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Opções Reais Motivação Questões Valuation projeto ou empresa Abordagem Tradicional Usar VPL (Valor Presente Opções Reais Motivação Questões Valuation projeto ou empresa Abordagem Tradicional Usar VPL (Valor Presente Líquido) Problema da Abordagem Tradicional: VPL não precifica as opções (intangível) em projetos e investimentos em ativos 1

Opções Reais Motivação Exemplos Ilustrativos abaixo acerca da Necessidade de se modificar o VPL Opções Reais Motivação Exemplos Ilustrativos abaixo acerca da Necessidade de se modificar o VPL Objetivos Valuation com uso de Derivativos em projetos e empresas: Real Option 2

Opções Reais Motivação Administradores Estratégia q Opções reais permitem adicionar valor às empresas ao Opções Reais Motivação Administradores Estratégia q Opções reais permitem adicionar valor às empresas ao ampliar ganhos e mitigar perdas. q Opções reais oferecem mais flexibilidade nas decisões corporativas. q Nem sempre foram chamadas opções de compra ou de venda, mas denominadas "intangíveis". q Usar um mínimo de teoria e muitos exemplos para desenvolver a intuição. q Aula baseada nos seguintes conceitos: VPL, derivativos em árvores binomiais e Black-Scholes, 3

Opções Reais Motivação Situações a Serem Analisadas q q q Escolha de tecnologia e Opções Reais Motivação Situações a Serem Analisadas q q q Escolha de tecnologia e abandono. Desenvolver Projetos em estágios. Esperar para desenvolver. Escala versus Flexibilidade. Exploração de uma jazida de petróleo. Alterar o modo de produção. 4

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Uma empresa precisa decidir entre duas tecnologias Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Uma empresa precisa decidir entre duas tecnologias para a produção de motores. Tecnologia A: Usa um sistema de torno numérico computadorizado que produzem um novo modelo de motor a baixo custo somente em grande escala. Vantagem: Menor custo unitário, mas requer alta escala de produção. Desvantagem: Se o novo motor não tiver sucesso de venda, tal sistema especializado será inútil para a produção em baixa escala de motores convencionais. Tecnologia B: Usa o flexível torno manual tradicional. Vantagem: Pode ser vendido ou realocado para produzir os antigos motores convencionais, caso o novo motor fracasse. Desvantagem: Maior custo unitário e menor escala de produção. 5

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar O que diz o VPL? Tecnologia A Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar O que diz o VPL? Tecnologia A Tecnologia B Computadorizado (Lucro Anual) Manual (Lucro Anual) Alta demanda $20 M $18 M Baixa demanda $4 M $2 M Probabilidade de sucesso no novo motor de 70% e uma taxa ajustada ao risco de 35% ao ano. Temos o seguinte VPL: 6

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar O procedimento usual nas empresas baseia-se exclusivamente Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar O procedimento usual nas empresas baseia-se exclusivamente no VPL. Regra de Decisão Tradicional: Implementar o projeto com maior VPL Construir a fábrica com a Tecnologia A ! 7

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Se o empresário for obrigado a continuar Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Se o empresário for obrigado a continuar no negócio quer a demanda seja alta ou baixa, então a tecnologia A (computadorizada) é a decisão correta. Contudo, suponha o seguinte: • Os tornos manuais da tecnologia B podem ser vendidos por $8 M, caso a venda seja insucesso ou se decida sair negócio. • Os tornos computadorizados da tecnologia A são especializados demais (não serve pra outro uso) e seu valor de de mercado é desprezível. Faltou precificar a alternativa de abandono do negócio num cenário de baixa demanda quando estiver usando o torno manual (tecnologia B), em vez de se continuar no negócio que rende apenas $2 M ao ano. 8

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Uma opção de venda sobre uma ação Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Uma opção de venda sobre uma ação pode ser entendida como seguro: caso o valor da ação (S) caia abaixo do preço de exercício (K), exerce-se a opção de venda pelo preço de exercício. sendo K>S, não perde (K-S). A tecnologia B fornece o mesmo tipo de seguro: com insucesso nas vendas do novo motor, exerce-se a opção de venda do torno manual. Valor do negócio com opção de abandono = VPL Modificado Valor do negócio sem opção de abandono VPL tradicional + Valor da opção Prêmio 9

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Resumo da Tecnologia B (torno manual) Dados Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Resumo da Tecnologia B (torno manual) Dados p/ obter a Opção de Abandono Valores Numéricos Lucro futuro se houver alta demanda $18, 0 M Lucro futuro se a demanda for baixa $2, 0 M Preço de exercício $8, 0 M Valor presente. Usou WACC de 35%aa $9, 8 M Vencimento 1 ano Taxa de juro livre de risco 25% 10

Opções Reais PROBLEMA 1: Uso de Derivativos Partindo do valor presente $9, 8 M Opções Reais PROBLEMA 1: Uso de Derivativos Partindo do valor presente $9, 8 M da opção de abandono da tecnologia B, quanto vale esta opção de venda após 1 ano, se o negócio der certo com aumento de ou cair . A fórmula DE precificação desta opção (V? ) usa o modelo simples de árvore binomial. O strike nesse caso é o valor de venda do torno manual (K=8). 11

Opções Reais PROBLEMA 1: Uso do Black Scholes Opção de Venda Preço da Opção Opções Reais PROBLEMA 1: Uso do Black Scholes Opção de Venda Preço da Opção de Venda 12

Opções Reais 13 Opções Reais 13

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Valores do Empreendimento Com Opção de Venda Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Valores do Empreendimento Com Opção de Venda Tecnologia A $11, 26 M Tecnologia B (sem opção de abandono) $9, 8 M Tecnologia B (com opção de abandono) $11, 6 M = 9, 8+1, 8 (valor da opção de abandono do torno manual) 14

Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Regra de Decisão: Implementar o projeto com Opções Reais PROBLEMA 1: Qual tecnologia usar Regra de Decisão: Implementar o projeto com maior VPL modificado A decisão portanto é usar a tecnologia B ! 15

Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios q O “Projeto X” não promete ser Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios q O “Projeto X” não promete ser um grande sucesso de vendas. q Como decidir se vale a pena investir? q Tomar a decisão em dois estágios. FASE 1 Projeto piloto (protótipo) e pesquisa de marketing. Custo: $ 125. 000, 00. Prazo: 1 ano. FASE 2 Inicia esta fase, somente se a Fase 1 tiver sucesso. Custo da Fábrica de $ 1. 000. Receita posterior: $ 250. 000 a. a. para sempre. Risco: 50% prob. de sucesso na Fase 1 Taxa de desconto WACC: 25%. 16

Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios Abordagem padrão: Usar o VPL tradicional sem Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios Abordagem padrão: Usar o VPL tradicional sem qualquer modificação. Assumir que a receita é recebida de uma só vez ao final de cada ano. Regra de decisão: Usar VPL Não realizar o projeto 17

Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios Contudo as componentes do projeto possuem características Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios Contudo as componentes do projeto possuem características de risco distintas. Se a Fase 1 não for bem sucedida, boa parte do risco na Fase 2 é eliminada. Se ocorrer a Fase 2, em vez de uma taxa WACC de 25%, usamos taxa risk free rf de 10% 1/2 Fase 1 Sucesso Fase 2 1/2 Fracasso Depois do primeiro ano $1500 Wacc 25% Hoje rf: 10% Ano 1 Go Ahead? Ano 2 Somente se Projeto for viavel rf: 10% Ano 3 etc 18

Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios Valor esperado do projeto após a FASE Opções Reais PROBLEMA 2: Desenvolver em estágios Valor esperado do projeto após a FASE 1 VPL projeto Regra de decisão: Utilizar uma Reanálise do VPL Realizar o projeto 19

Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver q O custo por unidade para iniciar Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver q O custo por unidade para iniciar a fabricação de um produto é $800. q Após o primeiro ano o preço de venda por unidade pode ser $150 ou $50. q O preço mantém-se nesses patamares nos anos seguintes. q Usar uma taxa de 10% para trazer a receita do produto a valor presente. … 1/2 t=0 t=1 t=2 t=3 PS: Para facilitar estamos supondo que os valores $150 ou $50 são todos pagos de uma só vez. 20

Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Investir Agora Investir Somente Se o Preço Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Investir Agora Investir Somente Se o Preço Subir Ser capaz de esperar possui valor de $86 21

Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Vamos reformular esse problema em termos da Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Vamos reformular esse problema em termos da teoria de opções financeiras. Interpretaremos os dados como um projeto futuro com fluxo de caixa P. A fim de desenvolver esse projeto precisamos investir $800. Preço sobe para $150 Valor do projeto Preço cai para $50 Valor do projeto Preço para desenvolver: K=800 Strike 22

Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Esquema geral para interpretar o problema por Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Esquema geral para interpretar o problema por meio de derivativos Projeto em alta Custo para desenvolver: Strike Direito para desenvolver: Prêmio Projeto em baixa Hoje 1 ano 23

Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Em 1 ano temos a opção de Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Em 1 ano temos a opção de pagar K=$800 para receber um projeto que pode valer $1650 ou $550. Quanto custaria esse direito hoje? Ele vai custar o prêmio dessa opção. Strike: K=800 24

Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Subjacente ; Prêmio Payoff Carteira Vende n Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver Subjacente ; Prêmio Payoff Carteira Vende n unidades do subjacente Compra 1 opção Compare com a carteira neutra ao risco usual! Carteira livre de risco 25

Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver As carteiras nos instantes inicial e final Opções Reais PROBLEMA 3: Esperar para Desenvolver As carteiras nos instantes inicial e final usando a taxa r estariam relacionadas por . Contudo Dixit e Pindyck, p. 31, argumentam que o ativo dessa carteira rende a quantia semelhante a um pagamento de dividendos. Levando isso em conta obtemos: Esse é o resultado da p. 20 confirmando que a opção de esperar vale $86 (*) Contudo isso só foi possível porque a dedução na p. 20 usou uma probabilidade de 50%. Além disso tivemos de supor 26 que n unidades do subjacente numa posição vendida possui algum tipo de rendimento semelhante a dividendos.

Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade Considere uma geradora de eletricidade que necessita Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade Considere uma geradora de eletricidade que necessita atender a uma demanda que cresce 100 MW ao ano. Os administradores precisam decidir entre duas alternativas: 1. Construir uma geradora a carvão de 200 MW, com as características: Custo da planta: $180 M. Custo operacional: $19 M para cada 100 MW. 2. Construir uma geradora a óleo de 100 MW, com as características: Custo da planta: $100 M. Custo operacional: $20 M para cada 100 MW. Assumir uma taxa de desconto de 10% ao ano e que cada geradora dure para sempre. Dessa forma, se preço do combustível ficar nos mesmos patamares, a geradora a carvão é preferível. Note que a venda de energia elétrica no futuro ocorre com certeza em ambos os casos pois a demanda por eletricidade sempre existirá. 27

Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade … G 1 200 MW $180 M Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade … G 1 200 MW $180 M … t=0 t=1 t=2 … G 2 100 MW $100 M … t=0 t=1 Custo anual de operação t=2 28

Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade INSTALAR G 1 HOJE VPL DO CUSTO Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade INSTALAR G 1 HOJE VPL DO CUSTO INSTALAR G 2 HOJE E OUTRA EM 1 ANO VPL DO CUSTO Regra de decisão: Usar VPL Instalar G 1 29

Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade Supor que o preço do carvão seja Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade Supor que o preço do carvão seja constante mas que o óleo possa subir ou cair. Na situação abaixo não é tão óbvio qual é a decisão correta a ser tomada. … t=0 t=1 … … 1/2 t=0 Preço fixo do óleo t=2 1/2 G 2 Custo anual do carvão para 100 W … G 1 t=2 Preço do óleo pode variar 30

Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade Nesse caso podemos esperar um ano para Opções Reais PROBLEMA 4: Escala versus Flexibilidade Nesse caso podemos esperar um ano para saber o que ocorre c/ o preço do óleo. Portanto instalamos uma G 2 hoje e calculamos o valor presente médio entre uma G 2 adicional (oil goes down) ou uma G 1 (oil goes up) ambas no próximo ano. Dixit e Pindick p. 53 argumentam que nesse caso, uma vez que só metade da G 1 será usada, deve-se fazer um desconto apropriado para a comparação dos VPLs (*). Regra de decisão: Usar VPL Com Flexibilidade Instalar G 2 e esperar 1 ano para instalar a outra geradora. (*) Na prática isto só terá sentido se for possível postergar por um ano o pagamento de 50% de uma geradora a carvão. 31 Mais realista ainda seria obter um brake even point pois o valor desses 50% será maior do que os simplesmente $90 M. Para ser consistente, o tipo de raciocínio aplicado a este caso também deveria ter sido utilizado na discussão da p. 28.

Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo Projetos complexos, que requerem Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo Projetos complexos, que requerem bilhões de dólares e muitos anos, são implementados em etapas. Nessa categoria encontram-se mineração e exploração de petróleo. Inicia-se com um projeto piloto de baixo custo a fim de estimar o tamanho da jazida e se vale a pena no futuro investir mais pesado. Somente depois desse estudo de viabilidade é que se inicia a exploração em larga escala (Trigeorgis, pp. 9 -13). 32

Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo Estágio de Construção. Supor Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo Estágio de Construção. Supor que uma empresa possua leasing para iniciar perfurações numa jazida não explorada. Ela poderá decidir adiar os investimentos em até T 1 anos se assim o desejar. Caso contrário, o início do projeto requer gastos iniciais de infra-estrutura I 1, ano 0, seguidos de investimentos para uma unidade de processamento I 2, ano 3. Se as condições de mercado deteriorarem, uma opção de abandono evita o gasto da unidade de processamento. Em vez de investir I 3 no ano 5, os administradores podem optar por reduzir em c% a escala de produção, deixando de gastar IC, nesse ano. Estágio de Operação. É somente neste estágio a partir do ano 6 que começa a haver fluxos de caixa positivo. Se as condições forem favoráveis pode-se expandir, p. ex. em 50%, a produção por meio de um investimento IE, ano 7. A seguir pode-se abandonar o projeto, investir em estágios ou utilizar equipamentos alternativos. Estágio de Operação (Cash Inflows) Estágio de Construção X 0 3 5 6 7 T=15 I 1 Adiar (ate’ T 1 anos) IC) I 3 Reduzir (Em 5% Economiza IC) I 2 Abandonar (Deixa de gastar I 2) IE Expandir (em 50% ) 33

Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo 34 Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo 34

Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo 35 Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo 35

Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo 36 Opções Reais PROJETO 1: Exploração de uma jazida de petróleo 36

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Analisaremos agora opções que permitem ao Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Analisaremos agora opções que permitem ao seu detentor passar de um modo de operação para outro a um custo fixo. Elas são conhecidas como opções de conversão, ou switching options (Copeland e Antikarov pp. 180 -189). Uma das aplicações refere-se a apreçar a capacidade da carga de pico em instalações para geração de energia. Ou seja, avaliar economicamente a viabilidade de gerar energia por meio de turbinas a gás quando houver picos de demanda. Em mineração, a teoria microeconômica tradicional diz que se a receita média cair abaixo do custo médio de extração, a mina deve ser fechada. Contudo, devido à volatilidade da demanda, essa estratégia pode ser precipitada pois o preço pode voltar a subir. O fechamento implica em custos adicionais, bem como sua reabertura. Pode ser mais conveniente manter a operação ainda que incorrendo em perdas. Switching options se constituem num tipo mais complicado de derivativos pois seu valor depende da trajetória. 37

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Consideramos a seguir duas tecnologias fixas Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Consideramos a seguir duas tecnologias fixas X, Y, e uma tecnologia flexível Z Tecnologias Fixas X, Y Tecnologia Flex Z A tecnologia Z permite passar de X para Y a um custo constante A tecnologia Z permite passar de Y para X a um custo constante 38

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Investimento inicial para se construir uma Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Investimento inicial para se construir uma fábrica com tecnologia X: $100 Investimento inicial para se construir uma fábrica com tecnologia Y: $100 Investimento inicial para se construir uma fábrica com tecnologia Z: $110 Perqunta: Optar por X ou Y? Tecnologia X Volatilidade do projeto: 0, 3365 aa Retorno do projeto: u=1, 4; d=1/u=0, 7143 Taxa livre de risco: r=5% Custo do Capital: k=9% aa Probabilidade Objetiva: p=0, 5 Tecnologia Y Volatilidade do projeto: 0, 09531 aa Retorno do projeto: u=1, 1; d=1/u=0, 9091 Taxa livre de risco: r=5% Custo do Capital: ? Probabilidade Objetiva: ? 39

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Construiremos as árvores dos fluxos de Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Construiremos as árvores dos fluxos de caixa para três anos e estipularemos para o ano corrente o valor de $100 em ambas as tecnologias. Ao mesmo tempo traremos ao valor presente os valores dos fluxos de caixa a fim de determinar o valor do negócio “hoje”. 40

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Fluxo de Caixa (FC) Anual: Tecnologia Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Fluxo de Caixa (FC) Anual: Tecnologia X Fluxo de Caixa (FC) Anual: Tecnologia Y D 196 140 100 D 121 B 110 E 100 A 100 71, 43 C E 100 A 90, 91 F 51, 02 B C F 82, 64 Repetindo nos outros nós e totalizando, obtemos: Max value w/o flexibil. Os dados fornecidos não suficientes para obter. Contudo podemos utilizar os VPs da tecnologia X e o método de replicação para se chegar ao resultado (Ver a seguir, ou Copeland p. 184). Calculando em todos os nós e obtemos: 41

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Detalhando o resultado anterior para a Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Detalhando o resultado anterior para a tecnologia Y Utilizaremos a árvore da tecnologia X como um tipo de ativo subjacente e obteremos como se fosse um derivativo sobre essa árvore usando carteiras de replicação. Árvore Carteira D B E Repetindo para todos os nós 42

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Desses resultados vemos que Regra de Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Desses resultados vemos que Regra de decisão: Usar Tecnologia X 43

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Pergunta: Vale a pena utilizar a Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Pergunta: Vale a pena utilizar a tecnologia flexível Z? A fim de tratar esta questão, inicaremos pelos nós finais da árvore e em cada nó faremos as seguintes perguntas: 1. Se estivermos no modo X no passo anterior, permanecemos em X ou passamos para Y pagando o custo da conversão ? 2. Se estivermos no modo Y no passo anterior, permanecemos em Y ou passamos para X pagando o custo da conversão ? 44

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options • Vamos obter as decisões ótimas Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options • Vamos obter as decisões ótimas na extremidade da árvore. • Utilizaremos a letra S para denotar a flexibilidade de switching. • Analisaremos o nó D e E tanto para tecnologia X como para a Y. Ficar em X X Ficar em X Passar para X Ficar em Y Y Sx D 196 B Sy D 186 Pagar $10 e passar para X B E 100 O procedimento geral consiste em avaliar as conversões ótimas nas extremidades de cada árvore e depois caminha-se de trás para frente. 45

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options • Iniciaremos com a tecnologia X Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options • Iniciaremos com a tecnologia X e a comparamos com a tecnologia Y. • Concentrar-nos-emos aqui no nó B de X; os demais são análogos. • Essa árvore é exatamente igual àquela já examinada no slide 41. D B E 46

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options • Iniciaremos com a tecnologia Y Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options • Iniciaremos com a tecnologia Y e a comparamos com a tecnologia X • Concentrar-nos-emos aqui no nó B pois os demais são análogos • Usaremos carteira de replicação como fizemos anteriormente no slide 42 D Pagar $10 e passar para X B E 47

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Verificaremos qual a melhor decisão a Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Verificaremos qual a melhor decisão a ser tomada para cada tecnologia em B D B D Pagar $10 e passar para X B E E Ficar em X Passar p/ X Basta agora repetir esse procedimento em toda a árvore 48

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Inicia com X Inicia com Y Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Inicia com X Inicia com Y 196 186 275, 78 265, 78 100 301, 43 100 305, 29 161, 85 176, 85 67, 64 82, 64 Portanto a flexibilidade das opções reais, OR, permite concluir 49

Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Pergunta: O valor adicional obtido justificaria Opções Reais PROJETO 2: Opções de Conversão-Switching Options Pergunta: O valor adicional obtido justificaria investimento na tecnologia flex Z? Regra ótima: Iniciar com Y e adotar o esquema abaixo. Ficar em X Mudar p/ X Ficar em Y Iniciar com Y Ficar em Y 50

COMPLEMENTO: DE CASOS Abstract. Recomendamos os seguintes estudos de casos extraídos do livro de COMPLEMENTO: DE CASOS Abstract. Recomendamos os seguintes estudos de casos extraídos do livro de J. Mun, Real Options Analysis, John Wiley & Sons. Eles servem para indicar aplicações concretas e para sugerir futuros projetos. CASE 1: HIGH-TECH MANUFACTURING-BUILD OR BUY DECISION WITH REAL OPTIONS CASE 3: PHARMACEUTICAL DEVELOPMENT-VALUE OF PERFECT INFORMATION AND OPTIMAL TRIGGER VALUES CASE 4: OIL AND GAS – FARM OUTS, OPTIONS TO DEFER, AND VALUE OF INFORMATION 51

Opções Reais BIBLIOGRAFIA T. Copeland e V. Antikarov, Opções Reais, Campus 2002 A. K. Opções Reais BIBLIOGRAFIA T. Copeland e V. Antikarov, Opções Reais, Campus 2002 A. K. Dixit e R. S. Pindyck, Investment Under Uncertainty, Princeton University Press, 1994 J. Mun, Real Options Analysis, John Wiley & Sons, 2006. L. Trigeorgis, Real Options, MIT Press, 1996 52