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CHAMAMENTO AO PERDÃO Aula 7: Amós 4 -6 Texto Áureo: Amós 4. 12 Profetas Menores Revista Atitude – 4 T 2017
PRA COMEÇAR • • • Samaria, capital de Israel, é o centro de toda a corrupção que corroi a moral, o respeito e o valor a Deus. A partir dela, a nação é comprometida. Setores da alta sociedade de Israel pintam um painel de pecaminosidade exagerada. A vida abastada, em vez de simbolizar a gratidão pela provisão divina, resulta na frieza a Deus e ao próximo. As denúncias de Amós se acirram, mostrando erros e apontando o quanto Deus se preocupa com seu povo, concedendo-lhe incomparável perdão.
UM SENHOR QUE CHAMA (Am. 4) • • “Ouvi esta palavra”, repercute na elite sociorreligiosa de Samaria, que ainda vive de aparências espirituais e, mesmo nas tribulações, não mudaram. Entregues à idolatria, tanto na corte quanto na vida doméstica, o profeta liga a calamidade do povo aos exageros do luxo. Ao citar as vacas de Basã e sua notória condição de bem nutridas e fortes, traz à tona a vida luxuosa e extravagante das mulheres de Samaria, que oprimiam os pobres para manter seu padrão de vida.
UM SENHOR QUE CHAMA (Am. 4) • • • Os maridos eram instigados a satisfazer seus caprichos. No cerco à cidade, elas seriam tangidas como gado, saindo pelas brechas dos muros abertas pelos inimigos. Este exílio seria para uma porção das mulheres insensíveis de Samaria, amantes do prazer, opressoras dos pobres. Opressão e idolatria sempre andarão de mãos dadas.
UM SENHOR QUE CHAMA (Am. 4) • Por causa do desprezo pela vontade de Deus, e em virtude da profanação do seu nome, ele jurou por sua santidade que elas seriam levadas ao exílio, ficando à mercê de seus captores.
UM SENHOR QUE SE PREOCUPA CONOSCO (Am. 5) • • “Buscai-me e vivei” é uma ordem cujas consequências, embora óbvias, são gratificantes. É a melhor forma de contornar tudo o que aborrece a Deus. A possibilidade urgente de conversão é a única forma de Israel ser liberta do mal que está por vir, mas estão vergonhosamente indisponíveis para a sinceridade santa. Com isso, exploram os pobres com tributos imorais, burlando a justiça, subornando e sendo subornados.
UM SENHOR QUE SE PREOCUPA CONOSCO (Am. 5) • • • Como se não bastasse, frequentam o templo como se estivessem cobertos de santidade, temor e amor ao próximo, porém Deus os rejeita pela falsidade de seu culto e mau testemunho. Deus despreza toda atitude meramente ritualística, não compactuando com o que não é verdadeiro. Sem comunhão e arrependimento, quebram o legítimo relacionamento que deveriam ter com Ele.
UM SENHOR QUE SE PREOCUPA CONOSCO (Am. 5) • • A separação como povo escolhido de nada adiantou, ainda assim o Deus de Israel se preocupa diuturnamente. Sabendo Deus que o povo de Israel não se arrependeria, ele proclama a visitação. A sentença judicial de Deus contra esse abismo espiritual é o exílio. Todo o reino devia ir para o cativeiro além de Damasco, visivelmente a Assíria.
A queda de um povo (am. 6) • • Os “ais” (v. 1, 5, 18) somados pronunciam dor e ruína construídas pelas próprias mãos de Israel. Comportavam-se como quem não conhecia limites. Sua elite, apesar de notáveis profissionais e intelectuais, não serviriam para libertar o povo de sua situação calamitosa. Por seu avanço em aspectos econômicos e geografia favorável, os moradores de Samaria achavam impossível que tudo fosse destruído, mas Calné, Hamate e Gate são lembradas para mostrar que sua situação não é melhor que elas.
A queda de um povo (am. 6) • • • A atenuante é que Israel é o povo escolhido, a principal das nações, pois não lhe faltou grandeza, comparando com as prósperas nações ao seu redor. Apesar disso, responderam ao favor de Deus satisfazendo a todos os apetites. As festas e bebedeiras eram em vão, o Senhor não queria ouvilos. A sentença viria: Uma espécie de peste abateria as casas. Os palácios, o santuário e tudo que constituía a glória da nação seria destruído. O povo, porém, não se dobra e apela ao que lhe aparenta força e proteção. O “ai” da abertura do capítulo será concretizado.


