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O Pacto de Deus Por Dr. Eric Pennings Seminário Internacional de Miami (MINTS) Decano Acadêmico Internacional
INTRODUÇÃO
O Pacto de Deus
Confissão de Westminster Sobre o Pacto CAPÍTULO SETE - DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM I. Tão grande é a distância entre Deus e a criatura, que, embora as criaturas racionais lhe devam obediência como ao seu Criador, nunca poderiam fruir nada dele como bemaventurança e recompensa, senão por alguma voluntária condescendência da parte de Deus, a qual foi ele servido significar por meio de um pacto.
Confissão de Westminster Sobre o Pacto CAPÍTULO SETE - DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM II. O primeiro pacto feito com o homem era um pacto de obras; nesse pacto foi a vida prometida a Adão e nele à sua posteridade, sob a condição de perfeita obediência pessoal.
Confissão de Westminster Sobre o Pacto CAPÍTULO SETE - DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM III. O homem, tendo-se tornado pela sua queda incapaz de vida por esse pacto, o Senhor dignou-se fazer um segundo pacto, geralmente chamado o pacto da graça; nesse pacto ele livremente oferece aos pecadores a vida e a salvação por Jesus Cristo, exigindo deles a fé nele para que sejam salvos; e prometendo dar a todos os que estão ordenados para a vida o seu Santo Espírito, para dispô-los e habilitá-los a crer.
Confissão de Westminster Sobre o Pacto CAPÍTULO SETE - DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM IV. Este pacto da graça é freqüentemente apresentado nas Escrituras pelo nome de Testamento, em referência à morte de Cristo, o testador, e à perdurável herança, com tudo o que lhe pertence, legada neste pacto.
Confissão de Westminster Sobre o Pacto CAPÍTULO SETE - DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM V. Este pacto no tempo da Lei não foi administrado como no tempo do Evangelho. Sob a Lei foi administrado por promessas, profecias, sacrifícios, pela circuncisão, pelo cordeiro pascoal e outros tipos e ordenanças dadas ao povo judeu, prefigurando, tudo, Cristo que havia de vir; por aquele tempo essas coisas, pela operação do Espírito Santo, foram suficientes e eficazes para instruir e edificar os eleitos na fé do Messias prometido, por quem tinham plena remissão dos pecados e a vida eterna: essa dispensarão chama-se
Confissão de Westminster Sobre o Pacto CAPÍTULO SETE - DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM VI. Sob o Evangelho, quando foi manifestado Cristo, a substância, as ordenanças pelas quais este pacto é dispensado são a pregação da palavra e a administração dos sacramentos do batismo e da ceia do Senhor; por estas ordenanças, posto que poucas em número e administradas com maior simplicidade e menor glória externa, o pacto é manifestado com maior plenitude, evidência e eficácia espiritual, a todas as nações, aos judeus bem como aos gentios. É chamado o Novo Testamento. Não há, pois, dois pactos de graça diferentes em substância mas um e o mesmo sob várias dispensações.
O Pacto de Deus Note Bem Não era uma iniciativa nova Senão Uma reafirmação de um pacto já estabelecido, mas que nesse momento o reafirmaram.
O Pacto de Deus Consideremos esse pacto! O que é? Como se iniciou Quais são seus elementos? Qual a sua importância?
O que é o Pacto de Deus? Definição
O que é o Pacto de Deus? Definição A relação entre Deus e Seu povo iniciado por Deus No qual Ele diz: “Eu sou teu Deus” E seu povo responde, “Nós somos teus filhos”.
O que é o Pacto de Deus? “Deus continua sendo o soberano absoluto nos pactos que estabelece como em tudo o que ele faz. O homem não faz um contrato com Ele em nada que se pareça, nem mesmo remotamente, com igualdade. O pacto é uma expressão da vontade de Deus, não do homem, e o homem deve aceitar as condições que lhe são propostas, confiar que essas são santas, justas e boas, e ordenar sua vida em consequencia disso”. consecuencia. ” [1] Gresham Machen, El Hombre http: //www. iglesiareformada. com/El_Hombre. html, capítulo 13.
Quais são os elementos do Pacto? No Pacto de Deus há quatro elementos. 1) As partes – Deus e o homem são as duas partes.
Quais são os elementos do Pacto? No Pacto de Deus há quatro elementos. 2) As promessas – Deus promete ser Deus do povo e o povo promete ser o povo de Deus. Com esta relação do pacto vinha a promessa da vida eterna.
Quais são os elementos do Pacto? No Pacto de Deus há quatro elementos. 3) As Condições – Se o homem cumprisse perfeitamente os mandamentos de Deus, Deus lhe daria vida eterna.
Quais são os elementos do Pacto? No Pacto de Deus há quatro elementos. 4) A pena – Deus não pode romper o pacto, mas se o homem rompe o pacto, a pena é a morte espiritual.
O Pacto de Deus O pacto é uma amostra da graça de Deus para com o homem. Certamente que há condições. Mas o problema é que depois da queda de Adão no jardim do Edén tornou-se impossível que o homem satisfaça a condição de perfeita obediência
O Pacto de Deus Mas este problema foi resolvido quando Deus fez uma promessa aos que Ele chama para serem seus filhos. A eles Deus dá tudo o que necessitam para cumprir com o pacto por meio da obediência perfeita de Jesus Cristo na cruz.
Três Pactos Bíblicos 1. O pacto de obras entre Deus e Adão; 2. O Pacto de Redenção entre Deus e Cristo, o segundo Adão; 3. O Pacto de Graça entre Deus/Cristo e seus eleitos. Zugg, Julian. Teología del Pacto (Un curso de MINTS)
O Pacto de Obras O primeiro pacto foi o “Pacto das Obras” entre Deus e Adão. Deus entrou em um pacto que requeria a perfeita obediência de Adão no Jardim do Éden. Adão teve que obedecer a ordem de não comer de uma árvore, a árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2. 16 -17). Se ele rompesse o pacto, ele morreria; se obedecesse a Deus, viveria. Confissão de Fé de Westminster, VII. 2. A Confissão de fé de Westminster também fala desse pacto como Pacto da Criação ou Pacto de vida. Berkhoff, Louis. Teología Sistemática.
O Pacto de Obras Este pacto é “das obras”, porque o éxito desse pacto se baseava na obediência de Adão. O pacto foi feito com Adão e todos os homens, já que Adão era um representante de toda a raça humana (Romanos 5: 12 -19; 1 Corintios 15: 22). Adão falhou nesta prova, e assim condenou a si mesmo à morte e condenou a todos aqueles a quem ele representava. (Véase La Confesión de Fe de Westminster, VII. 2)
O Pacto da Redenção O segundo pacto é chamado de “Pacto da Redenção”. Este pacto foi feito entre Deus e Cristo, como representante dos eleitos, para salvar o seu povo. Mesmo antes da fundação do mundo, o Pai planejou, elegeu e entrou em um pacto com Cristo (Efésios 1. 4) no qual ele seria o segundo e último Adão (1 Coríntios 15. 45), e atuaria como o segundo representante, desfazendo a obra de Adão, e assim redimindo (Efésios 1. 7 -11), e trazendo vida para todos os que estão Nele.
O Pacto da Redenção Neste Pacto, Jesus: 1. Faz um acordo eterno em obediência à vontade do Pai; 2. Representa seu povo; 3. É uma garantia e; 4. Merece a recompensa da Pai.
O Pacto da Redenção O Acordo Eterno Os textos abaixo mostram um acordo entre o Pai e o Filho: Salmo 2; 40: 7 João 6: 38.
O Pacto da Redenção Cabeça Representativa Cristo age não só para si mesmo. Ele promete atuar como representante do Seu povo. As ações dele foram creditadas na conta deles. Romanos 5. 12 -21 mostra que assim como Adão era um representante, Cristo é também um representante.
O Pacto da Redenção Fiador do Pacto Nesse pacto, Jesus se comprometeu a ser o fiador de seu povo, ou a garantia. Ele pagou pela ruptura do pacto por Adão e seu povo – permaneceu em seu lugar. “Portanto, Jesus se tem tornado fiador de superior aliança” (Hebreus 7. 22).
O Pacto da Redenção Recompensa Celestial Nesse pacto, Cristo prometeu obedecer perfeitamente ao Pai, e o Pai prometeu recompensar Cristo por Sua obediência (Filipenses 2. 9). Como recompensa por seu trabalho, a Cristo foi dado poder e autoridade sobre todas as coisas para que Ele possa governar todas as coisas até o final quando Ele terá vencido a morte, o último inimigo (1 Coríntios 15. 20 -26).
O Pacto da Graça O terceiro pacto é o “Pacto da Graça” no qual Deus entra num pacto com os homens para o perdão de seus pecados e entra em uma nova relação com eles.
O Pacto da Graça está relacionando com o Pacto da Redenção, já que se baseia na obra de Cristo na redenção. O Pacto da Redenção é a base sobre a qual se baseia o Pacto da Graça.
O Pacto da Graça Devido à posição de Cristo como representante, os dois pactos estão estreitamente relacionados que se pode falar de um pacto com dois aspectos; o primeiro aspecto é o pacto entre Deus e Cristo, e o segundo entre Deus e o homem.
O Pacto da Graça O termo “Pacto da Graça” não aparece nas Escrituras. Utilizamos o termo para descrever a série de pactos a partir da promessa de graça feita a Adão em Gênesis 3. 15 até as promessas feitas a Noé, Abraão, Moisés e Davi, as quais alcançam sua plenitude no Novo Pacto em Cristo (Lucas 22. 20).
O Pacto da Graça Dizemos que é “da Graça”, porque desde a queda do homem no Pacto das Obras, o homem não pode agradar a Deus por suas obras, pelo que a única maneira que Deus pode tratar com o homem agora é por graça. Confesión de Fe de Westminster, VII. 3.
A relação entre os três Pactos Adão estava sujeito a Deus através do pacto das obras. Por causa da sua desobediência, Adão e toda a raça humana caíram e forma condenados. Com o fim de redimir o seu povo, Deus entrou com Cristo no pacto da redenção, no qual Cristo prometia obedecer ao Pai e agir como representante e garantia de seu povo a fim de libertá-los.
A relação entre os três Pactos Este pacto foi prometido antes da fundação do mundo. Nele Deus oferece um pacto de graça aos homens, baseado na obediência de Cristo. Dado que Cristo cumpriu o Pacto da Redenção, à sua igreja é oferecido o pacto de Graça. O Pacto da Graça se inicia com a promessa a Adão no Antigo Testamento e é levado à plenitude na obra de Cristo.
A relação entre os três Pactos Há um pacto de graça que pode ser dividido em várias dispensações, sendo das principais o Antigo e o Novo Pacto. No Antigo Testamento, o povo de Deus esperava com interesse a vinda de Cristo. Hoje, no Novo Pacto, olhamos para tras, para a cruz. Cristo é o centro dos pactos.
A Importância dos Três Pactos Posto que Deus trata com os homens somente através de pactos (vínculos legais e emocionais soberanamente administrados em sangue) a teologia do Pacto estabelece uma base para compreender as Escrituras. Os três pactos principais são o Pacto das Obras, O Pacto da Redenção e o Pacto da Graça.
A Importância dos Três Pactos Os pactos estruturam e sustentam as Escrituras. Jesus descreve sua própria morte como a vinda do Novo Pacto em seu sangue. Ainda que haja certa confusão sobre a natureza exata de um pacto, estudos recentes concordam com a ideia de que um pacto entre Deus e os homens é um vínculo soberanamente administrado em sangue.
A Importância dos Três Pactos O matrimônio entre um homem e uma mulher, tanto em seus elementos legais como emocionais, proporciona um excelente exemplo da operação e funcionamento de um pacto entre Deus e os homens. A imagem bíblica do matrimônio entre Deus e Israel é um exemplo de um pacto.
A Importância dos Três Pactos A teologia do pacto é normalmente dividida entre o Pacto das Obras, em que Adão caiu, e os Pacto da Redenção e da Graça, nos quais Cristo cumpre as obrigações dos pactos por e em representação de seu povo.
O Pacto de Deus No Antigo Testamento há várias administrações do pacto: [1] O comentário das administrações do pacto tem sua oriigem no Livro de Louis Berkhof, Teologia Sistemática. Em particular nas discussões no livro sobre o pacto.
Administrações do Pacto da Graça 1) A Primeira Revelação do Pacto – Gênesis 3: 15 – O conteúdo do Pacto da Graça no Antigo Testamento está baseado na promessa de Jesus Cristo (a semente de Eva) que virá quando Deus disse a Satanás, “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. ”
Administrações do Pacto 2) O Pacto com Noé – Génesis 9: 11 – ”. Neste pacto, Deus promete não voltar a destruir o mundo com água. Ele dá o arco-iris como sinal de sua fidelidade. “Estabeleço a minha aliança convosco: não será mais destruída toda carne por águas de dilúvio, nem mais haverá dilúvio para destruir a terra. ”
Administrações do Pacto • O Pacto com Abraão – Deus formaliza pela primeira vez seu pacto de graça. O conteúdo deste pacto, formalizado simbolicamente em Gênesis 15, e ratificado em Gênesis 17 com a circuncisão, se encontra em Gênesis 12. 2 -3: “de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra. ”
Administrações do Pacto 4) O Pacto Sinaítico – Éxodo 19: 5 – Esse é uma confirmação do pacto com Abraão quando Deus disse a seu povo: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha”. As condições do Pacto são registrados nos dez mandamentos em Êxodo 20. 1 -17, e é formalmente ratificado em Êxodo 24.
Administrações do Pacto 5) O Novo Pacto – Romanos 4, Gálatas 3 – O Pacto do Velho Testamento é desenvolvido e cumprido no Novo Pacto do qual Jesus Cristo é o mediador. No Novo Pacto não somente os judeus são incluidos; ele se torna universal, estendido a todas as nações.
O Pacto de Deus O pacto se renovava periodicamente de distintas formas durante a hístória de Israel. Mas sempre é o mesmo pacto, com o conteúdo e a história apresentada acima.
O Pacto de Deus Este pacto é o mesmo pacto que regula nossa relação com Deus hoje em dia também: Os mesmos elementos O mesmo conteúdo A mesma graça de Deus por meio do Mediador do pacto, o Senhor Jesus Cristo
Administrações do Pacto
Sacramentos Como Sinal do Pacto da Graça
Sacramentos Como Sinal do Pacto da Graça Referências: Salmo 89 Confissão de Fé de Westminster
Sacramentos - Sinal do Pacto Catecismo Heidelberg Domingo 25 Pregunta 65: Visto que somente a fé nos faz participar de Cristo e de todos os seus benefícios, de onde vem esta fé? Resposta. Vem do Espírito Santo que a produz em nossos corações pela pregação do Evangelho, e a fortalece pelo uso dos sacramentos. a. Efes. 2: 8; Efes. 6: 23; Juan 3: 5; Filip. 1: 29. -b. Mateo 28: 19; 1 Pedro 1: 22, 23.
Sacramentos - Sinal do Pacto Catecismo Heidelberg Domingo 25 Pergunta 66: Que são Sacramentos? Resposta: São visíveis e santos sinais e selos. Deus os instituiu para nos fazer compreender melhor e para garantir a promessa do Evangelho, pelo uso deles. Essa promessa é que Deus nos dá, de graça, o perdão dos pecados e a vida eterna, por causa do único sacrifício de Cristo na cruz. a. Gén. 17: 11; Rom. 4: 11; Deut. 30: 6; Lev. 6: 25, Hebr. 9: 7, 8, 9, 24; Ezeq. 20: 2; Isaías 6: 6, 7; Isaías 54: 9.
Sacramentos - Sinal do Pacto Catecismo Heidelberg Domingo 25 Pergunta 67: Então, tanto a Palavra como os sacramentos têm a finalidade de apontar nossa fé para o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, como o único fundamento de nossa salvação? Resposta: Sim, pois o Espírito Santo ensina no Evangelho e confirma pelos sacramentos que toda a nossa salvação está baseada no único sacrifício de Cristo na cruz. a. Rom. 6: 3; Gál 3: 27.
Sacramentos - Sinal do Pacto Catecismo Heidelberg Domingo 25 Pergunta 68: Quantos sacramentos Cristo instituiu na nova aliança? Resposta: Dois: o santo batismo e a santa ceia.
Sacramentos - Sinal do Pacto 1. 0 Os Sacramentos – Catecismo Maior P e R 35, 161 -164 1. 1 Os Sacramentos em Contexto 1. 2 O Significado dos Sacramentos 1. 3 O Contexto do Pacto – Salmo 89: 1 -18 (O Pacto Establecido)
Catecismo Maior de Westminster P. 35. Como é o pacto da graça administrado no Novo Testamento? R. No Novo Testamento, quando Cristo, a substância, foi manifestado, o mesmo pacto da graça foi e continua a ser administrado na pregação da palavra na celebração dos sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor; e assim a graça e a salvação são manifestadas em maior plenitude, evidência e eficácia a todas as nações. c) Mar. 16: 15. d) Mat. 28: 19, 20. e) I Cor. 11: 23 -26. f) II Cor. 3: 6.
Catecismo Maior de Westminster P. 161. Como os sacramentos se tornam meios eficazes da salvação? R. Os sacramentos tornam-se meios eficazes da salvação, não porque tenham qualquer poder em si, nem qualquer virtude derivada da piedade ou da intenção de quem os administra, mas unicamente pela operação do Espírito Santo e pela bênção de Cristo que os instituiu. At 8: 13, 23; I Co 3: 7; 6: 11; I Pe 3: 21.
Catecismo Maior de Westminster P. 162. O que é um sacramento? R. Um sacramento é uma santa ordenança instituída por Cristo em sua Igreja, para significar, selar e conferir àqueles que estão no pacto da graça os benefícios da mediação de Cristo; para os fortalecer e lhes aumentar a fé e todas as mais graças, e os obrigar à obediência; para testemunhar e nutrir o seu amor e comunhão uns para com os outros, e para distingui-los dos que estão fora. j. Mt 28: 20; 26: 26, 27; At 2: 38; 22: 16; Rm 4: 11; 6: 4; 9: 8; I Co 10: 16, 17, 21; 11: 24 -2612: 13; Ef 4: 3 -5; Gl 3: 27, 29; 4: 15; 5: 6.
Catecismo Maior de Westminster P. 163. ¿Quais são as partes de um sacramento? R. As partes de um sacramento são duas: uma, um sinal exterior e sensível usado segundo a própria instituição de Cristo; a outra, uma graça interior e espiritual significada pelo sinal. Mat. 3: 11; 1 Ped. 3: 21.
Catecismo Maior de Westminster P. 164. Quantos sacramentos instituiu Cristo sob o Novo Testamento? R. Sob o Novo Testamento, Cristo instituiu em sua Igreja somente dois sacramentos: o Batismo e a Ceia do Senhor. Mt 26: 26, 27; 28: 19; I Co 11: 23 -26.
Sacramentos - Sinal do Pacto 1. 0 Os Sacramentos – Catecismo Maior P e R 165 -167 1. 1 Os Sacramentos em Contexto 1. 2 O Significado dos Sacramentos 1. 3 O Contexto do Pacto – Salmo 89: 1 -18 (O Pacto Establecido)
Sacramentos - Sinal do Pacto 2. 0 O Sacramento do Batismo – Catecismo Maior P e R 35, 161 -164 2. 1 A História do Batismo 2. 2 O Significado do Batismo 2. 3 O Contexto do Pacto - Salmo 89: 19 -29 (As Promessas de Deus no Pacto)
Catecismo Maior de Westminster P. 165. O que é Batismo? R. Batismo é um sacramento no Novo Testamento no qual Cristo ordenou a lavagem com água em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, para ser um sinal e selo de nos unir a si mesmo, da remissão de pecados pelo seu sangue e da regeneração pelo seu Espírito; da adoção e ressurreição para a vida eterna; e por ele os batizandos são solenemente admitidos à Igreja visível e entram em um comprometimento público, professando pertencer inteira e unicamente ao Senhor. Mt 28: 19; Mc 1: 4; Jo 3: 5; I Co 15: 29; Rm 6: 3, 4; Gl 3: 27; Gl 3: 26, 27; At 2: 41; 22: 16; Tt 3: 5; Ap 1: 5.
Catecismo Maior de Westminster P. 166. A quem deve ser administrado o Batismo? R. O Batismo não deve ser administrado aos que estão fora da Igreja visível, e assim estranhos aos pactos da promessa, enquanto não professarem a sua fé em Cristo e obediência a Ele; porém as crianças, cujos pais, ou um só deles, professarem fé em Cristo e obediência a ele, estão, quanto a isto, dentro do pacto e devem se batizadas. Gn 17: 7 -9; Lc 18: 16; At 2: 38, 39, 41; I Co 7: 14; Rm 11: 16; Cl 1: 11, 12; Gl 3: 17, 18, 29.
Catecismo Maior de Westminster P. 167. Como devemos tirar proveito de nosso Batismo? R. O dever necessário, mas muito negligenciado, de tirar proveito de nosso Batismo deve ser cumprido por nós durante toda a nossa vida, especialmente no tempo de tentação, quando assistimos à administração desse sacramento a outros, por meio de séria e grata consideração de sua natureza e dos fins para os quais Cristo o instituiu, dos privilégios e benefícios conferidos e selados por ele e do voto solene que nele fizemos por meio de humilhação devida à nossa corrupção pecaminosa, às nossas faltas, e ao andarmos contrários à graça do Batismo e aos nossos votos; … d) Sal. 22: 10. 11; e) Rom. 6: 3 -5; f) Rom. 6: 2, 3; 1 Cor. 1: 11 -13; Gál. 3: 1; g) Fil. 3: 7 -11; Rom. 4: 11, 12; 1 Ped. 3: 21; h) Rom. 6: 2 -4; i) Gál. 3: 26, 27; j) Rom. 6: 22; l) Hch. 2: 38; ll) 1 Cor. 12: 13 -26.
Catecismo Maior de Westminster P. 167. Como devemos tirar proveito de nosso Batismo? R …por crescermos até à certeza do perdão de pecados e de todas as mais bênçãos a nós seladas por esse sacramento; por fortalecer-nos pela morte e ressurreição de Cristo, em cujo nome fomos batizados para mortificação do pecado e a vivificação da graça e por esforçarnos a viver pela fé, a ter a nossa conversação em santidade e retidão como convém àqueles que deram os seus nomes a Cristo, e a andar em amor fraternal, como batizados pelo mesmo Espírito em um só corpo. d) Sal. 22: 10. 11; e) Rom. 6: 3 -5; f) Rom. 6: 2, 3; 1 Cor. 1: 11 -13; Gál. 3: 1; g) Fil. 3: 7 -11; Rom. 4: 11, 12; 1 Ped. 3: 21; h) Rom. 6: 2 -4; i) Gál. 3: 26, 27; j) Rom. 6: 22; l) Hch. 2: 38; ll) 1 Cor. 12: 13 -26.
Sacramentos - Sinal do Pacto 2. 0 O Sacramento do Batismo – Catecismo Maior P e R 165 -167 2. 1 A História do Batismo 2. 2 O Significado do Batismo 2. 3 O Contexto do Pacto - Salmo 89: 19 -29 (As Promessas de Deus no Pacto)
Sacramentos - Sinal do Pacto 3. 0 O Sacramento da Santa Ceia – Catecismo Maior P e R 165 -167 2. 1 A História da Santa Ceia 2. 2 O Significado da Santa Ceia 2. 3 O Contexto do Pacto – Salmo 89: 3052 (As Promesas do Povo no Pacto)
Catecismo Maior de Westminster P. 168. O que é a Ceia do Senhor? R. A Ceia do Senhor é um sacramento do Novo Testamento no qual, dando-se e recebendo-se pão e vinho, conforme a instituição de Jesus Cristo, é anunciada a sua morte; e os que dignamente participam dele, alimentam-se do corpo e do sangue de Cristo para sua nutrição espiritual e crescimento na graça; têm a sua união e comunhão com ele confirmadas; testemunham e renovam a sua gratidão e consagração a Deus e o seu mútuo amor uns para com os outros, como membros do mesmo corpo místico. m. Mt 26: 26, 27; I Co 10: 16 -21; 11: 23 -27.
Catecismo Maior de Westminster P. 169. Como ordenou Cristo que o pão e o vinho fossem dados e recebidos no sacramento da Ceia do Senhor? R. Cristo ordenou que os ministros da Palavra, na administração deste sacramento da Ceia do Senhor, separassem o pão e o vinho do uso comum pela palavra da instituição, ações de graça e oração; que tomassem e partissem o pão e dessem, tanto este como o vinho, aos comungantes, os quais, pela mesma instituição, devem tomar e comer o pão e beber o vinho, em grata recordação de que o corpo de Cristo foi partido e dado, e o seu sangue derramado em favor deles. r) Mar. 14: 22 -24; 1 Cor. 11: 23, 24; Mat. 26: 26 -28; Efe. 2: 11, 13.
Catecismo Maior de Westminster P. 170. Como se alimentam do corpo e do sangue de Cristo os que dignamente participam da Ceia do Senhor? R. Desde que o corpo e o sangue de Cristo não estão, nem corporal, nem carnalmente, presentes no, com ou sob o pão e o vinho na Ceia do Senhor, mas, sim, espiritualmente à fé do comungante, não menos verdadeira e realmente do que estão os mesmos elementos aos seus sentidos exteriores, assim os que dignamente participam do sacramento da Ceia do Senhor se alimentam do corpo e do sangue de Cristo, não de uma maneira corporal e carnal, mas espiritual, contudo verdadeira e realmente, visto que pela fé recebem e aplicam a si mesmos o Cristo crucificado e todos os benefícios de sua morte. s) Hch. 3: 21; t) Gal. 3: 1; Heb. 11: 1; u) Juan 6: 51 -53; v) 1 Cor. 10: 16.
Catecismo Maior de Westminster P. 171. Os que recebem o sacramento da Ceia do Senhor, como devem preparar-se para o receber? R. Os que recebem o sacramento da Ceia do Senhor devem preparar-se para o receber, examinando-se a si mesmos, se estão em Cristo, a respeito de seus pecados e necessidades, da verdade e medida de seu conhecimento, fé, arrependimento e amor para com Deus e para com os irmãos; da caridade para com todos os homens, perdoando aos que lhes têm feito mal; de seus desejos de ter Cristo e de sua nova obediência, renovando o exercício destas graças pela meditação séria e pela oração fervorosa. x) 1 Cor. 11: 28; y) 2 Cor. 13: 5; z) 1 Cor. 5: 7; Compárese con Ex. 12: 15; a) 1 Cor. 11: 29; b) 2 Cor. 13: 5; c) Zac. 12: 10; 1 Cor. 11: 31; d) 1 Cor. 10: 17; e) 1 Cor. 5: 8; 1 Cor. 11: 18, 20; f) Mat. 5: 23, 24; g) Juan 7: 37; Luc. 1: 53; Isa. 55: 1; h) 1 Cor. 5: 8; i) Heb. 10: 21, 22, 24; Sal. 26: 6: j) 1 Cor. 11: 24; l) Mat. 26: 26; 2 Crón. 30: 18, 19.
Catecismo Maior de Westminster P. 172. Uma pessoa que duvida de que esteja em Cristo, ou de que esteja convenientemente preparada, pode chegarse à Ceia do Senhor? R. Uma pessoa que duvida de que esteja em Cristo, ou de que esteja convenientemente preparada participar do sacramento da Ceia do Senhor, pode ter um verdadeiro interesse em Cristo, embora não tenha ainda a certeza disto; mas aos olhos de Deus o tem, se está devidamente tocada pelo receio da falta desse interesse, e sem fingimento deseja ser achada em Cristo e apartar-se da iniqüidade. Neste caso, desde que as promessas são feitas, e este sacramento é ordenado para o alívio dos cristãos fracos e que estão em dúvida, deve lamentar a sua incredulidade e esforçar-se para ter as suas dúvidas dissipadas; e, assim fazendo, pode e deve chegar-se à Ceia do Senhor para ficar mais fortalecida. ll)Is. 50: 10; 1 Juan 5: 13; m) Is. 54: 7, 8, 10; Mat. 5: 3, 4; Sal. 31: 22; n) Sal. 42: 11; ñ) 2 Tim. 2: 19; Rom. 7: 24, 25; o) Mat. 26: 28; Mat. 11: 28; Is. 40: 11, 29, 31; p) Mar. 9: 24; q) Hch. 16: 30; Hch. 9: 6; r) 1 Coro 11: 28; Mat. 11: 28.
Catecismo Maior de Westminster P. 173. Alguém que professa a fé, e deseja participar da Ceia do Senhor, pode ser excluído dela? R. Os que forem achados ignorantes ou escandalosos, não obstante a sua profissão de fé e o desejo de participar da Ceia do Senhor, podem e devem ser excluídos desse sacramento, pelo poder que Cristo legou à sua Igreja, até que recebam instrução e manifestem mudança. s) 1 Cor. 11: 29; 1 Cor. 5: 11; Mat. 7: 6; Jud. 23; t) Gál. 6: 1.
Catecismo Maior de Westminster P. 174. Que se exige dos que recebem o sacramento da Ceia do Senhor, na ocasião de sua celebração? R. Exige-se dos que recebem o sacramento da Ceia do Senhor que, durante a sua celebração, esperem em Deus, nessa ordenança, com toda a santa reverência e atenção; que diligentemente observem os elementos e os atos sacramentais; que atentamente discriminem o corpo do Senhor, e, cheios de amor, meditem na sua morte e sofrimentos … u) Heb. 12: 28; Lev. 10: 3; v) Gál. 3: 1; x) 1 Cor. 11: 29; y) Luc. 22: 19;
Catecismo Maior de Westminster P. 174. Que se exige dos que recebem o sacramento da Ceia do Senhor, na ocasião de sua celebração? R. …e assim se despertem para um vigoroso exercício das suas graças, julgando-se a si mesmos e entristecendo-se pelo pecado; tendo fome e sede ardentes de Cristo, alimentando-se nele pela fé, recebendo da sua plenitude, confiando nos seus méritos, regozijando-se no seu amor, sendo gratos pela sua graça e renovando o pacto que fizeram com Deus e o amor a todos os santos. z) Efe. 3: 17~19; a) 1 Cor. 11: 31; b) Zac. 12: 10; c) Rev. 22: 17; d) Gál. 2: 20; Juan 6: 35; e) Juan 1: 16; Col. 1: 19; f) Fil. 3: 9; g) 1 Ped. 1: 8; 2 Crón. 30: 21; h) Sal. 22: 26; i) Jer. 50: 5; Sal. 50: 5; j) 1 Cor. 10: 17; Hch. 2: 42.
Catecismo Maior de Westminster P. 175. Qual é o dever dos crentes depois de receberem o sacramento da Ceia do Senhor? R. O dever dos crentes, depois de receberem o sacramento da Ceia do Senhor, é o de seriamente considerar como se portaram nele, e com que proveito; se foram vivificados e confortados; devem bendizer a Deus por isto, pedir a continuação do mesmo, vigiar contra a reincidência, cumprir seus votos e animar-se a atender sempre a esta ordenança… l) 1 Cor. 11: 17, 30, 31; Sal. 73: 28; ll) 2 Cor. 2: 14; Hch. 2: 42, 46, 47; m) Rom. 15: 13; Sal. 36: 10; n) 1 Cor. 10: 12; Rom. 11: 20; ñ) Sal. 50: 14; o) 1 Cor. 11: 25. 26; Sal. 27: 4; Hch. 2: 42;
Catecismo Maior de Westminster P. 175. Qual é o dever dos crentes depois de receberem o sacramento da Ceia do Senhor? R. … se não acharem, porém, nenhum benefício, deverão refletir novamente, e com mais cuidado, na sua preparação para este sacramento e no comportamento que tiverem na ocasião, podendo, em uma e outra coisa, aprovar-se diante de Deus e de suas próprias consciências, esperando com o tempo o fruto de sua participação; se perceberem, porém, que nessas coisas foram remissos, deverão humilhar-se, e para o futuro participar desta ordenança com mais cuidado e diligência. p) Sal. 77: 6; Sal. 139: 23, 24; q) Sal. 123: 1, 2; Isa. 8: 17; r) Ose. 14: 2; Ose. 6: 1, 2; s) 2 Cor. 7: 11; 1 Crón. 15: 12 -14.
Sacramentos - Sinal do Pacto 3. 0 O Sacramento da Santa Ceia – Catecismo Maior P e R 165 -167 2. 1 A História da Santa Ceia 2. 2 O Significado da Santa Ceia 2. 3 O Contexto do Pacto – Salmo 89: 3052 (As Promesas do Povo no Pacto)
Catecismo Maior de Westminster A Relação entre os Dois Sacramentos 1) Em que são semelhantes? (P e R 176) 2) Em que diferem? (P e R 177)
Catecismo Maior de Westminster A Relação entre os dois Sacramentos P. 176. Em que concordam os sacramentos do Batismo e da Ceia do Senhor? R. Os sacramentos do Batismo e da Ceia do Senhor concordam em ser Deus o autor de ambos; em ser Cristo e os seus benefícios a parte espiritual de ambos; em ambos serem selos do mesmo pacto, em não deverem ser administrados senão pelos ministros do Evangelho, e em deverem ser continuados na igreja de Cristo até a sua segunda vinda. t) Mat. 28: 19; 1 Cor. 11: 23; u) Rom. 6: 3. 4; 1 Cor. 10: 16; v) Col. 2: 11, 12; comp. con Rom. 4: 11; Mat. 26: 27, 28; x) Mat. 28: 19; 1 Cor. 11: 23; 1 Cor. 4: 1; Heb. 5: 4; y) Mat. 28: 20; 1 Cor. 11: 26.
Catecismo Maior de Westminster A Relação entre os dois Sacramentos P. 177. Em que diferem os sacramentos do Batismo e da Ceia do Senhor? R. Os sacramentos do Batismo e da Ceia do Senhor diferem em dever o Batismo ser administrado uma vez só, com água, para ser sinal e selo da nossa união com Cristo, e administrado também às crianças; enquanto que a Ceia do Senhor deve ser celebrada freqüentemente, com os elementos de pão e vinho, para representar e mostrar Cristo como o alimento espiritual para a alma, e para confirmar a nossa permanência e crescimento nele, e isso apenas para aqueles que têm idade e condições de se examinarem a si mesmos. z) Mat. 3: 11; Gal. 3: 27; Tit. 3: 5; a) Hch. 2: 38, 39; 1 Coro 7: 14; b) 1 Cor. 11: 26; Col. 2: 19; c) 1 Cor 10: 16; Efe. 1: 15, 16; d) 1 Cor. 11: 28.
A Perspectiva Histórico Redentiva
A Perspectiva Histórico Redentiva Relacionado à hermenêutica bíblica está o estudo da perspectiva bíblica de: A História da Redenção
A Perspectiva Histórico Redentiva “A interpretação bíblica deve está de acordo com a história da redenção e da história humana”
A Perspectiva Histórico Redentiva Este princípio nos ajuda a entender qualquer passagem das Escrituras no contexto da mensagem geral da Bíblia: A História da Redenção
A Perspectiva Histórico Redentiva Definição “O transcurso de eventos na história em que Deus prepara, cumpre e aplica a redenção a seu povo escolhido”. [1] Redemptive History,
A Perspectiva Histórico Redentiva Pautas Sobre a Perspectiva Histórico Redentiva[1] a) A mensagem da Bíblia é a revelação progressiva [1] Redemptive Historical Hermeneutic,
A Perspectiva Histórico Redentiva Pautas Sobre a Perspectiva Histórico Redentiva [1] b) A mensagem da Bíblia só pode ser entendida a partir de uma perspectiva Cristológica. [1] Redemptive Historical Hermeneutic,
A Perspectiva Histórico Redentiva Pautas Sobre a Perspectiva Histórico Redentiva [1] c) Todos os que são redimidos por Deus, seja no Novo Testamento ou no Antigo Testamento, foi redimido pela fé em Cristo. [1] Redemptive Historical Hermeneutic,
A Perspectiva Histórico Redentiva Pautas Sobre a Perspectiva Histórico Redentiva [1] d) O povo de Deus no Antigo Testamento estava debaixo do mesmo pacto corporal orgânico que nós, o povo de Deus no Novo Testamento. [1] Redemptive Historical Hermeneutic,
A Perspectiva Histórico Redentiva Devemos entender a mensagem no contexto da História redentiva de Deus a partir da criação até a nova criação”[1] Deus dirige a história em quatro etapas: Criação > Queda > Redenção > Nova Criação [1] Preaching. Now, Vol. 2, No. 39,
A Perspectiva Histórico Redentiva Criação > Queda > Redenção > Nova Criação a) Criação – Gênesis 1, 2 b) Queda – Gênesis 3 c) Redenção – Gênesis 4 a Apocalipse 20 d) A Nova Criação –Apocalipse 21, 22
A Perspectiva Histórico Redentiva Criação > Queda > Redenção > Nova Criação a) Criação – Deus cria um mundo inteiro perfeito, trazendo ordem do caos que existia (Gênesis 1, 2)
A Perspectiva Histórico Redentiva Criação > Queda > Redenção > Nova Criação b) Queda – O homem se rebela contra Deus em pecado, e o mundo volta ao estado de caos. (Gênesis 3)
A Perspectiva Histórico Redentiva Criação > Queda > Redenção > Nova Criação c) Redenção – A atividade de Deus para redimir Israel (Antigo Testamento) e todas as nações (Novo Testamento) para restaurar a criação caída ao reino perfeito e ordenado. Esta atividade começa com a promessa redentoda de Deus em Gênesis 3. 15 (Gênesis 4 a Apocalipse 20).
A Perspectiva Histórico Redentiva Criação > Queda > Redenção > Nova Criação d) A Nova Criação - A vitória final de Deus sobre o mal e o estabelecimento de seu reino perfeito na terra (Apocalpise 21, 22)
A Perspectiva Histórico Redentiva Quando lemos e estudamos a Bíblia devemos sempre fazer-nos esta pergunta: “Onde essa passagem cabe na história redentora de Deus? ”
A Perspectiva Histórico Redentiva E Neemias? Onde cabe na História da Redenção?
A Perspectiva Histórico Redentiva Neemias conta a história redentiva de Deus no momento em que Deus estava restaurando o seu povo caído para que fosse um povo que refletisse a inteção que Ele tinha para ele.
A Perspectiva Histórico Redentiva O Templo A Muralha O Povo de Deus Como se relacionam em Neemias?
A Perspectiva Histórico Redentiva O templo representava a presença de Deus.
A Perspectiva Histórico Redentiva A muralha de Jerusalém representava a proteção da presença de Deus.
A Perspectiva Histórico Redentiva O povo de Deus era o povo escolhido por meio do qual virá o cumprimento da promessa em Gênesis 3. 15. JESUS CRISTO O SALVADOR
A Perspectiva Histórico Redentiva A reconstrução da muralha representava a obra de Deus em restaurar seu nome santo que havia sido desonrado entre as nações pelo pecado de seu povo.
A Perspectiva Histórico Redentiva Cada evento no Antigo Testamento desenvolve o progresso da história para a vinda de Cristo.
A Perspectiva Histórico Redentiva Cada evento tanto no Antigo como no Novo Testamento representa um exemplo a mais da luta entre Deus e Satanás e seus respectivos reinos.
A Perspectiva Histórico Redentiva Neemias era um tipo de Cristo e a atividade que ele dirigiu refletiu a construção da igreja de Deus do qual Cristo é o cabeça.
A Perspectiva Histórico Redentiva Vejamos alguns exemplos de Neemias como tipo de Cristo:
A Perspectiva Histórico Redentiva Neemias Como Tipo De Cristo [1] Neemias reconstruiu a muralha de Jerusalém para defender o povo e o templo ante extrema oposição (Neemias 3 -6) Da mesma maneira Cristo defende seu povo e seu reino ante os ataques de Satanás (1 Pedro 5: 8 -11). [1] Domínguez, Jesus and His Church in the Book of Nehemiah,
A Perspectiva Histórico Redentiva Neemias Como Tipo De Cristo [1] Neemias chorou e jejuou na preparação de seu chamado (Neemias 1) Isso é o que Cristo fez quando comelou seu ministério, separando um tempo de 40 dias para oração e jejum (Mateus 4, Lucas 4). [1] Domínguez, Jesus and His Church in the Book of Nehemiah,
A Perspectiva Histórico Redentiva Neemias Como Tipo De Cristo [1] Neemias não trabalhou sozinho, mas ele usou o povo de Deus (igreja) na reconstrução (Neemias 1 -7). Jesus Cristo sempre usa seus seguidores para cumprir sua missão de salvação (1 Corintios 12, Romanos 12). [1] Domínguez, Jesus and His Church in the Book of Nehemiah,
A Perspectiva Histórico Redentiva Neemias Como Tipo De Cristo [1] O povo de Deus confessou seus pecados ante Deus como parte da restauração interna do povo (Neemias 9. 1 -2). Jesus Cristo nos ensina isso em seu ministério também (João 21. 23) É por meio de Cristo que temos perdão (1 João 1. 9). [1] Domínguez, Jesus and His Church in the Book of Nehemiah,
A Perspectiva Histórico Redentiva Neemias Como Tipo De Cristo[1] Neemias dirige o povo a um novo pacto com Deus em resposta à leitura da Palavra de Deus (Neemias 8 -10). Jesus se identifica como a Palabra de Deus (João 1. 1, 14); o Caminho, a Verdade e a vida (João 14. 6) [1] Domínguez, Jesus and His Church in the Book of Nehemiah,
A Perspectiva Histórico Redentiva Para ter um entendimento claro da mensagem de Deus para nós, devemos aplicar toda a mensagem da Bíblia com esta perspectiva fundamental.


