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NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PARA A SAÚDE PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E SAÚDE DISCIPLINA: SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO A DIST NCIA Blended learning e as mudanças no ensino superior: a proposta da sala de aula invertida (José Armando Valente)
INTRODUÇÃO Desafios no ensino superior: desinteresse dos alunos, altas taxas de evasão, e alta demanda de alunos. Necessidade de promover um novo modelo de ensinoaprendizagem, que não seja mais baseado na transmissão de informações. Relação entre a sala de aula tradicional e o industrialismo – construção de práticas disciplinares voltadas para fábricas ou empresas. Surgimento de uma nova visão de ensino Requisitos para o desenvolvimento de competências pelos alunos: a) ter uma profunda base de conhecimeno factual; b) compreender fatos e idéias no contexto de um quadro conceitual; c) organizar o conhecimento de forma a facilitar sua recuperação e aplicação (Brown e Cocking, 2000).
INTRODUÇÃO Surgimento de práticas pedagógicas alternativas, como a ABP e a ABPP (que reúne problemas e projetos) Dificuldades para adequar o problema de acordo com o currículo e com o nível de conhecimento dos alunos, e para a implementação em salas com muitos alunos. Potencialidades das TDIC para a superação dessas dificuldades Implementação do blended learning e ensino híbrido. Objetivo: discutir as diferentes modalidades de Blended Learning, e em especial a sala de aula invertida, explorando como as TDIC tem sido utilizadas na implantação dessa abordagem pedagógica, as razões para a sua implantação, e os aspectos positivos e negativos que tem sido apresentados sobre as experiencias usando a abordagem da sala de aula invertida no Ensino Superior.
O BLENDED LEARNING OU ENSINO HÍBRIDO Termos utilizados para identificar atividades de ensino aprendizagem realizadas por meio das TDIC envolvendo separação geográfica Educação a distancia E-learning – nova versão da educação a distância, mediada por TDIC Web-based education, online education, virtual classroom , distributed learning Fase de transição, em que coexistem modelos tradicionais de educação a distância e abordagens que ocorrem por meio das TDIC
O BLENDED LEARNING OU ENSINO HÍBRIDO Blended learning: denomina a modalidade em que parte das atividades são realizadas presencialmente e parte online. Outra definição: programa de educação formal que mescla momentos em que o aluno estuda os conteúdos e instruções usando recursos online e momentos em que o ensino ocorre em uma sala de aula, podendo interagir com outros alunos e com o professor (Staker & Horn, 2012)
O BLENDED LEARNING OU ENSINO HÍBRIDO Modelos para caracterizar o Blended Learning Modelo flex: tem o conteúdo e as instruções que o aluno trabalha via plataforma online como âncora do processo educativo. Modelo blended misturado: no qual o aluno pode realizar uma ou mais disciplinas online para complementar as presenciais. Modelo virtual enriquecido: ênfase nas disciplinas online, sendo que o aluno pode optar por algumas presenciais, utilizadas principalmente para experiências mais práticas. Modelo rodízio: proporciona ao aluno a chance de alternar ou circular por diferentes modalidades de aprendizagem: rodízio entre estações, rodízio entre laboratórios, rodízio individual e sala de aula invertida.
A SALA DE AULA INVERTIDA (OU FLIPPED CLASSROOM) Modalidade em que o conteúdo e as instruções são estudados online antes do momento presencial, que passa a ser o local para trabalhar os conteúdos já estudados, por meio de atividades práticas. Regras para inverter a sala de aula (Flipped Classroom Field Guide, 2014). As atividades em sala envolvem uma quantidade significativa de questionamento, resolução de problemas etc. Os alunos recebem retorno imediato às realizações das atividades presenciais Os alunos são incentivados a participar das atividades, que são computadas como avaliação formal Os materiais online e os ambientes em sala de aula devem
A SALA DE AULA INVERTIDA (OU FLIPPED CLASSROOM) Maior motivação alunos quando comparada à abordagem tradicional (Lage et al, 2000). Publicação do termo e da abordagem em 2000 Divulgação apenas a partir de 2010, devido a dificuldade de se preparar o material fora da aula e baixo desenvolvimento tecnológico anterior.
EXEMPLOS DE IMPLANTAÇÃO DE SALA DE AULA INVERTIDA Formas de materiais disponibilizados online (Flipped Classroom Field Guide) Vídeos encontrados na internet ou gravados pelo professor Textos ou livros para leitura Questões acerca do material estudado Tipos de atividades realizadas nas aulas presenciais Resolução de problemas, individualmente ou em grupo Atividades práticas Discussão de materiais Pequenas palestras relativas aos assuntos incompreendidos
COMO IMPLANTAR A ABORDAGEM DA SALA DE AULA INVERTIDA Recomenda-se que, caso os professores apresentem insegurança nessa implementação, eles podem começar com o básico Aspectos fundamentais da Sala de aula invertida Produção de materiais para o estudo online (vídeos, animações, simulações, laboratório virtual, e realização de teste para garantir que o aluno tenha estudado e para guiar as atividades realizadas presencialmente) Planejamento das atividades a serem realizadas presencialmente (devendo-se explicitar os objetivos de aprendizagem e propôr atividades coerentes, como disussão em grupo, resolução de problemas etc. )
PORQUE INVERTER A SALA DE AULA? Argumentos teóricos Oportunidade de analisar, sintetizar, aplicar e significar o conhecimento adquirido (Bransford et al, 2012) Flexibilidade para o aluno trabalhar no próprio ritmo Possibilidade de realizar tarefas que incentivem o aluno a se preparar para a aula e identifiquem deficiências no aprendizado Aprofundamento, no presencial, do conhecimento adquirido antes da aula Incentivo às trocas e à aprendizagem colaborativa Resultados de estudos que indicam o sucesso dessa abordagem Maior motivação aos estudantes
PORQUE INVERTER A SALA DE AULA? Críticas ao modelo de sala de aula invertida Dificuldade dos alunos de aprender conteúdos complexos sem o auxílio direto do professor Alta dependência da tecnologia, o que pode gerar desigualdade de acesso Possibilidade de o aluno não se preparar antes da aula Barateamento do processo educacional
CONSIDERAÇÕES FINAIS Implantação da sala de aula invertida como uma tentativa de solucionar problemas vivenciados nas universidades (evasão, falta de interesse dos estudantes pelas aulas, e alto número de repetências) Desejo de que o ensino superior gradativamente se aproprie dessas idéias e as transforme em uma prática educacional e social produtiva, para professores e alunos.
ENSINO HÍBRIDO E MODALIDADE SEMIPRESENCIAL Diferentes visões acerca desses termos Ensino híbrido e educação semipresencial sendo apenas termos diferentes para caracterizar uma mesa modalidade educacional (Castro & Damiani, 2011; Quevedo & Cresciteli, 2005; Quevedo, 2011) Ensino híbrido como uma modalidade mais crítica (Borges, 2005). CASTRO, R. F. ; DAMIANI, M. F. Uma experiência de educação hibrida: estudo de caso em uma pós-graduação. CINTED. v. 9, n. 2, 2011. BORGES, M. K. Educação semipresencial: desmistificando a educação a distância. Congresso da Associação Brasileira de Educação a Distância, 12, 2005. In: Anais. . . , Florianópolis, 2005. QUEVEDO, A. O ensino semipresencial do ponto de vista do aluno. Revista-e-curriculum, v. 7, n. 1, 2011. QUEVEDO, A. G. ; CRESCITELI, M. F. Recursos tecnológicos e ensino de língua materna e estrangeira (a distância ou semipresencial). Linha d’água, n. 18, 2005.
IMPLEMENTAÇÃO DA MODALIDADE SEMIPRESENCIAL EM UMA DISCIPLINA DE BIOQUÍMICA: ANALISE DAS PERCEPÇÕES DE ALUNOS DO CURSO DE MEDICINA Rosilaine Wardenski (LTC – NUTES/UFRJ) Marina Bazzo de Espindola (LNT – CE/UFSC) Miriam Struchiner (LTC – NUTES/UFRJ) Tais Rabetti Gianella (LTC – NUTES/UFRJ)
INTRODUÇÃO: Portaria 4059/2004 do MEC (oficialização da oferta de disciplinas e/ou atividades presenciais na graduação, até 20% da carga horaria) Perspectiva da modalidade semipresencial Necessidade de cautela – utilização de recursos tecnológicos não resultam automaticamente na melhoria do processo de ensino-aprendizagem (Bonk et al, 2006; Struchiner & Gianella, 2005) Há que se considerar e analisar o contexto de integração desses recursos – estrutura da disciplina, perfil dos alunos, objetivos de ensino, recursos tecnológicos adequados,
INTRODUÇÃO: Vantagens e desafios de implementar a modalidade semi presencial na Educação Potenciais das TICs (como facilitar a visualização de fenômenos bioquímicos) e possibilidades de realizar atividades diferentes em relação ao meio (presencial ou virtual) Dificuldades para adaptar uma disciplina a distância para o semipresencial Desenvolvimento da Constructore – visando apoiar professores das ciências da saúde no desenvolvimento de cursos semipresenciais e a distância. Contribuição para a construção de conhecimento no campo da tecnologia educacional
OBJETIVOS: Analisar as percepções de alunos do primeiro período de medicina da UFRJ sobre a implementação da modalidade semipresencial, com o uso da Constructore, na disciplina Bioquímica I.
REVISÃO DA LITERATURA Aprendizagem semipresencial pode ser definida como uma combinação de estratégias de aprendizagem, em que algumas delas são realizadas presencialmente e outras possuem a mediação da tecnologia (Marin & Nieto, 2011) Potencialidades das Tecnologias Benefícios do contato presencial Diversidade de recursos e atividades Acesso direto ao professor Flexibilidade de estudo Desenvolvimento da autonomia do estudante Adaptabilidade do conteúdo aos estilos e interesses dos alunos Acesso à experiência sóciocultural provida pelo ambiente universitário
REVISÃO DA LITERATURA Trabalhos nacionais voltados para a analise das percepções de estudantes acerca do ensino semipresencial: Implementação da modalidade semipresencial em uma disciplina de bioquímica para o curso de enfermagem ( Amaral et all, 2006). Implementação de um ambiente virtual de aprendizagem para a bioquímica no contexto da graduação em nutrição (Heidrick & Angotti) Utilização de artigos científicos e realização de estudos dirigidos com o uso da modalidade semipresencial de ensino. (Espindola et al, 2010)
METODOLOGIA – CONTEXTO DO ESTUDO • Ferramenta Constructore (LTC/NUTES/UFRJ) • Disciplina de bioquímica para o primeiro período de medicina (2009/1) • Utilização da ferramenta por 3 dos 4 professores da disciplina.
METODOLOGIA – CONTEXTO DO ESTUDO
CONTEXTO DO ESTUDO Bloco I – Estrutura e função de proteínas Objetivo Facilitar o acesso à ferramentas de bioinformática e orientar os alunos na realização de atividades de investigação sobre a estrutura e a função de proteínas. Formas de uso da ferramenta Disponibilização de softwares visando ajudar o aluno na visualização e compreensão das estruturas protéicas relacionando-as ao conteúdo ministrado em sala de aula Elaboração de formulários a serem respondidos
CONTEXTO DO ESTUDO Bloco II - Bioenergética Objetivo Capacitar os alunos para o entendimento das transformações de energia em sistemas biológicos, através do estudo de diversas vias metabólicas celulares Forma de uso da ferramenta Disponibilização de slides das aulas, materiais audiovisuais e complementares e estudos dirigidos. Não houve utilização dos recursos de comunicação.
CONTEXTO DO ESTUDO Bloco IV – Integração metabólica Objetivos Realização de atividades complementares, possibilitando aos alunos maior aprofundamento no conteúdo de integração metabólica, ministrado nos blocos II e III. Formas de Disponibilização de artigos científicos utilização Resolução de estudos dirigidos em grupo da baseados na interpretação dos artigos ferramenta Utilização mais frequente do fórum Concessão de horários das aulas presenciais para a realização de atividades a distancia.
MATERIAL E MÉTODOS Aplicação de um questionário semi aberto Perguntas especificas sobre cada bloco e perguntas gerais com o objetivo de compreender os aspectos mais relevantes para o aprendizado. O questionario foi respondido por um total de 49 alunos.
RESULTADOS:
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CONCLUSÕES • A implementação da modalidade semipresencial pode configurar uma importante estrategia educativa: • Ampliação do acesso a diferentes tipos de recursos de aprendizagem. • Enriquecimento das formas de visualização e compreensão dos conceitos e fenômenos. • Extensão das possibilidades de estudo além da sala de aula • Novas oportunidades de interação entre professores e alunos
CONCLUSÕES: Necessidade de: Fortalecer o vinculo entre as atividades presenciais e a distancia; Orientar os alunos na utilização do ambiente virtual e na realização das atividades e; Ampliar as possibilidades de comunicação e colaboração O acompanhamento e a análise das experiências de integração da Constructore vêm possibilitando a investigação das potencialidades e dos desafios do uso das TICs na educação, bem como vêm auxiliando o professor na integração destas tecnologias na prática de ensino.
BIBLIOGRAFIA: AMARAL, C. L. C. ; FIGUEIRA, R. C. L. ; BARROS, M. P. A utilização de ambientes virtuais no ensino de bioquímica. Um estudo de caso na Unicsul. Revista Brasileira de Ensino de Bioquímica e Biologia Molecular, n. 01, 2006. Disponível em: http: //www. bdc. ib. unicamp. br/rbebbm/edicoes. php? id. Edicao=4&id. Material=161 BARRETO, F. C. ; GIANNELLA, T. R. Implantação de disciplinas semipresenciais no ensino superior: análise das expectativas de alunos sobre a modalidade de Educação a Distância. Em Formação. No prelo DOURADO, L. F. Políticas e Gestão do Ensino Superior a Distância: novos Marcos Regulatórios? Educação e Sociedade, v. 29, n. 104, 2008. ESPINDOLA, M. B. ; EL-BACHA, T. ; GIANELLA, T. R. ; STRUCHINER, M. ; SILVA, W. ; DA POIAN, A. Teaching energy metabolism using scientific articles: Implementation of a virtual learning environment for medical students. Biochemistry and Molecular Biology Education. Disponível em: http: //eric. ed. gov/ERICWeb. Portal/search/detailmini. jsp? _nfpb=true&_&ERICExt. Search_Search. Value_0=EJ 877833 &ERICExt. Search_Search. Type_0=no&accno=EJ 877833 GIANNELLA, T. R. Inovações no Ensino das Ciências e da Saúde: Pesquisa e desenvolvimento da Ferramenta Constructore e do Banco Virtual de Neurociência / Rio de Janeiro, 2007, 289 f. Tese (Doutorado em Química Biológica – Educação, Difusão e Gestão em Biociências) – Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2007 GIORDAN, M. O Computador na Educação em Ciências: breve revisão crítica acerca de algumas formas de utilização. Ciência & Educação, v. 11, n. 2, p. 279 -304, 2005. HEIDRICH, D. N. ; ANGOTTI, J. A. P. Implantação e avaliação do ensino semipresencial em disciplinas de bioquímica utilizando ambiente virtual de aprendizagem. Revista Brasileira de Ensino de Bioquímica e Biologia Molecular, n. 01, 2010. Disponível em: http: //www. bdc. ib. unicamp. br/rbebbm/edicoes. php? id. Edicao=12&id. Material=831 MEC. Portaria nº 4. 059, de 10 de dezembro de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Ministério da Educação, Brasília, DF, 13 dez. Seção 1, p. 34, 2004. Disponível em:
OUTROS EXEMPLOS DE USO DA CONSTRUCTORE Graduação
OUTROS EXEMPLOS DE USO DA CONSTRUCTORE Pós-graduação
OUTROS EXEMPLOS DE USO DA CONSTRUCTORE Extensão
OUTROS EXEMPLOS DE USO DA CONSTRUCTORE 15 Módulos (Aulas) 394 Objetos de Aprendizagem -279 imagens -37 gráficos e tabelas -31 animações -25 vídeos -20 slides -2 estudos dirigidos 3 Formulários (relatórios de prática)
OUTROS EXEMPLOS DE USO DA CONSTRUCTORE O que será que os picos representam?
Obrigada!


