos judeus assumiram altos cargos Adoravam na Sinagoga Estudavam (o Aramaico se tornaria a língua oficial) Comercializavam produtos. Muitos judeus comerciantes ficaram na Babilônia 2. Medo-Persa - 538 AC - Política de repatriamento - Ciro – – 535 a. C, com Zorobabel: Reconstrução 2º Templo 485 a. C, com Esdras: Reforma religiosa (rabinismo) 445 a. C, com Neemias: Reconstrução de Jerusalém Literatura e escolas rabínicas (aramaico – lingua) 9
PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO 3. Macedônia - 331 AC - Política de helenização - Alexandre – – – 320 a. C, Ptolomeus: Respeito cultural - Tradução LXX 198 a. C, Selêucidas: Desrespeito cultural - Profanação 167 a. C, Mecabeus: Revolta judaica – Purim 4. Roma - 63 AC– Política provincial – Cesar Augusto – Administração civil, política e econômica por meio de Reis, Governadores, Prefeitos e Procuradores romanos ou nativos – Respeito cultural e religioso – Cidadania Romana – Pax Romana Foi nesse contexto que Jesus viveu. 10
PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO 1. Transformações desse período a. b. c. d. e. f. g. h. Fim do monarquismo e do profetismo judaico Aramaico substituiu o Hebraico O comércio foi introduzido a economia agrícola Judeus e samaritanos se separaram etnicamente. Helenismo ameaçava o judaísmo Sacerdócio se tornou a fonte central do poder político Formação de partidos (seitas) pro e contra a helenização, Herodes e Roma Estudo da Lei e interpretações rabínicas 11
CONTEXTO POLÍTICO 12
SOCIEDADE JUDAICA IMPERADORES DE ROMA NEOTESTAMENTÁRIA Imperadores Período Fatos Augusto 27 a. C-14 d. C Tibérios 14 -37 d. C Calígula 37 -41 d. C - Recenseamento - Nascimento de Jesus - Infanticídio por Herodes - Ministério de Jesus - Era apostólica - Era da Igreja - Perseguição da Igreja pelos Judeus - Martírio de Estevam - Conversão de Saulo 13
IMPERADORES DE ROMA Imperadores Período Fatos Cláudio 41 -54 d. C - Expulsão muitos judeus de Roma - Cartas e Evangelhos - Concilio de Jerusalém Nero 54 -68 d. C Vespasiano 69 -79 d. C Domiciano 81 -96 d. C - Perseguição da Igreja - Roma - Martírio de Pedro e Paulo - Destruição de Jerusalém - Diáspora judaica - Perseguição da Igreja – Roma - Prisão de João em Patmos - Apocalipse. 14
GOVERNANTES DA PALESTINA Da Palestina Herodes: Rei da Judéia H. Antipas: Tetrarca da Galiléia e Peréia H. Filipe: Tetrarca da Ituréia, Traconites Período 37 -4 a. C Fatos - Era invejoso, violento e assassino - Fez aliança com Roma - Construção do 2º Templo (mármore) - Infanticídio em Belém, Mt 2. 16 4 a. C-39 d. C -Era violento e vingativo, Lc 3. 9 - Jesus o chamou de “raposa”, Lc 13. 32 - Adultério com Herodias de Filipe, Mt 14. 3 - Mandou decapitar João Batista, Mt 14. 10 - Recebeu Jesus para ser Julgado, Lc 23. 7 4 a. C-34 d. C - Pacífico - Traído por seu irmão Antipas, Mt 14. 3 H. Arquelau: Etnarca da 4 a. C-6 d. C Judéia, Samaria, Induméia - Violento - Retorno de Jesus para Nazaré, Mt 2. 22 15
SOCIEDADE JUDAICA GOVERNANTES DA PALESTINA NEOTESTAMENTÁRIA Da palestina Período Pôncio Pilatos: Prefeito 26 -36 d. C Fatos da Judeia - Julgou e condenou Jesus ao açoite e a cruxificação H. Agripa I: Rei da Judéia 37 -44 d. C - Matou Tiago, At 12. 2 e palestina toda - Prendeu Pedro, At 12. 3 - Recebia culto, At 12, 22 H. Agripa II: Rei da Judeia 50 -100 d. C - Morreu comido de vermes, At 12. 23 - Ouviu o depoimento Paulo, At 26. 1 e palestina - Aconselhou Festo sobre Paulo, At 26. 32 • Felix: 52 - 60, At 24. 3 - Apoiou Roma na revolta judaica que levou a destruição do Templo por Tito em 70 d. C. • Festo: 60 -62, At 24, 27 16
CONTEXTO SOCIAL 17
SOCIEDADE JUDAICA INSTITUIÇÕES NEOTESTAMENTÁRIA 1. SINAGOGA Usada: a. Reuniões diversas b. Escola (dias úteis) c. Adoração (sábado) Composição: a. Rabino (chefe) b. Hazzan (atendente) c. Anciãos (superintendentes) 18
SOCIEDADE JUDAICA INSTITUIÇÕES NEOTESTAMENTÁRIA 1. SINÉDRIO – STJ Usado: a. Discussões sobre lei e tradição b. Decisões políticas c. Julgamento de infrator Composição: a. 1 Presidente b. 70 membros c. 2 Oficiais (escribas) 19
SOCIEDADE JUDAICA INSTITUIÇÕES NEOTESTAMENTÁRIA 1. TEMPLO Usado: a. Centro da vida e da adoração judaica b. Holocaustos e sacrifícios c. Recolhimento de dízimos e ofertas Composição: a. 1 Sumo Sacerdote b. Sacerdotes (24 h x 24 t) c. Levitas (24 h x 24 h) 20
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AS INFLUÊNCIAS SOCIEDADE JUDAICA RELIGIOSAS NO CONTEXTO DO NT NEOTESTAMENTÁRIA Grega q q q Henoteísta (Zeus) Filosofia dualista: formou o substrato Gnóstico (bem e mal) Filosofia epicurista: prazer, o sumo bem da vida Filosofia estóica: Aceite racionalmente a própria sorte. Filosofia cínica: viva uma vida simples Filosofia cética: relativizavam o absoluto e a esperança Romana Henoteísta (Júpter) q Culto ao imperador (deus-homem) - Pontífex Máximus q Religiões de Mistério – culto a Mitra, Dionísio, Baco q Superstições – fórmulas, horóscopos, predições (oráculos), exorcismos. q Idolatria: imagens de aves, cães, besouros, bois etc. 22
AS INFLUÊNCIAS RELIGIOSAS NO CONTEXTO DO NT Templos – Ex. Apolo, Grécia Oráculo de Delfos, Grécia 23
AS INFLUÊNCIAS RELIGIOSAS NO CONTEXTO DO NT Templos – Ex. Apolo, Grécia Oráculo de Delfos, Grécia Divindades – Júpter e Mitra 24
AS INFLUÊNCIAS RELIGIOSAS NO CONTEXTO DO NT Judaísmo Monoteísta (YHWH) q Aliança abraamica q Ritos: v v v Apresentação de crianças (8 ou 16 dias) circuncisão de meninos Celebração das Festas Anuais Guarda rigorosa do Shabat (sábado – descanso) Purificações (talhas de água e alimentação regrada) Ir ao Templo q Zelosos da Tanakh e das tradições orais e escritas dos rabinos q Haviam diversas seitas, as mais numerosas eram: v v Farizeus Saduceus Essênios Zelotes 25
AS INFLUÊNCIAS RELIGIOSAS NO CONTEXTO DO NT 26
SOCIEDADE JUDAICA AS SEITAS E PARTIDOS JUDÁICOS NEOTESTAMENTÁRIA 1. FARISEUS (hasidim = separados) a) b) c) d) e) Anti-helenistas Formado de jovens de classe média e leiga Seita mais numerosa (6. 000 nos dias de Herodes) Zelosos da tradição e da Lei Eram extremamente místicos 2. SADUCEUS (hasmoneus = descentes dos Macabeus) a) b) c) d) Pró-helenistas Formado por aristocratas e sacerdotes e Sumo Sacerdote (Anás 1837) Usavam a religião e a cultura para alcançar o poder Eram mais liberais e céticos sobre coisas espirituais 27
AS SEITAS E PARTIDOS JUDÁICOS 1. ESSÊNIOS (aqueles que curam? , santos? ), João Batista? a) b) c) d) e) f) g) Viveram por volta de 150 a. C-70 d. C. Eram Anti-helenistas Adotavam uma vida privada de prazeres (ascetismo, mosteiros) Praticavam rituais de leitura, Jejum, oração e purificação Eram messiânicos e escatológicos Acreditavam numa revelação especial de Deus para combater os inimigos Manuscritos de Qumran 2. Zelotes (imitador, seguidor, zeloso), Lc 6: 15 e At 1: 13 a) b) c) d) e) f) Anti-Roma “Aqueles que pegam em adagas” Zelos da Lei de Moisés Não pagavam impóstos e combatiam os publicanos Desencadearam a primeira revolta judaica contra Roma 66 -70 d. C Foram perseguidos por Roma até Massada onde se suicidaram 28
Síto Arqueológico de QUMRAN – 11 cavernas 1947 – Manuscritos do Mar Morto (930) fragmentos Datados do III séc. a. C - I d. C 29
Fortaleza de Massada, Palácio de Herodes Suicídio 960 Zelotes em 73, Com. Eleazar 30
SOCIEDADE JUDAICA AS FESTAS NEOTESTAMENTÁRIA 1. Calendário religioso: a) b) c) d) Sábado Páscoa (14 Nisã) Ásmos (15 Nisã) Semanas (6 Sivã) • d) e) Trombetas (1 Tishrei) Expiação (10 Tishrei) Tabernáculos (15 Tisri) • - Descanso solene (Lv 23. 2) - Êxodo; início da colheita trigo (Lv 23. 5) - Pressa e liberdade do sofrimento (Lv 23. 6) - Primícias da terra prometida (Lv 23. 10) Pentecostes 2. Calendário civil: a) b) c) Entre março e agosto Entre Setembro e fevereiro - Fim da colheita uvas, ano novo - Dia do perdão (Lv 23. 27) - Cabanas a caminho de Canaã (Lv 23. 34) Colheita Luzes (25 Tebet) Purim (14 Adar) - Dedicação do Templo (Jo 10. 22) - Livramento judaico por Ester (Et 9. 15, 21, 31) As sublinhadas foram festas regulamentadas pelo Senhor na Toráh 31
SOCIEDADE JUDAICA A LITERATURA NEOTESTAMENTÁRIA 1. SEPTUAGINTA (ALEXANDRINA): Versão do Antigo Testamento em Grego 2. TANAKH: Versão do Antigo Testamento em Hebraico 3. TARGUM: Comentários rabínicos em Aramaico sobre a TANAKH. Ex. Onkelos Torá e Jonatã Nevi’im 4. TALMULD: Decisões orais rabínicas sobre a lei, ética e tradições judaicas. Mishiná 5. APÓCRIFOS (oculto): Literatura histórica, ficção, sabedoria, pseudoepígrafos e apocalípticos MANUSCRITO - TARGUM ONKELOS TORÁ CÓPIA DO TARGUM Sec. XI 32
SOCIEDADE JUDAICA AS FAMÍLIAS NEOTESTAMENTÁRIA • Marido - Dt 6. 6 -15; Pv 22. 6 – Responsável pelo sustento – Administração da espiritualidade – Educador da esposa e dos filhos • Mulher - Pv 31. 10 -31; 14. 1 – – Auxiliar do Marido Governa o lar e dos negócios: Ser mãe, especialmente de homem Educadora das filhas • Filhos - SL 127. 3; Ex 20. 12 – – Herança do Senhor Obedecer aos pais Participar do mesmo ofício Auxiliar os pais e suprir suas necessidades na velhice MODELO: PATRIARCAL 33
SOCIEDADE JUDAICA AS CASAS NEOTESTAMENTÁRIA 1. Teto Galhos e palha 2. Construção Pedra e betume 3. Compartimentos: Varanda e quartos em cima Depósito e Manjedoura em baixo 34
SOCIEDADE JUDAICA A CULTURA NEOTESTAMENTÁRIA • SAUDAÇÕES – Genuflexões: Inclinação do corpo, elevação da mão direita – Ósculos: Beijo na face – Comprimentos: Shalom Adonai • Casamento – Escolha, geralmente dos pais – Noivado, assinava-se a Ketubá, Dote – Casamento, debaixo da hupá • Educação – – Família até 6 anos (Dt 6. 6) Nas sinagogas (Torá e Tradições) Com um rabino (Paulo – Gamaliel) Nas academias (Ex. Alexandria) 35
SOCIEDADE JUDAICA A CULTURA NEOTESTAMENTÁRIA • Atividades econômicas – – Tamareira Agricultura: Cereais e frutas – trigo, cevada, uva, tâmara Pecuária: Bovina, Caprina, Ouvina Pesca: Lago da Galiléia Comércio: cosméticos, tecidos, Azeite, Vinho etc. Oliveira • Impostos – Ofertas para os sacrifícios e corbã – Dízimo das colheitas anuais – Impostos romanos Videira • Vestuário – Homem – Mulher Ricos Pobres Mulheres 36
SOCIEDADE JUDAICA A CULTURA NEOTESTAMENTÁRIA Judeu ortodoxo moderno 37
GÊNEROS LITERÁRIOS DO NOVO TESTAMENTO 38
ESTRUTURA TRADICIONAL 39
ESTRUTURA DIDÁTICA 40
TEMAS DO NOVO TESTAMENTO 41
EVANGELHOS TEMA: JESUS 1. Apresentam a BIOGRAFIA de JESUS a. b. c. d. e. Família Nacionalidade Naturalidade Ofício Idade a. b. c. d. e. f. g. 2. Registram Seu MINISTÉRIO a. b. c. Pregar (keríma) Ensinador (Didaquê) Curador (Terapeuem) 3. Historiam seu SACRIFÍCIO a. b. c. d. Flagelo Morte na Cruz Ressurreição Assunção h. Anúncio Nascimento em Belém Fuga para o Egito Retorno para Nazaré Jesus no Templo (12 a) Batismo no Rio Jordão (30 a) Ministério na Galiléia a. Sermão da montanha b. Parábolas c. Assunção Ministério na Judéia a. Debates no Templo b. Entrada Triunfal c. Profecia escatológica d. Julgamento e. Condenação f. Ressurreição 42
Lugares – Jesus passou 43
Jerusalém – Jesus passou 44
ATOS TEMA: APÓSTOLOS 1. Ministério de Pedro (At 1 -12) a. Promessa do Espírito Santo b. Pentecostes c. As primeiras conversões d. A vida dos primeiros cristãos e. O diaconato f. O primeiro martírio g. Perseguições judaicas sobre a Igreja h. Expansão do Evangelho i. Conversão de Saulo j. Diversas curas k. Centurião Cornélio l. O Evangelho na Síria (Antioquia) m. Morte de Tiago e Prisão de Pedro 2. Ministério de Paulo (At 13 -28) a. b. c. d. e. f. g. h. i. j. k. l. m. Igreja na Síria (Antioquia) 1ª Viagem Missionária Concílio de Jerusalém 2ª Viagem Missionária 3ª Viagem Missionária Prisão em Jerusalém Defesa perante o Sinédrio Defesa perante Félix Defesa perante Festo Defesa perante H. Agripa II Naufrágio a caminha da Itália Em Malta entre os Bárbaros Chegada a Roma 45
Viagens Missionárias de Paulo 46
Areópago – Atenas, Grécia 47
EPÍSTLAS TEMA: IGREJAS 1. 2. 3. 4. 5. 6. De Paulo De Tiago De Pedro De João De Judas Aos Hebreus 13 Epístolas 1 Epístola 2 Epístolas 4 Epístolas (com Apocalipse) 1 Epístola Finalidade de dirigir, aconselhar e instruir nos seus primeiros desenvolvimentos as igrejas recémformadas ou para ajudar os responsáveis por pastoreá-las e administrá-las. 48
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BIBLIOGRAFIA SUGEIRIDA J. I. PACKER: O MUNDO DO NOVO TESTAMENTO, EDITORA: VIDA ROBERTO H. GUNDRY: PANORAMA DO NOVO TESTAMENTO, EDITORA: VIDA NOVA 50


