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FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE “Eu vim para servir” (Mc 10, 45) FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE “Eu vim para servir” (Mc 10, 45)

OBJETIVO GERAL: Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a OBJETIVO GERAL: Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS: v. Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar OBJETIVOS ESPECÍFICOS: v. Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual. v. Apresentar os valores do Reino de Deus e da Doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizantes. v. Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS: v. Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, OBJETIVOS ESPECÍFICOS: v. Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas. v. Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade. v. Atuar, profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na constituição de uma sociedade justa e solidária.

VER: A REALIDADE VER: A REALIDADE

INTRODUÇÃO: Igreja e mundo Antiguidade: confrontação Igreja e Sociedade Período Medieval: - Identificação Igreja INTRODUÇÃO: Igreja e mundo Antiguidade: confrontação Igreja e Sociedade Período Medieval: - Identificação Igreja e Mundo - Ser Cristão é ser cidadão. - Batismo oficializa a pertença do indivíduo a sociedade. - A Igreja era o mundo era a Igreja.

INTRODUÇÃO: Modernidade ü O mundo compreende-se separado da Igreja. ü A Igreja combate contra INTRODUÇÃO: Modernidade ü O mundo compreende-se separado da Igreja. ü A Igreja combate contra a modernidade. üSeparação: o mundo evolui na organização social e na capacidade técnica. üA Igreja permaneceu incapaz de acompanhar estas mudanças.

INTRODUÇÃO: Concílio Vaticano II ü Reaproximação da Igreja com a Sociedade. ü A Igreja INTRODUÇÃO: Concílio Vaticano II ü Reaproximação da Igreja com a Sociedade. ü A Igreja se reconhece como servidora do mundo. üAbertura da Igreja ao mundo e reconhecimento da sua autonomia.

INTRODUÇÃO: Papa Francisco ü Humanização do papado. ü Periferias existenciais. ü Igreja que acolhe, INTRODUÇÃO: Papa Francisco ü Humanização do papado. ü Periferias existenciais. ü Igreja que acolhe, perdoa e cura feridas.

INTRODUÇÃO: Ação Social da Igreja e ação evangelizadora Lugares prioritários: ü Realidade de sofrimento INTRODUÇÃO: Ação Social da Igreja e ação evangelizadora Lugares prioritários: ü Realidade de sofrimento dos pobres. ü Implementação da cultura do diálogo para a vivência da paz. ü Opção pelos pobres.

VER: DAS ORIGENS A CRISTANDADE Anúncio da vida, pregação, morte e ressurreição de Jesus VER: DAS ORIGENS A CRISTANDADE Anúncio da vida, pregação, morte e ressurreição de Jesus Cristo; o exemplo dos mártires fortalecia e uniam a vida das primeiras comunidades cristãs. Cristandade - Construção da civilização europeia.

VER: CRISTANDADE LUSITANA Crise nas bases da cristandade - Reforma protestante - Humanismo - VER: CRISTANDADE LUSITANA Crise nas bases da cristandade - Reforma protestante - Humanismo - Aliança da Igreja com o Reino de Portugal - PADROADO

Ver: Os desafios da Primeira metade do Século XX Expansão acelerada de alguns centros Ver: Os desafios da Primeira metade do Século XX Expansão acelerada de alguns centros urbanos A formação das classes médias A ditadura de Vargas A redemocratização política do pós-guerra, O modernismo E a participação das forças armadas na Segunda Guerra Mundial.

Ver: Resposta da Igreja Aos desafios da Primeira metade do Século XX • Atuação Ver: Resposta da Igreja Aos desafios da Primeira metade do Século XX • Atuação da recém-criada CNBB, em 1952; • As mobilizações dos leigos, por meio da Ação Católica; • O Movimento de Educação de Base (MEB); • Os Sindicatos rurais de inspiração eclesial; • I e o II Encontro de bispos do Nordeste, realizados em Campina Grande/PB, em 1956 e 1959; • Congresso Eucarístico Internacional do Rio de Janeiro; • o Encontro Internacional da Ação Católica; • A Criação da Coordenação Nacional de Catequese.

VER: Os desafios do período da repressão • Avanço da industrialização; • Agravamento dos VER: Os desafios do período da repressão • Avanço da industrialização; • Agravamento dos problemas sociais; • Ditadura militar; • Uma revolução cultural nos grandes centros urbanos.

Ver: Resposta da Igreja Aos desafios do período da repressão • Comissão Pastoral da Ver: Resposta da Igreja Aos desafios do período da repressão • Comissão Pastoral da Terra (CPT); • Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP); • Conselho Indigenista Missionário (CIMI); • As comunidades Eclesiais de Base (CEB´s) • Lançamento da Campanha da Fraternidade em âmbito nacional.

Ver: Desafios da redemocratização da sociedade • Os movimentos da ANISTIA e DIRETAS JÁ Ver: Desafios da redemocratização da sociedade • Os movimentos da ANISTIA e DIRETAS JÁ encontraram na Igreja abrigo seguro para sua articulação. • A CNBB, por meio do Setor Pastoral Social, passou a coordenar novas iniciativas surgidas com essa perspectiva, como as pastorais sociais: carcerária, da criança, do menor, dos migrantes e da mulher marginalizada. • Comunidades Eclesiais de Base • As Pastorais Sociais, o Movimento Fé e Política, as Semanas Sociais e o Grito dos Excluídos.

Ver: Sociedade brasileira atual e seus desafios As mudanças na sociedade brasileira são tão Ver: Sociedade brasileira atual e seus desafios As mudanças na sociedade brasileira são tão profundas e constantes a ponto de se ver uma verdadeira mudança de época. É uma situação de crises e angústias na vida pessoal, nas instituições e nas várias dimensões da sociedade.

VER: Desafios atuais a) A Demografia Ø 200 milhões de habitantes Ø Maioria da VER: Desafios atuais a) A Demografia Ø 200 milhões de habitantes Ø Maioria da população na faixa litorânea Ø Expectativa de vida do brasileiro em 2012, 74, 6 a Ø Diminuição do número de crianças e aumento de idosos

VER: Desafios atuais b) A urbanização e algumas dificuldades Ø O processo de urbanização VER: Desafios atuais b) A urbanização e algumas dificuldades Ø O processo de urbanização da sociedade brasileira foi rápido demais. Ø Em 1940, a população urbana era 31%, em 1960, era 45% e hoje está em torno de 85%. Ø Cerca de 44% dos brasileiros vivem em regiões metropolitanas.

VER: Desafios atuais b) A urbanização e algumas dificuldades Ø Esta rápida urbanização caracterizou-se VER: Desafios atuais b) A urbanização e algumas dificuldades Ø Esta rápida urbanização caracterizou-se pela falta de planejamento e resultou em problemas como: favelização, poluição, violência, drogadição, enchentes, mobilidade e condições sanitárias precárias. Ø Esta rápida urbanização da sociedade brasileira não foi acompanhada de políticas adequadas de moradia, mais de 50% dos domicílios brasileiros não têm coleta de esgoto e, do coletado, menos de 40% recebem algum tratamento. A produção de lixo hoje no Brasil é de 273 mil toneladas/dia.

VER: Desafios atuais c) Articulação: políticas públicas com objetivos econômicos e sociais O bolsa-família VER: Desafios atuais c) Articulação: políticas públicas com objetivos econômicos e sociais O bolsa-família atende 14 milhões de famílias e atinge ¼ da população. Este programa e outros do gênero são motivos de debates na sociedade brasileira. Muitos o criticam por considerarem meramente assistencialista, carecendo de instrumentos para melhor qualificar as pessoas assistidas e proporcionarlhes saída efetiva da condição de pobreza extrema.

VER: Desafios atuais d) Estabilidade e avanço da classe – média Ø As duas VER: Desafios atuais d) Estabilidade e avanço da classe – média Ø As duas décadas de estabilidade econômica proporcionaram a geração de mais emprego e o aumento da renda, inflando a classe média, hoje estimada em mais de 100 milhões de pessoas. Ø Atualmente esta classe média encontra-se endividada, com pessoas atônitas e angustiadas, dada a desaceleração econômica do País, verificada a partir de 2011.

VER: Desafios atuais e) A violência na sociedade brasileira Ø O Brasil tem a VER: Desafios atuais e) A violência na sociedade brasileira Ø O Brasil tem a oitava pior marca entre as 100 nações com estatísticas confiáveis sobre o tema. Ø As mais altas taxas de homicídios no Brasil estão em Alagoas, Espírito Santo, Pará e Paraíba. Com maior incidência nas periferias urbanas e em cidades com rápido crescimento. Ø São 50 mil mortes violentas por ano no Brasil.

VER: Serviço da Igreja à sociedade brasileira • A Igreja Católica está presente em VER: Serviço da Igreja à sociedade brasileira • A Igreja Católica está presente em todo o território brasileiro, participando e servindo em vários âmbitos e por diferentes formas a sociedade brasileira. Em suas articulações pastorais, a Igreja organiza movimentos em defesa dos direitos das pessoas, combate as injustiças que atentam contra a dignidade humana.

VER: A Igreja Católica e o contexto religioso da sociedade brasileira • Na sociedade VER: A Igreja Católica e o contexto religioso da sociedade brasileira • Na sociedade brasileira atual, a compreensão da fé e sua prática passam por grandes mudanças. Muitas pessoas não valorizam mais a pertença à determinada religião de forma ativa e sistemática.

VER: A Igreja Católica e o contexto religioso da sociedade brasileira Ø O último VER: A Igreja Católica e o contexto religioso da sociedade brasileira Ø O último Censo aponta alterações no perfil entre as religiões. Chama a atenção, a diminuição da porcentagem dos que se declaram católicos nas pesquisas. No Censo de 2010, os evangélicos que na década de 1970 eram 5, 2%, hoje correspondem a 22% da sociedade brasileira, crescimento acentuado a partir dos anos noventa. Ø Nos últimos anos o grupo dos sem religião cresceu 70% alcançando 8% população brasileira.

Igreja e Sociedade: convergência e divergências Ø A sociedade brasileira apresenta uma pluralidade cultural Igreja e Sociedade: convergência e divergências Ø A sociedade brasileira apresenta uma pluralidade cultural com sua matriz étnica de origem europeia, africana e indígena. Para o pluralismo também cooperou a vinda de muitos migrantes da Europa e da Ásia nos séculos XIX e XX, além de grandes migrações internas.

Igreja e Sociedade: convergência e divergências ØEste pluralismo pode trazer benefícios e conceder mais Igreja e Sociedade: convergência e divergências ØEste pluralismo pode trazer benefícios e conceder mais liberdade às pessoas. Por outro lado, a perda ou a relativização de referências culturais pode gerar fragmentação e desorientação em todas as dimensões da existência. ØNeste contexto de pluralismo, a Igreja Católica busca participar ativamente dos debates das questões mais relevantes por meio da CNBB e outras organizações eclesiais. Questões relativas à vida e sua defesa, tocando em temas como aborto, eutanásia, manipulação de embriões e outros.

VER: A Reforma política e a participação popular Diante da situação de combate à VER: A Reforma política e a participação popular Diante da situação de combate à corrupção, a Igreja teve grande papel na promulgação da Lei da “Ficha Limpa”, Lei de iniciativa popular, que impediu, no pleito de 2014, a candidatura de políticos condenados, inclusive entre os acostumados a expressivas votações.

VER: As redes de comunicação ØNovas formas de sociabilidade ØNovas formas de conhecimento ØFragmentação VER: As redes de comunicação ØNovas formas de sociabilidade ØNovas formas de conhecimento ØFragmentação e enfraquecimento da capacidade de discernimento relativas às questões ético-morais

VER: A racionalidade cientifica ou instrumental Ø A razão na vertente científica ou instrumental VER: A racionalidade cientifica ou instrumental Ø A razão na vertente científica ou instrumental reduz a realidade ao mundo sensível e compreende o método experimental como o único capaz de produzir conhecimento. ØEssa visão reduz o homem/mulher à dimensão racional e científica, o que implica na negação da subjetividade e da transcendência.

VER: A racionalidade cientifica ou instrumental Ø Nesta visão puramente racional, tudo aquilo que VER: A racionalidade cientifica ou instrumental Ø Nesta visão puramente racional, tudo aquilo que não é submetido à razão deveria ser posto de lado, não tem evidências verdadeiras. ØCom esta visão, o processo civilizatório foi compreendido na perspectiva laicista, não religiosa. ØEsta nova situação torna-se campo fértil para o aparecimento de algumas expressões culturais acompanhadas de formas radicais de relativismo ou fundamentalismo, acentuando ainda mais a crise da modernidade.

VER: O Laicismo e a laicidade ØA doutrina da Laicidade propõe ao Estado não VER: O Laicismo e a laicidade ØA doutrina da Laicidade propõe ao Estado não optar por religião oficial, para resguardar a sociedade de possíveis fundamentalismos religiosos, garantindo assim liberdade religiosa e o sadio pluralismo religioso. ØA Igreja reconhece a Laicidade, não tem pretensões de influir no poder para impor suas ideias e doutrinas. Por isso, não tem partido nem apoia nenhum partido. Sua participação na sociedade se caracteriza pela busca e anúncio de valores em prol da vida, da dignidade das pessoas e do bem comum, a partir de Jesus Cristo. É o seu modo de servir.

VER: A cultura do descartável ØEsta forma de cultura moderna e materialista, distância as VER: A cultura do descartável ØEsta forma de cultura moderna e materialista, distância as pessoas dos valores éticos e espirituais. ØÉ uma forma cultural que tende a transformar as pessoas em puros consumidores. ØNa sociedade de mercado, tudo é passível de ser instrumentalizado, tornando objeto de satisfação do sujeito.

VER: Sinais dos novos tempos Na contraposição à cultura do descartável, do relativismo e VER: Sinais dos novos tempos Na contraposição à cultura do descartável, do relativismo e do materialismo encontram-se também os sinais de formação de uma nova cultura que permita uma maior realização humana, que respeite e ajude o outro. É a cultura marcada pelo respeito à consciência de cada um, pela tolerância e pela sensibilidade diante da dor e do sofrimento humano.

VER: Esperança diante dos desafios O Papa Francisco tem exortado todos os cristãos a VER: Esperança diante dos desafios O Papa Francisco tem exortado todos os cristãos a não assumirem uma posição pessimista diante das dificuldades presentes. Ele nos chama a unir forças com os homens e mulheres de boa vontade que desejam ser construtores do desenvolvimento humano integral.

A relação Igreja – Sociedade à Luz da Palavra de Deus As Sagradas Escrituras A relação Igreja – Sociedade à Luz da Palavra de Deus As Sagradas Escrituras revelam que Deus é um Criador amoroso. Ele viu que toda a realidade criada é boa em si mesma e desejou que o mundo fosse um lugar de harmonia e paz (Gn 1, 31). O que causa um profundo desequilíbrio no interior dos seres humanos e na própria natureza criada é o nosso afastamento de Deus e a nossa escolha pelo mal (Gn 3, 14 -17).

O povo de Israel chamado a ser sinal para todos Quando, pela necessidade de O povo de Israel chamado a ser sinal para todos Quando, pela necessidade de sobrevivência por causa da fome, os filhos de Abraão se tornaram escravos no Egito, Deus os libertou, sendo fiel à aliança, fazendo de Moisés e o próprio povo protagonistas da libertação.

O povo de Israel chamado a ser sinal para todos ØCom a libertação do O povo de Israel chamado a ser sinal para todos ØCom a libertação do Egito, Deus propõe as bases de uma nova sociedade a ser construída: sem morte, sem violência, sem guerras e sem escravidão. ØA aliança e os mandamentos inspiraram um jeito novo de organização social, prevalecendo o caráter solidário e fraterno do povo de Israel.

O povo de Israel chamado a ser sinal para todos ØA caminhada deste povo O povo de Israel chamado a ser sinal para todos ØA caminhada deste povo foi dura até a terra prometida. Lá chegando, vão perdendo esta inspiração da Aliança e dos Mandamentos e optam pela monarquia. Pedem um rei. ØO profeta Samuel alertou para os riscos dessa escolha (1 Sm 8, 10 – 18). Samuel tinha razão. A frase “Fez o que era mau aos olhos do Senhor” (1 Rs 16, 25) ØOs projetos dos reis, afastados do projeto de Deus, geraram injustiças na sociedade de Israel e assim, Israel tornou-se presa fácil, retornando à condição de escravos de outro povo. Mas Deus não abandonou o seu povo.

Jesus e a organização social do seu tempo ØJesus não se apresentou como alguém Jesus e a organização social do seu tempo ØJesus não se apresentou como alguém queria prestígio, mas como servidor (Mt 11, 28 – 29). “Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e eu vos darei descanso”. ØJesus valorizou os humildes: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos e as revelastes aos pequenos” (Mt 11, 25). ØO serviço, assumido por Jesus, é o mesmo serviço queremos assumir como lema na Campanha da Fraternidade neste ano de 2015 “Eu vim para servir” (Mc 10, 45).

Jesus e a organização social do seu tempo ØJesus confiou aos Apóstolos a missão Jesus e a organização social do seu tempo ØJesus confiou aos Apóstolos a missão de construir o Reino de Deus no coração dos homens e das mulheres deste mundo. ØO Apóstolo Paulo, chamado por Jesus no caminho de Damasco, tornou-se um evangelizador e missionário. ØPara Paulo “o novo” do qual tanto falava inclui a lógica do serviço.

Igreja – Sociedade à luz do magistério da Igreja O significado da relação Igreja Igreja – Sociedade à luz do magistério da Igreja O significado da relação Igreja com a sociedade vem explicitado no início da Constituição Apostólica Gaudium et Spes. “As alegrias esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias esperanças, as tristezas e as angustias dos discípulos de Cristo”.

Igreja – Sociedade à luz do magistério da Igreja A missão da Igreja Católica Igreja – Sociedade à luz do magistério da Igreja A missão da Igreja Católica é colocar à disposição do gênero humano as forças salvadoras que ela recebe de Cristo. Propõe salvar a pessoa humana integralmente e restaurar a sociedade humana. Na expressão de Paulo VI, os cristãos são anunciadores e agentes de uma nova ordem social: a civilização do amor.

O anúncio do Evangelho nos modernos Areópagos A missão específica da Igreja é de O anúncio do Evangelho nos modernos Areópagos A missão específica da Igreja é de cunho religioso, e não propriamente político, econômico ou social. Sua ação evangélica repercute na organização e no fortalecimento da comunidade humana.

Opção pelo ser humano e preferencialmente pelos pobres Ø O Concílio Vaticano II indicou Opção pelo ser humano e preferencialmente pelos pobres Ø O Concílio Vaticano II indicou o caminho de servir a Deus servindo ao ser humano. ØO Concílio indicou a necessidade de aproximar a Igreja dos pobres, no sentido da compaixão e da solidariedade, mas também no sentido de uma real identificação entre Igreja e pobres.

Opção pelo ser humano e preferencialmente pelos pobres O Papa Francisco, no início do Opção pelo ser humano e preferencialmente pelos pobres O Papa Francisco, no início do seu pontificado propôs o empenho por “uma Igreja pobre e para os pobres”. E disse no Lançamento da Campanha Mundial Contra a Fome e a Pobreza: “Estamos diante do escândalo mundial de cerca de milhões de pessoas que ainda hoje passam fome. Não podemos virar as costas e fazer de conta que isto não existe. O alimento que o mundo tem à disposição pode saciar a todos”.

Igreja – Sociedade à luz do magistério da Igreja ØO Papa Francisco tem nos Igreja – Sociedade à luz do magistério da Igreja ØO Papa Francisco tem nos convidado constantemente a reconhecer nossa natureza missionária e com isto lembra que devemos passar de uma “pastoral de conservação a uma pastoral decididamente missionária”. ØA Igreja não se torne ou se compreenda como uma “ONG sociocaritativa”.

A FAMILIA: Primeira escola das virtudes sociais ØNas relações da Igreja com a sociedade, A FAMILIA: Primeira escola das virtudes sociais ØNas relações da Igreja com a sociedade, é fundamental considerar com atenção uma das instituições sociais que mais corresponde à natureza humana: a família. ØA família é a primeira escola dos valores sociais de que as sociedades necessitam. O direito – dever educativo dos pais é essencial, ligado como está à transmissão da vida. Educar é dever original e primário dos pais. Esta é uma tarefa não delegável a outros.

O Bem comum e o desenvolvimento da sociedade Na noção de bem comum incluem-se O Bem comum e o desenvolvimento da sociedade Na noção de bem comum incluem-se alguns elementos essenciais: respeito às pessoas, à vocação e à liberdade, bem – estar social, a paz.

A comunidade política e serviço ao bem comum ØPara a Igreja, a comunidade política A comunidade política e serviço ao bem comum ØPara a Igreja, a comunidade política deve ter por objetivo o bem comum de todos os cidadãos e cidadãs: moradia, saúde, educação, lazer e liberdade religiosa. ØO bem - comum é a única razão da existência da sociedade política.

AGIR: Igreja e Sociedade: Serviço, diálogo e cooperação A trajetória de atuação da Igreja AGIR: Igreja e Sociedade: Serviço, diálogo e cooperação A trajetória de atuação da Igreja na sociedade assume novos desafios conforme o tempo. Os novos tempos exigem da Igreja um discernimento, à luz do Espírito Santo, para continuar sua missão. A quinta urgência proposta pelas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora 2011 – 2015 se estende ao cuidado e à proteção da dignidade humana em todas as etapas da sua existência: família, crianças, adolescentes, jovens, trabalhadores/as e migrantes combatendo o preconceito e a discriminação.

AGIR: Proteção dos direitos fundamentais üDireito à água limpa e potável üAlimentação üMoradia, à AGIR: Proteção dos direitos fundamentais üDireito à água limpa e potável üAlimentação üMoradia, à liberdade ü Manifestação política üEducação üManifestação religiosa publicamente.

O bem comum: promoção e defesa da justiça social üA melhoria das condições de O bem comum: promoção e defesa da justiça social üA melhoria das condições de vida dos brasileiros ainda não se traduziu em melhorias nas condições estruturais da vida da população, sobretudo dos necessitados. Vale lembrar: a luta pela reforma agrária e as condições do trabalho no campo; as relações de trabalho que compreendem salário justo e o emprego decente; o acesso à moradia. No caso dos quilombolas e comunidades tradicionais, é urgente que o governo demarque os territórios e os proteja da especulação imobiliária.

AGIR: O serviço da Igreja à Sociedade O Papa Francisco pede uma Igreja em AGIR: O serviço da Igreja à Sociedade O Papa Francisco pede uma Igreja em saída para testemunhar o amor ao Evangelho: “Não quero uma Igreja preocupada em ser o centro”. üUma Igreja que não tenha medo de entrar na noite deles; üUma Igreja capaz de encontrá-los no seu caminho; üUma Igreja capaz de inserir-se na sua conversa; üUma Igreja que saiba dialogar com aqueles que vagam sem meta, com desencanto, desilusão, até mesmo do Cristianismo; üUma Igreja capaz de acompanhar o regresso a Jerusalém.

AGIR: A superação da violência e a construção da paz Um dos mais sérios AGIR: A superação da violência e a construção da paz Um dos mais sérios problemas com o qual a sociedade brasileira se debate nos dias de hoje é a violência. As pessoas desejam viver em paz e segurança. Planejar e desenvolver ações em favor da Paz é um dos grandes serviços que devemos prestar à sociedade nos dias atuais. üInserir o tema da paz na Liturgia e na Oração; üArticular momentos de oração pela Paz em lugares simbólicos; üAcompanhar famílias, jovens e escolas com histórico de conflitos em vista de superá-los; üApoiar as iniciativas da sociedade organizada que visem à cultura da paz.

AGIR: Conselhos paritários e participação social üEsclarecer a comunidade sobre a importância da participação AGIR: Conselhos paritários e participação social üEsclarecer a comunidade sobre a importância da participação nos Conselhos Paritários; üObter informações sobre os Conselhos Paritários constituídos em nossos municípios e sobre seu funcionamento; üEscolher e preparar pessoas na comunidade para participarem em nome dela e como Igreja.

AGIR: A participação na reforma política A Igreja Católica integra a “coalizão pela Reforma AGIR: A participação na reforma política A Igreja Católica integra a “coalizão pela Reforma Política, Democrática e Eleições Limpas”. Participar ativamente dos debates que definiram os termos desse projeto, que inclui: ØProibição do financiamento de candidatos por empresa; ØA adoção do Sistema eleitoral chamado “voto transparente”; ØAlternância de homens e mulher nas listas de candidatos dos partidos.

AGIR: A participação na reforma política Sugestões para ações concretas: ØA participação dos discípulos AGIR: A participação na reforma política Sugestões para ações concretas: ØA participação dos discípulos missionários no bem comum pelo processo político é um direito e um dever, como cidadão e do exercício da missão; ØQue a comunidade não esteja alheia aos processos políticos na sociedade; ØConvidar pessoas para debater, traçar metas e estratégias, em vista da contribuição à urgente reforma política.

FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE GESTO CONCRETO: COLETA DA SOLIDARIEDADE DIA: 29/03/2015 (DOMINGO DE RAMOS) FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE GESTO CONCRETO: COLETA DA SOLIDARIEDADE DIA: 29/03/2015 (DOMINGO DE RAMOS)

FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE “Eu vim para servir” (Mc 10, 45) Apresentação: Côn. Egídio FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE “Eu vim para servir” (Mc 10, 45) Apresentação: Côn. Egídio de Carvalho Neto Mons. Ivônio Cassiano